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Assembleia da AGAL aprovou princípios da confluência normativa, nova etapa para a revista ‘Agália’ e renovaçom do logótipo

Outro dos grandes acordos alcançados na Assembleia Geral da AGAL foi a aprovaçom dos princípios reitores da confluência normativa, matéria que formava parte do programa eleitoral com o que Eduardo S. Maragoto concorreu à Presidência da AGAL em outubro do ano passado. Numha votaçom em que nom houvo votos contários, os 90% dos sócios e sócias apoiárom os princípios em que deve assentar o processo.

O presidente da AGAL lembrou os passos que se dérom nos últimos meses. «Em primeiro lugar formulámos umha proposta à Comissom Lingüística para tentar que esta se pugesse à frente do processo e elaborasse um texto descritivo em que fossem incluídas todas as formas morfológicas usadas por reintegracionistas, fosse qual fosse a sua sensibilidade. Essa era a única condiçom», resume Maragoto para o PGL. «Entendíamos que a CL-AGAL pudesse redigir o texto explicativo com a morfologia que entendesse e que poderia usar também a terminologia que entendesse para definir as duplicidades resultantes».

Porém, a proposta provou a demissom de cinco membros da CL-AGAL —dos quais, três abandonariam a associaçom—. Isto provocou que automaticamente ficasse como presidente o membro de mais idade (Isaac Alonso Estraviz), mas, por sua vez, que este órgão ficasse sem quórum para continuar a manter a atividade. O Conselho da AGAL, de acordo com o próprio Estraviz, adiou a incorporaçom de novos membros à Comissom Linguística, «por parecer-nos pouco elegante a meio de um importante debate», explica Maragoto.

Portanto, neste tempo o que se fijo foi um trabalho técnico a partir de umha pévia definiçom de critérios «que fôrom respeitados escrupulosamente», assinala Maragoto. O labor consistiu «unicamente em intervir no Estudo Crítico [EC] de maneira a acrescentar as formas do português padrom». Isto, contodo, exigia «umha simplificaçom das numerosas duplicidades» do EC. Para isso foi usada a bibliografia posterior ao Estudo gerada em norma da AGAL, nomeadamente o Manual Galego de Língua e Estilo, «que é em geral é o que descreve os usos canônicos do movimento associativo que segue essa norma».

Neste ponto, Maragoto aclara que nom se eliminou nengumha forma: «todas as que figurárom sempre na norma da AGAL continuam neste volume, mesmo as que já nom som usadas, em nota de rodapé».

Seja como for, nom será este o trabalho definitivo. «É só um rascunho para facilitar o trabalho da Comissom Lingüística, que deve aprimorá-lo e só quando estiver pronto seria posto à disposiçom de todos os sócios e sócias para o aprovarem» definitivamente.

Fim de ciclo na Agália

Finalizado o compromisso de cinco anos da equipa dirigida polo professor Roberto Samartim, a Agália rematava um ciclo na presente assembleia. Conforme se explicara nas assembleias de outubro e dezembro, devia-se decidir nesta primeira juntança de 2016 o futuro da revista.

Durante meses fôrom valorizados diferentes cenários e alternativas e chegou-se à assembleia com três propostas: 1) finalizar o projeto Agália, 2) solicitar ao grupo de investigaçom Galabra a direçom científica e disponibilizá-la on-line de graça através de um convénio com a Universidade de Santiago de Compostela ou 3) ceder a gestom a revista a umha nova equipa que possa surgir.

Os membros Conselho, bem como os sócios e sócias, debatêrom os pontos fortes de cada opçom, decidindo de maneira maioritária (92,3 %) apostar pola segunda, isto é, solicitar ao grupo Galabra que se ponha à frente do projeto.

Renovaçom da imagem corporativa

Novo logótipo da AGAL
Novo logótipo da AGAL

A Assembleia Geral aprovou também a renovaçom da imagem corporativa da associaçom, anunciada já na juntança do passado mês de dezembro.

O novo logótipo da AGAL é obra Sacauntos Cooperativa Gráfica, que baseou o seu trabalho em quatro critérios: conservar a herança do logótipo histórico da associaçom, adaptar o conceito para um uso moderno, criar um desenho aplicável em vertical e horizontal e «corrigir a redundância, leitura em duas direções, perda de legibilidade, tipografia obsoleta e falta de versatilidade».

Como indicado, as linhas gerais já foram explicadas em dezembro. Na altura, as sócias e sócios solicitárom algumhas modificações menores a respeito do projeto inicial, as quais fôrom já incorporadas no projeto apresentado agora à Assembleia e ratificado pola mesma.

Aprovaçom das contas

Por último, a Assembleia Geral aprovou as contas do exercício 2015. De novo, um apoio quase unânime, pois apenas se registou umha absteçom.

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