AGAL lança Leitura Continuada do Scórpio em vídeo



leitura-continuadaA Associaçom Galega da Língua acabou de lançar o vídeo da Primeira Leitura Continuada do Scórpio. Esta ideia tinha sido anunciada após suspender-se a leitura física dos 100 primeiros trechos deste livro de Carvalho Calero devido ao fecho perimetral da cidade de Compostela só umhas poucas horas antes do começo da mesma pola crise da covid-19.

A leitura consistiu na montagem em vídeo de trechos lidos e filmados nas casas polos meios de cada participante. Cada leitura é acompanhada polos desenhos dos narradores realizados por Rosa de Cabanas ex professo para a Leitura Continuada.

O vídeo começa com a leitura de Margarita Cela (neta de Carvalho Calero) e Miguel Anxo Santalices (presidente do Parlamento galego), e seguem os máximos representantes dos organismos organizadores e colaboradores.

O vídeo começa com a leitura de Margarita Cela (neta de Carvalho Calero) e Miguel Anxo Santalices (presidente do Parlamento galego), e seguem os máximos representantes dos organismos organizadores e colaboradores: Eduardo Maragoto (presidente da AGAL), Antonio Lopez (reitor da USC), Xosé Antonio Sánchez Bugallo (alcalde de Santiago de Compostela), Valentín García (Secretario Xeral de Política Lingüística) e Xurxo Couto (deputado de Cultura da Deputaçom da Corunha) e Víctor Freixanes (presidente da RAG). A seguir, leem as restantes 99 pessoas entre as quais se encontram numerosos e numerosas representantes da política, da cultura e das artes galegas em geral, junto com docentes e [email protected] de alguns centros de ensino. Pode consultar-se abaixo a lista completa de participantes da Leitura, que finaliza com a descriçom da proclamaçom da República por um estudante na voz de Víctor Mohedano.

A seguir, leem as restantes 99 pessoas entre as quais se encontram numerosos e numerosas representantes da política, da cultura e das artes galegas em geral, junto com docentes e [email protected] de alguns centros de ensino.

Cada leitor ou leitora recebeu um obséquio custeado pola AGAL, o Concelho de Santiago e a Xunta de Galicia: um exemplar numerado editado pola Através com exclusividade para a Leitura Continuada, umha máscara e um saquinho Carvalho 2020.

A leitura nom para

A leitura em vídeo foi a soluçom encontrada à suspensom da leitura presencial desta primeira parte da obra no Salom Nobre da USC. Esta, por sua vez, já era uma segunda opçom em substituiçom da leitura continuada completa da obra, prevista para o passado dia 17 de maio e que já fora suspendida devido à crise sanitária.

Para a realizaçom em vídeo, foi pedida colaboraçom aos mesmos leitores e leitoras anotadas para a falhada leitura presencial, aos quais fôrom fornecidas instruções para se autofilmarem num vídeo-modelo realizado por Jon Amil.

Quando as circunstâncias sanitárias melhorarem, a AGAL avançará com uma leitura continuada completa do principal romance de Carvalho Calero.

 

Margarita Cela Carballo (neta de Carvalho Calero)

Miguel Anxo Santalices (presidente do Parlamento de Galicia)

Eduardo Maragoto (presidente da Associaçom Galega da Língua – AGAL)

Antonio López (reitor da Universidade de Santiago de Compostela – USC)

Xosé Antonio Sánchez Bugallo (alcalde de Santiago de Compostela)

Valentín García (Secretario Xeral de Política Lingüística da Xunta de Galicia)

Xurxo Couto (Deputado de Cultura da Deputación Provincial da Coruña)

Víctor Freixanes (presidente da Real Academia Galega – RAG)

