PGL – Na manhá desta sexta-feira, Bruno Lopes Teixeiro e Mauricio Castro Lopes, em representaçom de NÓS-Unidade Popular, apresentárom em Ferrol umha denúncia contra a junta directiva de Galicia Bilingüe por presumíveis delitos contra o exercício de direitos fundamentais (artigos 510 e 515 do Código Penal).
Dessa maneira a denúncia apresentada inclui delitos como os de induçom à discriminaçom, ao ódio e à violência contra as pessoas. Como provas, a organizaçom soberanista apresentou diversos documentos audiovisuais existentes da manifestaçom convocada pola entidade antigalega no passado dia 8 de Fevereiro.
No comunicado publicado no seu web, da organizaçom da esquerda independentista galega assinalam que «Gritos chamando à violência policial contra defensores da língua, insultos e provocaçons constantes fam parte de umha estratégia denunciável em termos de ódio étnico contra os galegos e as galegas, o que NÓS-Unidade Popular denunciou no Julgado de Instruçom nº 1 de Ferrol para que se tomem medidas legais contra a impunidade com que vem actuando a associaçom Galicia Bilingüe».

Carlos Morais denuncia a polícia espanhola
Por outra parte, Carlos Morais, membro da Direcçom Nacional de NÓS-Unidade Popular, formalizou no Julgado de Instruçom nº 1 de Compostela umha denúncia «contra os elementos da Polícia espanhola que participárom na agressom e detençom de que foi vítima na referida manifestaçom, no dia 8 de Fevereiro, quando de maneira pacífica se manifestava em defesa do galego e acabou no hospital com traumatismo cránio-encefálico pola violenta actuaçom policial.»
Junto à denúncia Carlos Morais juntou diverso material gráfico e audiovisual. Segundo o serviço jurídico de Nós-Unidade Popular «os métodos da Polícia na referida jornada constituem um delito contra o exercício de direitos cívicos e de lesons». Da organizaçom soberanista asseguram que nom vam ficar de braços cruzados «perante a constante vulneraçom de direitos por parte da polícia e dos sectores ultras que incitam ao ódio e à violência contra os sinais de identidade do nosso povo».

