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AGAL – Crónica da Assembleia

O Conselho da AGAL decidiu descentralizar a realizaçom das suas assembleias, que nos últimos anos estavam a decorrer alternadamente em Ponte Vedra (outono) e Compostela (primavera). As primeiras (umha ordinária e outra extraordinária) fora destas cidades figérom-se ontem na segunda localidade galega mais importante em número de sócios: Ourense.

Esta cidade tivo umha importância fundamental para o reintegracionismo ao longo das últimas décadas do século passado e da primeira deste, coincidindo com a presidência de Maria do Carmo Henríquez Salido na AGAL e com a intensa atividade de associações como Meendinho, A Gente da Barreira ou, já neste século, A Esmorga.

Fotografia João Aveledo
Fotografia João Aveledo
O plenário decorreu no auditório do edifício dos sindicatos, no parque de Sam Lázaro, com a assistência de 30 pessoas. Na primeira parte, dirigida polo secretário Eliseu Mera, foi aprovada a incorporaçom ao conselho do novo responsável polas finanças, Romám Vilela, em substituiçom de José Calleja. O novo tesoureiro, natural de Cedeira e bancário de profissom, comandará a equipa financeira da AGAL nos próximos anos.
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Fotografia Suso Sanmartim
Na assembleia ordinária, em primeiro lugar fôrom apresentadas as contas de 2016 por Xico Bugueiro. A seguir, foi explicada a saúde interna da associaçom, sendo o mais destacável as 59 altas registadas na associaçom nos últimos seis meses, um claro indício, segundo o presidente Eduardo Maragoto, de que o reintegracionismo está a ganhar simpatias na sociedade, algo que também é percetível nas diferentes contas de facebook e twitter geridas pola AGAL, que registam aumentos da ordem dos 50%.
Umha delas, o consultório linguístico @emgalego, aumentou mais de 200 seguidores nos últimos meses, após a assembleia anterior onde precisamente se tinha anunciado que já atingira @s mil.
Em relaçom à área editorial, Valentim Fagim falou dos três últimos livros editados pola Através (a Ortografia Galega Moderna, o livro da conceituada antropóloga portuguesa Paula Godinho e o compêndio de relatos eróticos Abadessa, Oí Dizer) e falou dos cursos aPorto, que este ano compreende mais umha tipologia de curso: a versom Júnior. A seguir, João Aveledo explicou os avanços do Atlas Audiovisual Galego.
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João Aveledo a explicar o Atlas Audiovisual Galego, fotografia Suso Samartim
Na parte dedicada a campanhas, a última intervençom da AGAL na manifestaçom do Dia das Letras motivou a reflexom em voz alta de muitos sócios, com opiniões de quem achava interessante continuar a usar o humor paródico como marca da associaçom em determinados eventos até quem nom achou positivo a imagem de estarmos a fazer escárnio de símbolos religiosos, ainda que a maioria das intervenções reconhecia que a intençom desta “apariçom” nom tinha sido esta… mas poderia ser assim percebido por quem nos vê de fora.
Na última meia hora de assembleia fôrom dados a conhecer os projetos em que a AGAL porá os seus esforços nos próximos meses, quer nas áreas editoriais e audiovisuais como na de comunicaçom e campanhas.
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Fotografias João Aveledo
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O jantar pós-assemblear tivo umha surpresa para quase todos os presentes com a homenagem a dous membros fundamentais para a expansom da organizaçom nas últimas décadas: Gerardo Uz e Vítor Lourenço.
O trabalho de ambos à frente do PGL fôrom destacados por Fagim e Maragoto antes de receberem cadansuas caricaturas da autoria de Abraham Carreiro.
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Nas palavras que dirigírom aos presentes, Gerardo e Vítor destacárom como a AGAL os marcou mais que nengumha outra associaçom em que tenham estado.
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