Paula Prado

Noa Díaz

Néstor Rego

Mercedes Rosón

Maria do Mar Lopes Gonçalves

Marcos Maceira

Gerardo Uz Rodrigues

Jorge Garcia Marin

Carmen Blanco

Lourenço Ribadulha Romeu

Carmen Cociña Cociña

Elias J. Torres Feijó

María Dolores López Caión

Tiago Alves Costa

Olga López López

Tania G. Mourelle

Encarna Otero

Adela Figueroa

Mercedes Espiño Amil

Belén Vázquez Sampayo

Paulo Fernandes Mirás

Hélio Marcial Miramontes

João Aveledo

José Ramão G. Carvalheira

Loaira Martínez Rey

María Xosé Porteiro

Vera Dos Anjos Fagim

Alba Cachafeiro

Gonzalo Constenla Bergueiro

Malvares de Moscoso

Baldomero Iglesias

Emilio V. Carral Vilariño

João Lousada

Román Vilela Castro

Eva Martínez

Luis F. R. Vazquez

Xesús Fontes Mosqueira

Arancha Nogueira

Inés Salvado

Luís Carlos Cachafeiro Chamosa

Manuel Simão Nóvoa

Eliseu Mera Quintas

Laura García Diaz

Pepe Carreiro

Pedro Emiliano Casteleiro López

Maite Bugallo Castiñeiras

Miguel Rios Torres

Andrés Maneiro

Paulo Gamallo

Faustino Cela Carballo

Paloma Fernández de Córdoba y Cancela

Jacobo Cela Carballo

Elsa Quintas Arbores

Nemésio Barxa

Henrique da Costa López

Luzia Pardo

Vítor Garabana

Sónia Engroba

Concha Gilino San Martin

Icia Sánchez López

Susana Álvarez

Artur Vázquez Rego

Uxía Senlle

Aarón Vilariño Figueiras

Ramón Daniel Regueiro Espiño

Henrique Monteagudo

José-Martinho Montero Santalha

Beatriz Botelho Melo

Xoel Iglesias Fernández

Idiana Mendes

Anxo Díaz

Raquel Lopes Ramos

Noémy Cardoso

Alejandro Bermúdez

Hugo Losada

Nilda Borges

Gerson Micael Semedo

Taísa Gonçalves

Neves Cando

Miruca Parga

Matías Nicieza

Natália Irímia

Marta Dacosta Alonso

Antia Cortiças Leira

Esther F. Carrodeguas

Bernardo Penabade

Ánxeles Cunha Bóveda

Iria Taibo

Román Landín

Isabel Blanco

Vicente Moedano


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  • Paula Ecoloxía Lingüística

    É umha mágoa (ou algo pior) que na página do PGL estejamos a ver continuamente nesta notícia concreta a forma supostamente “oficial”, “Galicia”, em vez da forma histórica e nom castelanizada cujo emprego supostamente defendemos: GALIZA. Embora a Junta da Galiza use continuamente, segundo a sua lógica, “Xunta ‘de Galicia’ “, nom é o nome oficial da Junta (que parece ser que é “Xunta”, sem mais nada), senom o nome que eles/as empregam sempre, o qual nom é o mesmo. Com falarmos da Junta ou da Xunta, bem se entende. Qual Junta vai ser, por defeito? A da Andaluzia? A da Estremadura? A Junta é a Junta ou Xunta ou coa grafia que se empregar, pero polo menos nom andemos sacando a passear, mais ainda, o castelanismo “Galicia”, que já o saca bastante todo o mundo por desgraça a diário. E o mesmo podemos dizer com relaçom ao Parlamento galego (que necessidade há de pôr Parlamento “de Galicia”, podendo falar do Parlamento galego, dos atos que se fam no Parlamento galego, das desfeitas que se cometem dende o Parlamento galego, das barbaridades que se realizam quando legislam no Parlamento galego etc. etc. etc.?). Agradecida…

    • Amparo

      Até onde eu sei, a leitura patrocinada é um ato conjunto entre várias instituições, portanto é lógico respeitar o nome oficial de cada uma delas. E, sim, o nome oficial é “Xunta de Galicia” (artigos 16.2, 17, 19, 41, 52 e outros do estatuto de autonomia), como também “Deputación da Coruña”. Carvalho Calero nom se importaria muito, porque era umha pessoa altamente tolerante.

    • Amparo

      Ora, o que nada impede é a senhora usar “Ecologia” e nom “Ecologia” no seu nome de utilizadora, ou mesmo usar o galego reintegrado nos comentários do El Correo Gallego.