A organizaçom juvenil apresentou esta semana o “Seminario de Estudos Galegos 2.0”, umha atividade com a que pretendem homenagear os 100 anos que fai este 2023 o seminario original.
O ato terá lugar o próximo 12 de outubro, data do centenário, no Auditório José Raído ‘Patelas’ em Cuntis e consistirá em umha jornada de manhá na que emularám o seminário da época, mas adaptándo-o à mocidade galega da atualidade. Tal e como sinala Élia Lago, responsável de Língua e Cultura da organizaçom, “em Galiza Nova acreditamos no potencial que tem a organizaçom para a dinamizaçom da nossa língua e da nossa cultura, organizamos esta homenagem com a intençom de ponher en valor o nosso idioma, a nossa cultura e o tecido associativo juvenil que hai no nosso país”.
A jornada começará às 11h da manhá com mesas redondas nas que participarám os projectos Mazarelos, Memoria e Cinema, Cantam808, A Colectiva e Clara Corbelhe, elaborando umha conversa na que o público também tenha participaçom e se reflexione coletivamente sobre o passado, o presente e o futuro destes projetos. Em concluindo as mesas redondas, o ato rematará com um concerto a cargo do grupo Filloas e com um jantar – ao que están convidadas todas as assistentes – que estará amenizado pola artista DjMisa.
A jornada começará às 11h da manhá com mesas redondas nas que participarám os projectos Mazarelos, Memoria e Cinema, Cantam808, A Colectiva e Clara Corbelhe.
“Queremos que haja espaço para a formaçom e para o debate, fazer visível que a mocidade a dia de hoje também se organiza, cria projetos e procura mudanças para melhorar o seu futuro” sinalou pola sua parte Marta Gómez, Secretaria Geral de Galiza Nova “mas também que seja um espaço para o convívio e com oco para o lazer, criando um espaço aberto e confortável no que poder contrastar as nossas ideias”, acrescentou.
Está previsto que a jornada acabe às quatro da tarde, hora na que acabarám os concertos planificados e será um evento gratuito para o que nom é necessário fazer umha inscriçom prévia. “A nossa vontade é que se achegue a gente que queira, para conhecer mais em profundidade os projetos que participam e também para dar a conhecer Galiza Nova como a alternativa de futuro para a mocidade galega” sinalou Lago.

