OCEANOE, um novo projeto da Arca da Noe



arca-da-noeA arca da Noe é um local de concertos e atividades culturais, café-bar e espaço de referência na comarca da Límia, que vem trabalhando pola língua e cultural galegas desde 2014. Capitaneada pola ativista em defesa da língua e reintegracionista Noemi Vázquez, agora embarcam numha nova aventura, OCEANOE, o lançamento dum livro-CD, com as seguintes caraterísticas: um Caderno de Bitácora na qual será relatada uma travessia imaginada polo mar de Antela e gravação de 15 temas de músicas e músicos que já passaram pola nave.

OCEANOE será um livro-CD, um Caderno de Bitácora no qual será relatada uma travessia imaginada polo mar de Antela e a gravação de 15 temas de músicas e músicos que já passaram pola nave.

Da Arca, explicam através das suas redes sociais que “ Depois de meses com o navio em doca seca, decidimos zarpar e navegar com a força das marés vivas. Embarcamo-nos numa travessia deste calado pela primeira vez.”

O projeto é ambicioso e nuns dias lançarám umha campanha de mecenado para conseguir o financiamento necessário.

A parte da criação literaria – o Caderno de Bitácora- será obra de Irene Veiga e Xico Paradelo, na qual será relatada uma travessia imaginada desde um ponto de realismo mágico polo mar de Antela. Esta singradura será realizada numa arca, embarcação lendária, que, apesar do diluvio de realidade contrária à vida rural que nos tocou viver, vai ser quem de recuperar a memória e a vitalidade de lugares inesquecíveis da Límia, para que sejam conhecidos e valorados por os/as leitores/as do livro.

oceanoeA parte audiovisual consistirá na gravação dum CD com temas de diferentes artistas de reconhecido prestígio no panorama musical galego e colaborações de outras figuras musicais da península, já que a A ARCA DA NOE tem como finalidade ser uma sala de concertos de referência galega e peninsular. O labor de gravarão dos vídeoclips destes temas será trabalho de Lucia Cortiñas.

E ainda contarám com “o contra-mestre Sérgio Tannus, para gravar as 15 músicas da banda sonora; a Inés Mirás e a Patri Gamalho largando e amarrando os cabos para manter o barco a vela; o Heitor Real para criar beleza onde só ficam nódoas de humidade, e a Noemi Vázquez, a segurar o leme do rumo certo e muitos grumetes a fazer de tudo…”

Pode-se seguir informação sobre o projeto no seu facebook.


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  • https://pglingua.org/index.php abanhos

    Isto vai dar certo e muito que falar.
    Que jeito bom de fazer país a sério