PGL – A Mesa pola Normalizaçom Lingüística reclama explicaçons à Junta da Galiza perante a suposta campanha de quase um milhom de euros que está a preparar para «fazer propaganda do decretaço».
Segundo a associaçom, a campanha nasce para contra-restar a «fortíssima rejeiçom social que está a ter esta norma, que leva o galego no ensino a umha situaçom pré-autonómica e a um nível de confrontaçom escolar por razom de língua que é inédito em toda a história democrática da Galiza».
Nesta linha, e falando das despesas económicas, Carlos Callón destacou que «desde a chegada à presidência da Junta, Alberto Núñez Feijóo nom parou de tomar medidas contra o galego, mas nom se sabe de esforços reais para atalhar a crise económica em que nos encontramos».
Ainda, da Mesa, alertam de que o Governo galego está a “mentir” cada vez que fala deste decretaço. «Negam a rejeiçom por parte da comunidade educativa; dim que as famílias vam poder escolher a língua de educaçom dos seus filhos, quando esse princípio –anti-pedagógico– nom figura assim no decretaço; dim que é o decreto do equilíbrio, quando varre a presença do galego em toda a educaçom infantil das cidades; dim que é o decreto do plurilingüismo e todos os pedagogos consultados consideram que com esta norma se vam reduzir as competências lingüísticas do estudantado…», destaca Callón, quem convida o presidente da Junta a que «abandone a mentira e retome os consensos que rompeu de forma unilateral, incívica e irresponsável».
