W. A. MOZART, PARA COMEMORAR O DIA EUROPEU DA MÚSICA



O Dia Europeu da Música celebra-se a 21 de junho. Foi o escolhido o dia tradicional do solstício de verão com o objetivo de trazer os músicos para a rua. O primeiro Dia Europeu da Música celebrou-se em 1982 em França, por iniciativa do ministro francês da cultura Jack Lang. Em 1983 reuniram-se 200.000 músicos, atolando ruas, praças e parques, tendo crescido a iniciativa de ano para ano pela Europa fora. Neste dia os amantes da música desfrutam de descontos especiais em algumas lojas, que oferecem até descontos durante todo o fim de semana da efeméride. Os parques, as salas de espetáculos e os espaços culturais organizam também concertos (gratuitos em muitos casos) de celebração da música. Alguns hotéis e restaurantes também oferecem programas musicais especiais. A música é um elemento essencial na vida de milhões de pessoas no mundo. Seja acompanhado ou sozinho, no Dia Europeu da Música devemos ouvir (ou tocar) algumas das nossas músicas preferidas. Partilhar os nossos gostos musicais nas redes sociais para relembrar esta efeméride é outra sugestão de celebração para este melodioso dia. Para comemorar esta importante data escolhi a figura do grande músico Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). O presente depoimento dedicado a este importante músico austríaco é o número 105 da série que iniciei com Sócrates, de personalidades que devem conhecer todos os escolares dos diferentes níveis do ensino.

VIDA E OBRA DE MOZART

A brasileira Dilva Frazão escreveu e publicou no seu dia uma acertada biografia de Mozart, que tenho por bem reproduzir.

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Wolfgang Amadeus Mozart, (1756-1791) foi um músico e compositor austríaco, considerado um dos maiores nomes da música erudita e um dos compositores mais importantes da história da música clássica.

Nasceu em Salzburg, na Áustria, a dia 27 de janeiro de 1756. Filho de Leopold Mozart, músico da corte, e de Anna Maria Pertl, filha do administrador do castelo de Saint Gilgen, desde pequeno já demonstrava genialidade para a música. Com quatro anos já assimilava as lições de cravo que a irmã Marianne começava a receber. Diante disso, seu pai passou a ensinar música ao filho, que aprendia com incrível facilidade. Com tão pouca idade, já começava a anotar suas ideias melódicas.

Com cinco anos, Mozart escreveu um concerto para cravo, “Minueto e Trio em Sol Maior”, hoje catalogado no Índice Koechel como o nº 1. (Mozart não dava número de opus às suas composições. A numeração de sua obra seria feita mais tarde pelo musicólogo austríaco Ludwig Koechel, daí o K).

Convencido de que o filho era um gênio, Leopold organizou um programa de estudos e as primeiras excursões. Em 1672, com apenas seis anos, ao lado da irmã de 10 anos, uma exímia instrumentista, Mozart é levado para Munique, onde o recital foi um sucesso. Ainda em 1672, seguem para Viena, onde recebem elogio da sociedade vienense. Logo são convidados para tocar para a imperatriz Maria Tereza.

Em seguida, Mozart se apresenta em cidades da Alemanha, sempre com salões lotados. Tocam para a corte em Bruxelas, seguem para Orleans e depois Paris. Começam o ano de 1674 em Versalhes, em meio à aristocracia francesa. As quatro sonatas para violino e cravo, que compôs no ano anterior começam a ser publicadas em Paris. Em Londres, a família Mozart foi recebida pelo rei Jorge III. Estava apenas com oito anos de idade e diante do órgão, Mozart executou com perfeição as partituras que lhes foram apresentadas. Em uma parada em Chelsea, Mozart conhece Johann Chistian Bach, caçula de Johann Sebastian Bach que exerceu influência em suas obras, como nas duas sinfonias: K.16 e K.19. Segue para Viena e depois volta para Salzburgo, quando é contratado para servir na capela episcopal.

