PGL – Um total de onze associaçons de Aragom, Valência, Baleares e Catalunha unírom-se num manifesto comum no que denunciam a «agressividade» do nacionalismo catalám e anunciam futuras «acçons jurisdicionais e mobilizaçons populares» para impedir «a imposiçom» do catalám sobre o castelhano.
No manifesto, as associaçons isolacionistas manifestam rejeitar qualquer proposta que, «do frente nacionalista», pretenda impulsionar «a aproximaçom idiomática, geográfica e lingüística sob a recorrente mentira da unidade lingüística». Negam, pois, que as modalidades lingüísticas nom castelhanas faladas no leste de Aragom, no ocidente do País Valenciano ou nas Ilhas Baleares sejam catalám, e respectivamente denominam-nas «aragonês oriental», «valenciano» e «maiorquim».
A razom de ser do manifesto é o facto de existir umha suposta imposiçom do catalám nos território slingüísticos nos que se fala esta língua, seja qual for a sua variante dialectal, e que ameaçam a hegemonia do castelhano.
Ainda, o colectivo rejeita também a «supressom» do espanhol na Catalunha, o que impossibilita «viver plenamente em castelhano» e que «toda criança poda estudar na sua língua materna» se esta for o castelhano.
Vozes críticas na rede apontam que o manifesto é conformado por entidades em favor da primazia da língua castelhana. De facto, assinam o manifesto entidades como Convivencia Cívica Catalana, Asociación Cultural Cervantina ou a Plataforma Aragonesa no Hablamos Catalán, entidades que manifestárom a firme vontade de combater qualquer viabilidade do projecto «anticonstitucional» dos Países Cataláns em todos os «territórios afectados».
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