‘Diário Liberdade’ lança campanha de financiamento 2016



Se lês o Diário Liberdade, é a tua responsabilidade participar…

“Dispor de meios informativos ao serviço da classe trabalhadora, e nom do capital, tem custos em forma de trabalho e em forma de dinheiro. Por outro lado, esses meios fôrom, som e serám sempre boicotados, direta ou indiretamente, polas poderosas forças que enfrentam. Só a classe a que servem, a trabalhadora, pode manté-los vivos, tal como a classe burguesa mantém os meios ao seu serviço. Nom compreender essa realidade é tam ingénuo que se converte num caminho rápido e direto para a desapariçom de todo meio informativo popular, para a manipulaçom em massa e para a alienaçom absoluta”. Tal é a ideia de base com que o Coletivo Editor do Diário Liberdade promove a sua campanha de financiamento anual.

Explicam que “felizmente, as e os leitores do Diário Liberdade compreendêrom até agora esse ponto, e respondêrom positivamente nas ediçons anuais das campanhas de financiamento” do projeto informativo sem fins lucrativos. Os fundos económicos conseguidos em 2015 permitirom que agora o Diário Liberdade conte com um novo site, e também com um sistema de trabalho que permitiu o Coletivo Editor – de caráter totalmente ativista – fazer mais eficiente o seu esforço diário.

Como resultado dessa maior eficiencia, e da disponibilidade de recursos económicos provenientes da campanha de financiamento de 2015, o Diário Liberdade deu início este ano a um projeto editorial que, para já, conta com dous títulos: “O Imperialismo, fase superior do capitalismo”, de Lenine, numha ediçom comemorativa ilustrada e revisada, e “A Doninha e o Taxidermista”, de Séchu Sende, e com co-ediçom doutras entidades populares. Isso entre outras atividades que o Diário Liberdade desenvolveu e quer continuar a desenvolver.

Para poder continuar a progredir tal como o projeto fijo no último ano, o Diário Liberdade lançou no dia 21 de junho a sua Campanha Anual de Financiamento 2016. Serám 40 dias de angariaçom de fundos, destinados a pagar a manutençom técnica do portal e o lançamento de novos projetos, para além das despesas financeiras e direta ou indiretamente ligadas à própria campanha. Para isso, marcam-se um alvo de 1,750 € (6,750 R$) . O alvo mínimo, por baixo do qual “o Diário Liberdade enfrentaria dificuldades para manter a sua completa operatividade no curto prazo” é de 1,000 € (3,857 R$).

As doaçons, que som de valor livre, serám recompensadas com prémios diretos e com participaçom em sorteios, que este ano fazem possíveis as parceiras da campanha: a livraria Ciranda, à volta do português, de Compostela, e a Livraria Suévia, da Corunha. Livros e músicas componhem a maior parte dos prémios, entre os quais há um exclusivo – que só poderá ser conseguido através da campanha de financiamento do Diário Liberdade: umha postal comemorativa exclusiva de Nelson Mandela, incluíndo umha frase do luitador antifascista africano, numha pintura de Maurício Castro.

A campanha pode acessar-se e apoiar-se no link.


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  • TerraBeirã

    Não sabia desse jornal, é muito bom saber que há um nesta grafia. Certamente é um instrumento quotidiano para fazer conhecer ao Mundo e à Galiza o reintegracionismo.