PGL – Com o objectivo de apresentar a AGAL e o reintegracionismo como projecto normal e visível no nosso País, «firme como um junco e com essa flexibilidade que permite estar em cada momento no lugar que por direito e por objectivos corresponde», por palavras de Alexandre Banhos, é que a AGAL acaba de se integrar como editora no Consorcio Editorial Galego.
O presidente da AGAL aponta ainda que o labor editorial da associaçom reintegracionista desde os seus começos «foi muito importante para o País e para a nossa língua, o nosso acerbo editor é um contributo impagável pois sem ele nom seríamos o que somos nem o reintegracionismo teria a projecçom que tem».
O Consorcio Editorial Galego é uma empresa nascida em 2001, formada polas editoriais Galaxia, Bahía, Sotelo Blanco e A Nosa Terra. O seu objectivo: garantir uma distribuiçom mais eficaz dos livros publicados e aproveitar sinergias geradas e obtidas polas vantagens da colaboraçom.
Depois de 2001 outras editoras galegas fôrom incorporando-se ao Consorcio e nos dias de hoje esse projecto «representa a melhor ferramenta de distribuiçom do livro galego, permitindo ter um relacionamento franco e aberto entre as pessoas e entidades envolvidas com o mesmo», assinala Banhos.
A formalizaçom da integraçom da Editora Associaçom Galega da Língua no Consorcio à par das mais prestigiadas editoras do livro galego «implica mais um passo para levar a AGAL a umha situaçom mais avançada e dentro do possível com um esforço de professionalizaçom», segundo o presidente da AGAL.
Com certeza, a AGAL pode estar a subir um novo patamar no mundo das editoras e da distribuiçom alicerçado nos seguintes pontos:
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Reconhecimento social pleno do labor editor da entidade reintegracionista com a constituiçom da editora.
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Estabelecimento de um relacionamento absolutamente normal com as outras editoras, fazendo-o desde posturas centrais. Bom exemplo disso é o recente acordo com Galaxia para a ediçom do Sempre na Galiza no galego internacional do Acordo Ortográfico.
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Integraçom da AGAL em âmbitos de colaboraçom com as outras editoras galegas, do que é um exemplo esta incorporaçom ao Consorcio Editorial e proximamente à Associaçom Galega de Editores.
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Reconhecimento da condiçom da AGAL como editora galega pola Administraçom autonómica, cousa que finalmente a entidade reintegracionista pode ter conseguido, o que poderá vir a acarretar de facto o fim da discriminaçom a todos os galegos e galegas que a respeito da sua língua tenhem um pensamento que se integra dentro do que é a tradiçom galeguista.
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Impulsionamento do labor editor para que os livros publicados pola Editora AGAL sejam um elemento normal e frequente nos andeis das livrarias.
Como bom exemplo disto último simplesmente sublinhar que estám para sair a lume cinco novos livros da Editora Associaçom Galega da Língua, «o quais vam estar nas prateleiras neste começo do ano», afirma Alexandre Banhos.
Em concreto a AGAL estaria a trabalhar na reediçom da Vida Escura de Jenaro Marinhas, num livro Homenagem a Jenaro Marinhas (com diversos textos de Marinhas del Valle, biografia e estudos), os contos Mais Perto do Céu da escritora Maria do Céu Nogueira, um livro cuja autoria corresponde aos membros da Comissom Linguística da AGAL, e a ediçom do Sempre na Galiza adaptado ao Acordo Ortográfico.
Além destes trabalhos o presidente da AGAL informa ainda que há na gaveta novas propostas editoriais que farám que este labor da AGAL se torne numha actividade frequente estável e importante. Ainda mais, da entidade reintegracionista anunciam que estám a trabalhar na convocaçom de um importante prémio literário.