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Entre 1770 e 1773, Mozart viajou por toda a Itália. Em Roma, depois de ouvir o coro da “Capela Sistina” cantar o Miserere, de Gregorio Allegri, de reprodução proibida, passou tudo para o papel, logo que chegou à hospedaria. A audácia de Mozart foi perdoada pelo papa e lhe condecorou com a “Cruz do Esporim de Ouro”. Mozart passou três meses em Bolonha, onde aprendeu os segredos do contraponto com o padre Martin e, embora tivesse sete anos menos do que os vinte exigidos pelo regulamento, conquistou uma vaga na “Academia Filarmônica Bolonhesa”. Após concluir o exame, foi aplaudido por todos os membros da instituição e se tornou o acadêmico mais jovem da casa. Acostumado a ser visto como um “virtuose”, agora se sentia como músico e compositor.

De volta a Salzburgo, Mozart é promovido a Mestre de Capela. Nessa época, já dono de volumosa obra, sofre decepções e amarguras. É humilhado pelo arcebispo e obrigado a fazer as refeições junto aos criados. A imperatriz impedia que o filho Ferdinando ficasse ao lado de um músico que rodava o mundo a maneira de um pedinte. Em 1777, acompanhado da mãe, Mozart partiu para Munique, para tentar a sorte em outras paragens. Em Mannheim, experimentou o piano de fabricação Stein, ficou deslumbrado com os recursos oferecidos pelo instrumento. Foi quando escreveu “Sonata Para Piano em Dó Maior”. Aos poucos foi abandonando o cravo, em favor do piano. Em 1778, sua mãe falece na capital francesa. Mais uma vez, Mozart retorna para Salzburgo, se retrata e conquista o emprego de volta. Em 1781, após uma encomenda, leva para Munique, a ópera “Idomeneo”, uma das mais notáveis de sua carreira. Depois de se desentender definitivamente com o arcebispo, vai morar em Viena. De 1781 até 1786 foram os anos mais produtivos de Mozart, várias óperas importantes foram compostas, entre elas, “O Rapto de Serralho” (1782), “As Bodas de Fígaro” (1786), sonatas para piano, músicas de câmara, em especial os seis quartetos de cordas dedicadas a Haydn, e diversos concertos para piano. Em 1782, casa-se com Constanze Weber, com quem teve dois filhos.

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A partir de 1786, mesmo com o sucesso de suas obras, sua popularidade começou a declinar, Mozart começou a enfrentar problemas financeiros e de saúde, atenuados a partir de 1787, quando o imperador José II lhe concedeu pensão anual. Neste mesmo ano, estreia a ópera “Don Giovanni”. No ano de 1791 compôs suas últimas obras, entre elas, as óperas “A Flauta Mágica” e “A Clemência de Tito”, e a missa fúnebre “Réquiem”. Autor de mais de 600 obras, ganhava muito dinheiro, mas gastava na mesma medida. Quando morreu, aos 35 anos, a viúva quase não teve dinheiro para enterrá-lo. Wolfgang Amadeu Mozart faleceu em Viena, na Áustria, o dia 5 de dezembro de 1791. Seu corpo foi velado na catedral de Viena, sem nenhuma pompa, e enterrado em cova não demarcada no cemitério da Igreja de São Marx.

O Réquiem em ré menor (K.626) é uma missa fúnebre composta por Mozart em 1791, encomendada pelo conde Walsegg-Stuppach, pretendendo fazê-lo passar por seu para homenagear a mulher morta. A obra, que ficou incompleta, foi terminada por seus discípulos. Resenhamos a seguir as principais obras de Mozart: Sonata em Lá Maior K331 (1778); Missa da Coroação K.317 (1779); Idomeneo (ópera, 1781); Concerto para Piano K.466 (1785); As Bodas de Fígaro (ópera, 1786); Dom Giovanni (ópera, 1787); Sinfonia nº 40 (1788); A Flauta Mágica (ópera, 1791) e o Réquiem (1791).

