Partilhar

O registo civil de Vigo oferece como única opçom para casar em galego umha traduçom simultánea do espanhol

A magistrada do registo civil de Vigo responde a umha parelha que solicita que o seu casamento se oficie em galego que “o legalmente admitido em direito” é que o enlace decorra em castelhano, com traduçom simultânea para o nosso idioma.

A Mesa pola Normalización Lingüística denuncia a “estrangeirizaçom” da língua própria da Galiza por parte das administrações públicas. “Mais umha vez”, sinala a vicepresidenta da Mesa, Elsa Quintas, “a cidadania galega vê vulnerados os seus direitos linguísticos por parte das entidades que estám chamadas a defende-los, sendo forçada a escolher entre a sua língua e a celebraçom dum casamento civil normal, como o de qualquer cidadá espanhola castelhano-falante”.

Para situaçons como a denunciada, a Mesa oferece a Linha do galego, um serviço gratuito dirigido a toda a populaçom que tramita queixas cara as instituições, empresas, etc, que vulneram os direitos linguísticos; assim como parabeniza a quem dea passos cara a garantia do direito a viver em galego.

Colóquio sobre Tourists, go home? na Semana do Livro de Compostela (SELIC)

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Pontedeume

Lançamento do livro Begonha Caamanho, na Corunha

Henrique Marques Samyn visita Compostela para falar sobre literatura negra brasileira

Vivien Merciel Suarez, autora do Mapas Instáveis: “Os nossos corpos são políticos”

A Semente de Lugo festeja o seu décimo aniversário com um programa de atividades para desfrutar em família

Colóquio sobre Tourists, go home? na Semana do Livro de Compostela (SELIC)

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Pontedeume

Lançamento do livro Begonha Caamanho, na Corunha

Henrique Marques Samyn visita Compostela para falar sobre literatura negra brasileira