“A chuva que derrete o mármore até chegar ao cadáver” é uma mistura da realidade e ficção para mostrar as motivações para a escrita.
A editora Livros de Ontem apresenta em campanha de crowdfunding ‘A chuva que derrete o mármore até chegar ao cadáver‘, um conjunto de poemas de Alberte Momán Noval.
“Neste livro misturo realidade e ficção para mostrar as motivações para a escrita, já não como parte da vida nem mesmo como recurso para a existência, senão como a vida mesma inseparável com o feito de viver. A poesia que nos despe, como a chuva ácida que derrete o mármore até molhar o cadáver, esse corpo quem de materializar o verso antes que este se transcenda e ganhe uma independência necessária. São muitos os pontos que se tratam neste livro, mas sempre com a ideia de fugir da produção fordista, dos modelos da escrita, do mero jogo com as palavras para derramar a vida em cada verso.” Alberte Momán Noval
NOTA:
Uma publicação Livros de Ontem.
Texto de Alberte Momán Noval.
Edição e revisão de João Batista | Livros de Ontem.
Projecto gráfico de Nádia Amante | Livros de Ontem.
1ª edição limitada a 200 exemplares. Todos os exemplares são numerados e assinados.
O livro terá o valor de 12€ durante a campanha de crowdfunding e de 14€ após o fecho da mesma. Para contribuir
O AUTOR:
“Alberte Momán Noval, nascido em Ferrol (Galiza) nos 1976. Comecei a experimentar com a escrita por uma necessidade vital de contar tudo o que estava a acontecer ao meu redor. Passei pelo filtro da minha olhada, sempre subjectiva, os acontecimentos que marcaram as distintas etapas da minha vida, materializando esses pensamentos em diferentes obras em prosa e verso, somando até hoje mais de uma dúzia de livros, muitos deles como fruto de diversos prémios literários. Cumprida essa necessidade de contar e com a companhia das leituras que sempre viajaram na mala do meu subconsciente, decidi introduzir-me no mundo da edição, criando duas editoras, O Figurante e Emerxente, editando, como era natural, nas distintas falas do galego-portugués.
Depois de todos estes anos ligado ao mundo das letras, guardo na memória e na pele os momentos vividos e que, entre outros, me uniram a Portugal, com a participação em diferentes actos ligados àquela comunidade, ainda muito pressente para mim pelas grandes amizades que, apesar da distância, sempre fictícia, estão muito perto.
É por tudo o vivido que escrevo poesia, neste caso o livro que se está a apresentar, A chuva que derrete o mármore até chegar ao cadáver.”
