PGL – Todas as entidades de aforros que tenham oficinas e clientes na Galiza terám de utilizar o galego nos contratos, informaçons e comunicaçons que remetam para os seus clientes. Assim o estabelece o rascunho da nova lei autonómica de caixas de aforros que o pleno do Parlamento votará previsivelmente no vindouro dia 29 de dezembro.
O texto recolhe nas disposiçons adicionais dous pontos propostos polo Bloco Nacionalista Galego que PSdeG e PP apoiárom e nos que o acordo é firme, com o que nom entrariam dentro dos aspectos a debater nos dias que restam para a votaçom dos artigos.
Assim, os clientes das caixas podem exigir que a informaçom remetida por correio postal desde a entidade, seja escrita em galego e também que qualquer contrato que deva subscrever com a entidade.
Ademais, a lei aponta que “as caixas galegas e as que funcionem na Galiza”, polo que deverá ser assumida por qualquer das entidades de fora do país, quando for requerido polos clientes. A lei recolhe também como reflexo da “vocaçom social” das caixas de aforros que favoreçam “a normalizaçom progressiva do uso da língua galega”, polo que deverám “promover o uso, tanto nas comunicaçons escritas como nas orais”.
Porém, os artigos ‘suavizam’ a redacçom proposta polo grupo nacionalista, no que o uso do galego deveria extender-se a todos os serviços oferecidos pola entidade. A proposiçom do BNG recolhia que “As caixas (…) oferecerám todos os serviços e divulgarám todas as suas comunicaçonss, no mínimo, na língua oficial própria da Galiza, sendo possível fazê-lo também noutras línguas co-oficiais”. Contudo, o BNG manifestou a sua conformidade com o rascunho e previsivelmente, a nova lei será aprovada.