FICHAS TÉCNICAS DOS DOCUMENTÁRIOS

  1. Mozart, música para estudar e memorizar.

     Duração: 185 minutos. Ano 2018.

     

  1. A Flauta mágica de Mozart: Abertura.

     Duração: 8 minutos. Ano 2013.

     

  1. Sinfonia nº 40 em sol menor de Mozart (completa).

     Duração: 31 minutos. Ano 2011.

     

  1. Quem foi Mozart?

     Duração: 14 minutos. Ano 2014.

     

  1. O segredo de Mozart.

     Duração: 7 minutos. Ano 2011.

     

  1. Mozart: Grandes biografias.

     Duração: 46 minutos. Nota: Falado em castelhano. Ano 2013.

     Produtora: Channel.

     

  1. Biografia de Mozart.

     Duração: 6 minutos. Ano 2013. Falado em castelhano.

     Ver aqui.

    Nota importante: Existem várias longa-metragens cinematográficas dedicadas a Mozart e a peças e óperas mozartianas. Entre elas temos as seguintes:

  1. Melodias eternas (Itália, 1940, 97 min.). Diretor: Carmine Gallone.
  2. Mozart. O gênio da música (Áustria, 1942, 111 min.). Diretor: Karl Hartl.
  3. Mozart de viagem para Praga (Itália, 1974, RAI, 55 min.). Diretor: Stefano Roncoroni.
  4. A flauta mágica (Suécia, 1975, 175 min.). Diretor: Ingmar Bergman.
  5. Dom Giovanni (França-Itália, 1979, 185 min.). Diretor: Joseph Losey.
  6. Mozart (França-Bélgica-Itália-Canadá-Suíça, 1982, para TV, 150 min.). Diretor: Marcel Bluwal.
  7. Nós os três (Itália, 1984, 88 min.). Diretor: Pupi Avati.
  8. Amadeus (EUA, 1984, 158 min.). Diretor: Milos Forman.
  9. A vida de Mozart (Áustria, 1991, 145 min.). Diretor: Juraj Herz.
  10. As bodas de Fígaro (Reino Unido, 2005, 205 min.). Diretor: Ivor Bolton.
  11. Eu, Dom Giovanni (Espanha-Itália, 2009, 127 min.). Diretor: Carlos Saura.

MOZART, MÚSICO GENIAL E IMORTAL

O brasileiro Renato Roschel escreveu no seu momento um muito acertado depoimento sobre Mozart, que tenho por bem reproduzir agora.

“O gênio austríaco, Wolfgang Amadeus Mozart, nasceu em Salzsburg em 1756 e foi um fenômeno durante toda sua vida. Aos três anos já conseguia tirar melodias do cravo, e chorava quando alguém tocava alto demais ou de forma muito discordante. Aos quatro anos já tocava violino e cravo de forma tão fluente quanto uma criança com o triplo de sua idade e o triplo de tempo de estudos musicais. Aos cinco anos Mozart já compunha minuetos e outras peças pequenas, porém, todo este poder criativo e musical não era visto por seu pai apenas com alegria, mas também com muito medo e alarme. O pai de Mozart não tinha a menor ideia de como e o que mais poderia ensinar ao filho, pois este não gastava mais do que 30 minutos para solucionar os problemas mais complexos que o pai lhe oferecia. Vaidoso, o pai de Mozart estremecia diante de tal genialidade, porém, não deixou de tirar dela tudo o que pode. “Aproveitou” todo o poder criativo de seu pequeno filho para adquirir uma pequena fortuna. Levava-o para as casas aristocráticas e principescas e fazia-o executar alguns jogos musicais. O que fez com que Mozart passasse a maior parte de sua infância e adolescência viajando.

