Todos os artigos de Elias J. Torres Feijó

Professor de Literatura, em origem, e, mais, na atualidade, de Cultura. Foi presidente da Associação Internacional de Lusitanistas (2008-2014) e vice-reitor da USC, onde coordena o Grupo de Investigação GALABRA. Tenta trabalhar coletivamente e acha que o associacionismo é a base fundamental do bom funcionamento social e comunitário. A educação nos Tempos Livres é um desses espaços que considera vitais.
  • Cidade da Cultura, ícone da Galiza

    Será prático e terá o bom senso de reutilizar um quase mausoléu para um projeto massivo e vertebrador nacional, fomentando a sua apropriação.

  • Norma linguística e afetividade identitária/identidade afetivizada

    Eu sou de prática reintegracionista, desde há muitos anos, mas ainda me sensibilizo, em algumha oportunidade, quando vejo o diminutivo -iño/a.

  • -om vs. -ão… E um corolário sobre coesão galega

    Nunca imaginei que acabaria publicando textos, livros incluídos, na Galiza e em galego com a forma –ão, como em tempos recentes acabei de fazer.

  • As trampas deste sistema político e o país… e o fator humano

    No seu artigo intitulado “As trampas deste sistema político e o País”, Xoán Carlos Carreira tratava sobre “a convivencia entre organizacións políticas diferentes”, tratando como perversión e como trampa o sistema político “deste tipo de democracia”, que levaria a “impedir que avancemos cara unha sociedade mais xusta, libre, democrática e humana”. Refere-se Calim à consideração como principal concorrente da […]

  • Défices na maturidade cultural galega em três notícias

    Na passada primavera fum convidado polas Profas. Teresa Moure e Sabela Fernández para fazer a conferência de encerramento do Curso de Verão Galego, porta aberta para o mundo, que elas conduzirom na Universidade de Santiago de Compostela. A data marcada foi 29 de junho e o título que dei o de Língua, cultura e comunidade […]

  • galego simbolico penhaguai

    A penha o passa guai/A penha passa-o guai No período de maciça recuperação de usos do galego do ponto de vista individual, que podemos situar como central nas décadas de setenta e oitenta do século XX, setores, diversos em muitos casos, castelhano-falantes em origem, começarom a usá-lo. Esse processo continua na atualidade mas provavelmente em […]

  • [email protected]

    (deixemos agora o terrível eufemismo, a crua mentira que distingue entre [email protected] e [email protected] segundo as pessoas tenham um emprego, qualquer, e recebam dinheiro, qualquer, por ele). Umha das grandes conquistas do capitalismo atual, avançado, de mãos dadas com o neo-liberalismo, é a perda de sentido coletivo da vida: o enfraquecimento da solidariedade e da […]

  • Hostilidade aos usos formais do galego e poder simbólico

    Dous subgrupos sociais, de diverso perfil sócio-económico e diametralmente opostos nos seus usos linguísticos convergem no rejeitamento ao que julgam políticas de imposição do galego. Identificam-se com facilidade em artigos, declarações, manifestos e manifestações que, mais do que propor um status para as duas línguas de circulação maioritária na Galiza (provavelmente sentem-se relativamente à vontade […]

  • De individualismo e sentido comunitário

    De individualismo A pobreza, o empobrecimento situam-se, em meu entender, entre os principais problemas sociais. A repressão e a violência andam-lhe mui perto. Compreendo e aceito no grupo de problemas o demográfico, em casos como o galego, porque implica desatenção, falta de cuidado, soledade e mais pobreza; despovoamento também, mas depende como e para quem; […]

  • Estórias de autocarro e maioria social

    Dia de chuva, felizmente habitual para a riqueza desta terra. 8,45, cai bastante, está um vento grande. Três pessoas esperam o autocarro urbano à intempérie; umha criança com aspeto de rondar os cinco anos; quem seu pai parece; umha mulher de bastante idade, de bordão e cesto pesado na mão; mais duas pessoas chegam, um […]