Partilhar

Conflito Lingüístico e Ideoloxía na Galiza fai 50 anos

Homenagem surpresa ao autor enche o Espazo Sociocultural Moncho Reboiras

A editora Tempo Galiza organizou no passado dia 15 de julho um emotivo ato de homenagem ao sociolinguista, político e historiador Francisco Rodríguez por ocasiom do quinquagésimo aniversário da publicaçom de Conflito Lingüístico e Ideoloxía na Galiza.

Desde o momento da sua publicaçom, a obra tornou-se um marco da sociolinguística galega, que, em diálogo com outros textos dessa disciplina que saíram do prelo em meados dos anos 70, se converteu na principal referência teórica no âmbito da nacionalismo político para explicar a situaçom do galego.

Como parte da homenagem, a obra, provovida pola Federación Galiza Cultura, foi reeditada junto com mais 14 colaborações de autores e autoras que analisam o impacto da mesma no momento em que foi publicada pola primeira vez e a importância que a sua mensagem continua a ter na atualidade. Este último aspeto foi sublinhado por vários assistentes, pois o evento calhava no dia que a Xunta de Galicia apresentava o seu Plan Xeral de Normalización Linguística na Cidade da Cultura.

Para o autor de Conflito Lingüístico e Ideoloxía na Galiza a homenagem foi uma autêntica surpresa, como se ia descobrindo na sua cara à medida que o mestre de cerimónias e presidente de Galiza Cultura, Xosé Paulo Carril, ia desvendando mais chaves do ato que ainda estava a começar. Os participantes no livro-presente forom Pilar Allegue Aguete, Alberte Ansede Estraviz, Xosé Luís Axeitos Agrelo, Nemésio Barxa Álvarez, Xosé Manuel Carril Vázquez, Xoán Costa Casas, Mercedes Espiño Amil, Xosé Ramón Freixeiro Mato, María Pilar García Negro, Eduardo Maragoto Sanches, Xosé Moa Cerdeira, María Antonia Pérez Rodríguez, Goretti Sanmartín Rei e Elvira Souto Presedo. Três colaborações, a de Elvira Souto, Nemésio Barxa e Eduardo Maragoto aparecem redigidas em galego reintegrado.

Dentre os colaboradores e colaboradoras, os quatro que intervinhérom no ato forom Goretti Sanmartín, Alberte Ansede, Pilar Garcia Negro e Nemésio Barxa, que coincidirom no contributo de Francisco Rodríguez ao lançar um quadro teórico esclarecedor no momento em que este era mais necessário para “definir a posiçom dos setores mais combativos polo idioma”. Francisco Rodríguez, por sua vez, nom duvidou ao considerar “instrumental” o seu papel como autor do livro e, nesse sentido, mostrou-se satisfeito ao comprovar que tinha sido útil para as pessoas que luitam polo idioma.

O ato concluiu com a intervençom do advogado Nemésio Barxa, que proferiu algumas das palavras mais emotivas do ato, sendo também o encarregado de entregar o livro-obséquio ao homenageado.  

De onde vem a banda azul da bandeira galega?

O Problema de sermos MINORIA NACIONAL

Jota Rodrigues: “A vontade popular de debater sobre o turismo existia, nós tivemos só a perícia de saber como canalizá-la”

FALO GALEGO, FALA-ME PORTUGUÊS!

João Aveledo apresenta As histórias da Galiza Natural em Viana do Bolo

Passos pequenos olhando ao longe

De onde vem a banda azul da bandeira galega?

O Problema de sermos MINORIA NACIONAL

Jota Rodrigues: “A vontade popular de debater sobre o turismo existia, nós tivemos só a perícia de saber como canalizá-la”

FALO GALEGO, FALA-ME PORTUGUÊS!