PGL – Craig Patterson, presidente da Associaçom Internacional de Estudos Galegos, manifestou ontem perante a imprensa que o novo decreto da Junta sobre as línguas no ensino é prejudicial para o idioma nativo da Galiza, para além de «um erro ético».
Na mesma linha do anterior, Patterson expujo que o decreto parte de «um problema metodológico» na sua forma, e explicou que «é um erro ético e filosófico que um Governo se exponha a fazer este tipo de consulta minúscula sobre umha questom tam importante».
Ainda, destacou que a distribuiçom de 33% para cada língua terá um resultado prejudicial para a língua nativa e advertiu que a Junta nom estudo o suficiente esta situaçom.
Outro dos membros da directiva da AIEG, Gonzalo Vázquez Pozo, salientou o carácter universal do galego, razom que o leva para mais para alá das circunstâncias políticas especificas de um Governo, e polo que «tem que viver em pé de igualdade com os demais idiomas».
Acompanhados na comparecência por Ramón Villares, presidente do Conselho da Cultura Galega, este declinou pronunciar-se sobre o documento «por coerência institucional», até que o plenário da instituiçom adopte umha posiçom «oficial».
