PGL Portugal – A Associação para a Defesa do Consumidor (DECO) acusa a companhia aérea Easyjet de violar a Lei de defesa do consumidor de Portugal ao não admitir reclamações em língua portuguesa.
À DECO já têm chegado diversas reclamações contra a companhia aérea de baixo custo —que tem voos a partir de Lisboa, Porto, Faro e Funchal— relativamente a atrasos de voos e questões relacionadas com bagagem. Os consumidores que não conseguem uma resposta em língua portuguesa têm de traduzir as respostas para a língua inglesa, espanhola, alemã, francesa ou italiana, o que não é possível para todos os consumidores.
Assim, na mesma linha do anterior, também não é possível contactar telefonicamente em português com a companhia, que tem sede em Luton, no Reino Unido.
A lei portuguesa diz que a informação deve ser prestada em língua portuguesa e que o dever de informar para as empresas tem de ser em língua portuguesa
A DECO informou ainda que irá denunciar a situação ao Instituto Nacional de Aviação Civil, à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) —porque será a entidade fiscalizadora deste tipo de violações do direito à informação— e também à Secretaria de Estado do Comércio. Até ao momento, a Easyjet não deu resposta.
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