PGL – «O conflito do idioma na Galiza é comparável a quando uma pessoa vai a um restaurante, pede bife, o empregado pousa acima da mesa um bife duro e um come-o sem protestar. Pois o mesmo se passa com o galego: há pais indignados que nom gostam de que seus filhos estudem neste idioma, mas logo nom trasladam as críticas à direcçom dos centros».
Segundo informa o jornal laopinioncoruna.es, esta foi a comparaçom com a que o conselheiro da Educaçom, Jesus Vázquez, legitimou a ausência de expedientes nos colégios e liceus por conflitos lingüísticos.
Esta e outras polémicas manifestaçons do conselheiro contra o nosso idioma, estám a gerar desassossegos entre os grupos de normalizaçom linguística dos centros públicos, que já pensam na celebraçom dumha campanha em favor do galego e umha greve geral no ensino para o próximo curso.
