PGL – A Mesa pola Normalizaçom Lingüística valoriza como «precária» a situaçom do galego no sistema educativo e denuncia os casos de dous centros, um público e um concertado, nos que o galego nom tem presença.
Segundo informa a Mesa em nengum dos centros referidos, sitos na comarca de Ferrol, se recomendam livros em galego, só em castelhano (excepto o de inglês). A entidade manifestou que tem constância de mais casos como o referido, mas que serám apresentados nos próximos dias.
Entre os casos postos em conhecimento da Conselharia da Educaçom está o colégio das Mercedarias de Ferrol, onde o alunado de 4º, 5º e 6º de infantil tem a imposiçom de comprar todos os textos em espanhol, «impedindo-lhes umha aprendizagem em igualdade ao alunado doutros centros de ensino», critica a Mesa. Segundo a entidade normalizadora, este facto vulnera o decreto 124/2007 onde se regula a presença do galego no ensino.
Na mesma situaçom encontra-se o centro Isaac Peral, no que tampouco se recomenda nemgum livro em galego. O mesmo no caso do colégio Belén e no CEIP Recimil, também de Ferrol.
O presidente da associaçom, Carlos Callón, denunciou a «ilegalidade» das acçons do actual governo do PP explicando que nom cumpre com os mínimos curriculares e nom garante o conhecimento do galego em igualdade com o espanhol, como determina a legalidade constitucional. Em base ao referido, Callón pediu que o conselheiro da Educaçom se dedique a solucionar problemas e nom a ocasioná-los.
