Daniel F. Caxete, diretor de Sons de Celeiro: “Produçom musical há avondo, outra cousa som os meios de difusom”



img-20190514-wa0000O grupo lucense “Sons de Celeiro” participa com o poema Non seino concurso Musicando Carvalho Calero, que já se pode ouvir aqui. Tenhem atuado por diferentes zonas da Marinha Lucense e colaborado em festivais benéficos. O grupo nasceu em 2013, composto por vozes mistas, a maioria marinheiros reformados, dirigidos por Daniel Fernández Caxete e Antón Docampo. Fala connosco o diretor Daniel Fernández.

Como vedes o panorama musical galego?

Quanto à produçom, vemo-lo participativo. Estamos num momento em que se está a editar produçom musical avondo, outra cousa é que os meios de difusom galega nom estejam a contribuir todo o que poderiam para potenciar o nosso produto.

Porquê vos animastes a participar no concurso “musicando Carvalho Calero”?

Animamo-nos a participar no festival porque entendemos que a poesia tem que ter um amplificador para dar-se a conhecer, e que melhor amplificador que a música! Neste sentido Calero tem poemas mui fermosos, e nós escolhemos “Non sei” polo que transmite o poema em si.

Sabedes que Carvalho defendia umha grafia convergente com o português e nom a espanholaA AGAL hoje defende umha soluçom binormativista para que se podam usar ambas normas ortográficas. O que achades desta possibilidade?

foto-do-grupoNós estamos a favor de que quanto mais se enriqueça a nossa normativa linguística e ortográfica, mais forte e mais potente será a nossa língua.

Que potencial pensades que poderia haver de abrir a produçom musical galega para os países lusófonos?

O potencial de poder abrir a nossa produçom musical para os países lusófonos seria um avanço mais para intercâmbios musicais por exemplo entre Portugal e Galiza, para podermos defender as nossas músicas que tan necessitadas estám de apoios.


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