Chega ao Através Clube o segundo volume de ‘Quem fala a minha língua?’

Esta nova entrega é coordenada por Robert Neal Baxter, professor da Universidade de Vigo



Quem fala a minha língua - vol 2Esta nova newsletter do Através Clube convoca-nos com a língua, por partida dupla, por meio de Quem fala a minha língua? vol. 2, coordenado por Robert Neal Baxter, professor da Universidade de Vigo, uma obra que irá acompanhada do primeiro presente do ano, que não será o último: Do Latim às Línguas Nacionais, de Lluís Aracil.

O primeiro volume, lançado em 2013, foi coordenado por Xemma Fernández e Valentim Fagim, e incluíu artigos de Xavier Frias Conde (sobre os limites do galego-português europeu e o caso eu-naviego), Fernando Venâncio (sobre o neerlandês e o flamengo), Charles King (sobre o moldavo e o romeno), Carme Alén (sobre o occitano), Jairo Dorado (sobre a desintegração do servo-croata) e finalmente Miquel Àngel Pradilla (sobre o valenciano e o catalão).

O que vamos poder ler neste segundo volume? Na introdução de Quem fala a minha língua? 2, podemos ler em palavras do seu coordenador:

Os artigos reunidos neste livro analisam uma série de exemplos concretos onde fica patente a plasticidade da denominação das línguas e a sua codificação, ora tendente para a unidade, ora para a divisão, oferecendo umas reflexões que podem servir, se calhar, para nutrirem o debate arredor do galego-português.

Os artigos que integram o volume são:

  • Robert Neal Baxter. Plasticidade linguística versus motivação ideológica na definição e codificação das línguas: de dialeto a língua e vice-versa.
  • Dominique Huck. O alsaciano: alguns apontamentos sobre a sua escrita e a relação com o alemão padrão.
  • Aitor Carrera. O occitano do Val d’Aran: uma aproximação sociolinguística.
  • Tadhg Ó hIfearnáin. A proximidade linguística e o desenvolvimento do manês.
  • Lars S. Vikør. O norueguês: Bokmål vs. Nynorsk
  • Philippe Mouraux. Que norma para a língua regional da Lorena germanófona? Entre tradição linguística, «renascentismo» étnico e pragmatismo
  • Robert D. King. Digrafia, Religião, e conflito étnico: O caso do Hindi e do Urdu.

Ficha:

  • Título:Quem fala a minha língua? vol. 2
  • Autores:Robert Neal Baxter (coord.), Dominique Huck, Aitor Carrera, Tadhg Ó hIfearnáin, Lars S. Vikør, Philippe Mouraux eRobert D. King.
  • Data de impressão: Janeiro, 2015, 1ª edição
  • Edita:Através Editora
  • Descrição: 206 páginas , 21 x 14 cm
  • Encadernação: Brochado
  • Coleção: Através da Língua, 13
  • ISBN: 978-84-87305-88-7
  • DL: C 91-2015
  • Preço no Através Clube: 10,4 €
  • Preço nas livrarias: 13 €

O preço deste volume em livrarias será de 13 mas, como sempre, para quem estiver subscrito ao Clube aplica-ses um desconto de 20%, polo qual ficará em só 10,4, quantidade que será cobrada nas contas bancárias das pessoas clubistas, não sendo que se indique o contrário. Os fretes, como habitual, som de graça, assim como o livro de presente.

Do Latim às Línguas Nacionais

Do Latim às Línguas NacionaisJunto do Quem fala a minha língua? vol. 2, as pessoas clubistas receberão grátis nas suas moradas a obra Do Latim às Línguas Nacionais, da autoria de Lluís Aracil, uma das figuras mais sagazes e fundamentais da sociologia da linguagem, cujo texto é «uma tentativa pioneira de pensar a configuração linguística da civilização ocidental […] com especial atenção ao turning point resultante da queda, a meados do século XVIII do latim europeu e a sua posterior substituição pelas línguas nacionais, que deu passo à actual crise na ordem sociolinguística mundial». Este trabalho foi editado no ano 2004 pola Associação de Amizade Galiza-Portugal.


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  • Ernesto V. Souza

    Não… esses não falam a minha língua…

  • ranhadoiro

    Infelizmente, nesses dous tomos, esquecerem o Esloveno da Áustria na Caríntia, que para nós é o melhor dos exemplos. Podiam em último caso terem incorporado a comunicação que está nas Actas publicadas pela AGAL do primeiro congresso internacional da língua galegoportuguesa na Galiza, sobre o assunto

    • madeiradeuz

      Bom, também se podia ter criticado aquando o volume 1 o ‘esquecimento’ do alsaciano, o qual aparece neste segundo. Que o esloveno da Caríntia é o melhor dos exemplos para nós? Discrepo. Como o do esloveno há muitos mais exemplos que não aparecem nem no volume 1 nem no 2. Aparecerão num hipotético volume 3, 4, 5…? Oxalá!

      • ranhadoiro

        tens razão, e num volume terceiro pode estar

    • http://pgl.gal Valentim R. Fagim

      Caro ranhadoiro, casos que nos podam servir de espelho há muitos, felizmente. Se houver um terceiro volume, pensaremos no que citas, de certeza e se te ocorrerem mais contacta no email da Através. Um abraço.