A Mesa recebe em 48h mais de 8000 sinaturas de apoio ao manifesto em defensa da toponímia oficial
Nos últimos dias a organizaçom ultraespanholista Hablamos Español, pagou a instalaçom dumha campanha publicitária reivindicando os topónimos em castelhano para cidades como A Corunha, Ourense ou a vila de Sam Genjo.
A de Sam Genjo durou apenas umhas horas, sendo que ante as protestas populares o supermercado Alcampo onde estava instalado o valado publicitário, eliminou a propaganda. A de Ourense e da Corunha forom rapidamente pintadas por cima, e entretanto, a rede encheu-se de memes a parodiar o absurdo da provocadora campanha.





A reaçom popular de rechaço teve grande eco nas redes sociais, e a Mesa pola normalización lingüística compilou mais de 8000 sinaturas de apoio em apenas dous dias, defendendo a toponímia galega e única oficial, segundo a legistaçom vigente.
No dia de ontem, ademais, houve umha numerosa concentraçom na cidade da Corunha, convocada pola Mesa, onde, o presidente, Marcos Maceiras, sinalou que se trata de “campanhas de ódio, vindas de fora, que pretendem apagar a pegada que o povo galego deixou no território” e destacou o a rápida e contundente resposta do povo galego, que “nom está disposto a ser humilhado por ninguém”.
Marcos Maceiras, sinalou que se trata de “campanhas de ódio, vindas de fora, que pretendem apagar a pegada que o povo galego deixou no território” e destacou o a rápida e contundente resposta do povo galego, que “nom está disposto a ser humilhado por ninguém”.
Maceira denunciou, porém, a falta de resposta dos poderes públicos. Para ele, o mais preocupante é “o amparo dos poderes públicos a estas agresons”. Neste sentido, A Mesa lembra que os poderes públicos devem agir na defesa da lei e contra o uso reiterado e sistemático das formas deturpadas tanto nesta campanha publicitária como na sinalética, nos meios de comunicaçom ou mesmo mapas digitais como os de Google.
Por outra parte, o reintegracionismo popular tem tido em numerosas ocasões campanhas de correçom dos topónimos oficiais para a forma galego-portuguesa, um questionamento da escolha ortográfica que sempre foi aliado na defesa da deturpaçom espanholista dos nomes dos lugares, em sintonia com a vontade geralizada de respeito polo património imaterial galego. Sobre isto, Eduardo Maragoto, presidente da AGAL, declarou para este Portal: “Eu compreendo que o estabelecimento de uma única forma para os nomes de lugar, incluindo uma única ortografia ou inclusive a obrigaçom a usar os artigos como se fossem parte dos topónimos, sejam extremos discutíveis da Lei de toponímia, mas quando do outro lado encontras principalmente vontade de provocar e ofender, nem sequer isso dá para discutir, pouco se pode fazer”.
