PGL – Entre os dias 19 e 23 de outubro terá lugar em Santiago de Compostela umha nova ediçom da Feria Galega das Artes Cénicas, na que mais de 130 programadores, produtores e distribuidores de toda a península ensinarám as últimas novidades do teatro e a dança.
Mais um ano, a Feira incide na condiçom de espaço de mercado no que se mostra umha importante parte da produçom cénica galega e na que se dá serviço aos programadores de cara à contrataçom de espectáculos para a próxima temporada.
O Auditório da Galiza repetirá este ano como sede principal da Feira, onde se emprazarám a oficina de coordenaçom, os stands de empresas cénicas, as mesas de debate, dous cenários de exibiçom (salas Mozart e Ángel Brage) e o restaurante. Esta centralizaçom de grande parte da actividade feiral num mesmo espaço, muito próximo ademais ao hotel onde se alojarám os participantes, busca facilitar umha maior e melhor comunicaçom entre todos os profissionais assistentes, ao tempo que se facilita o seu trabalho durante as cinco intensas jornadas de Feira.
Junto com o Auditório, outros quatro espaços da cidade –ARTeria Zona Noroeste, Salón Teatro, Sala Nasa e Teatro Principal– serám também escaparate para as propostas artísticas que se apresentem na Feira Galega das Artes Cénicas que, do 19 ao 23 de outubro.
Prémios
Na jornada de ontem, segunda-feira, anunciárom-se e entregárom-se os prémios de escritura teatral que convoca a Agência Galega das Industrias Culturais (Agadic). Manuel Lourenzo conseguiu o XVIII Premio Álvaro Cunqueiro com a peça Flores de Dunsinane, obra na que recupera as personagens do Macbeth, de Shakespeare.
O IV Prémio Manuel Maria de Literatura Dramática Infantil ganhou-no Xosé A. Neira Cruz por Sopa de xarope de amora.
O Barriga Verde para Teatro de Monicreques na modalidade de adultos recaiu en Ignacio Vilariño, autor da obra Auga que non vas beber… Na categoría de teatro de monicreques para público infantil, o juri premiou o texto Bon appétit, de Begoña García.
