Uma pergunta de há 100 anos

Mesa redonda, "Galiza. Um projeto de pais para agora e o futuro" Sábado 28, ás 12h00 na Faculdade de Filosofia



O sábado 28, ás 12h00 na Faculdade de Filosofia (praça de Maçarelos) Adrián Dios, Teresa Moure, Joám Lopes Facal e Antón Gómez-Reino participaram na mesa redonda “Galiza. Um projeto de pais para agora e o futuro”, dentro dos actos de celebraçom do centenário das Irmandades da Fala.Paneis3

Em 1916, Lois Porteiro Garea lia o discurso fundacional da Irmandade da Fala de Santiago de Compostela. Dentro do epígrafe intitulado “O renacimento hispano e a guerra” fazia umha contextualizaçom da conjuntura na altura da época e formulava a pergunta do que fazer (“e nós que?”), dirigindo-a ao povo galego e, em especial, aos sectores intelectuais que se começam a agrupar por volta das Irmandades.

Adrián Dios, Teresa Moure, Joám Lopes Facal e Antón Gómez-Reino, moderadas por André Seoane, membro da comissom de História da Gentalha do Pichel, intentaram responder essa pergunta total. Guiadas pola mesma inquedanza que manifesta Porteiro Garea, a intençom da mesa redonda intitulada “Galiza. Um projecto de país para agora e o futuro” é situar-se num estado de ánimo semelhante e, partindo das actuais condiçons históricas, voltar perguntar que é o que podemos, queremos e/ou temos que fazer para que o povo galego avance no seu benestar e na capacidade de gerir o seu próprio destino.

A mesa redonda insere-se na programaçom de actos que o Concelho de Santiago de Compostela programou para celebrar o centenário da fundaçom da Irmandade da Fala de Santiago. Todos os actos terám lugar o dia 28 de Maio (Sábado) e serám de diverso tipo (de palestras a concertos, passando por recitais poéticos ou performances artísticas). O concelho quixo abrir à participaçom social a actividade polo que alguns desses actos som organizados por diferentes entidades, caso desta mesa redonda que organiza e coordena a Gentalha do Pichel.

O fio escolhido para articular o conjunto de actividades foi o discurso fundacional da Irmandade da Fala compostelana, lido e escrito por Lois Porteiro Garea. O discurso divide-se em 12 epígrafes. Cada um desses epígrafes desenvolve umha linha temática que foi o que se tomou como guia para criar as 12 actividades que terám lugar o 28 de Maio.


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