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Mesmo tendo uma vida totalmente movimentada, aos 12 anos Mozart já era um compositor de altíssima qualidade, seus “métodos” de composição, no entanto, eram um tanto quanto diferentes. Por ter tido uma vida cheia de viagens, Mozart criou uma maneira de compor só sua: primeiro ele criava a música em sua cabeça, até em seus menores detalhes, enquanto fazia outras coisas como jogar bilhar, ensinar piano, etc. Depois, logo que tinha a oportunidade de sentar-se em frente a uma partitura em branco, escrevia a música que trazia em sua cabeça com tal fervor e rapidez que não houve quem não tivesse ficado impressionado com tamanha força criadora. Escrevia a música como se estivesse apenas copiando uma partitura que já sabia de cor. Esta infância atribulada, porém, teve uma forte influência sobre sua personalidade. Alegre e encantador, Mozart ficava a vontade logo após ser apresentado a alguém, entretanto, achava muito difícil formar amizades mais duradouras e profundas. Sua infância o tornara um homem superficial em suas relações. Mozart levou esta maneira leviana de viver até a sua idade adulta, pois mesmo casado e pai de família, mudava-se continuamente (chegou a mudar-se 9 vezes em um ano), era também absolutamente incapaz de controlar sua vida financeira. Foi “ciceroneado” até os 30 anos por seu pai, quando este veio a falecer.

Casado com Constanza, a qual era tão imprudente com relação ao dinheiro quanto o próprio Mozart, passou a viver atolado em dívidas e sob condições de extrema pobreza. Nos últimos anos de sua vida, apesar de terem sido extremamente ricos no que se refere a criação musical, sofreu muitíssimo com a falta de recursos. Mozart, a respeito de sua criação musical, sempre se viu como um grande compositor de óperas. Suas criações operísticas como Dom Giovanni, Flauta Mágica e outras eram suas obras favoritas.

Seu instrumento preferido era a viola, que ele tocava admiravelmente em música de câmara com seus amigos, entre os quais, Haydn. Entre as obras de Mozart estão 41 sinfonias; 27 concertos para piano; cinco concertos para violino; quatro concertos para trompas; um concerto para flauta; um para oboé; um para clarineta; um para fagote; uma sinfonia concertante para violino, viola e orquestra; sinfonia concertante para quatro instrumentos de sopro e orquestra; um concerto para dois pianos; um concerto para três pianos; um concerto para flauta e harpa; concertone para dois violinos; 17 divertimentos, treze serenatas, mais de cem minuetos, gavotas, marchas e outras peças para dança, frequentemente agrupadas em conjuntos de seis.

A maior parte das sinfonias escritas por Mozart foi composta como música de entretenimento, um contraponto alegre aos divertimentos e serenatas.

Da música vocal composta por Mozart, fazem parte 19 missas (incluindo o Requiem); 4 cantatas; vésperas e uma dezena de obras corais e orquestrais menores; 24 óperas e outras obras para o palco (incluindo, “Idomeneo”, “O Rapto do Serralho”, “As Bodas de Fígaro”, “Cosi Fan Tutte”, “Don Giovanni” e “A Flauta Mágica”); 12 árias de concerto, a cantata Exultante, Jubilate e um punhado de peças menores para voz solista e orquestra; 50 canções para voz e piano. Seus concertos para piano foram escritos, em sua grande maioria, para serem utilizados em suas apresentações. Mozart compôs o primeiro concerto aos 11 anos de idade e o último em 1791, ano de sua morte. Mozart, um dos maiores gênios da música de todos os tempos, morreu a 5 de dezembro de 1791”.

BRINCADEIRAS MUSICAIS PARA AS CRIANÇAS

Eis a proposta didático-pedagógica de Ariane Donegati, para realizar nas aulas com os escolares brincadeiras musicais:

 “Nós já falamos sobre os benefícios da música para a criança. Entre muitas coisas, ela é aliada da alfabetização e ajuda a despertar os sentimentos dos pequenos. Por isso escolher boas músicas para eles ouvirem desde cedo é decisivo para estimular o desenvolvimento dos pequenos, mas além disso você também pode propor algumas brincadeiras musicais para fazer com as crianças.

  1. Coralzinho: O princípio dessa brincadeira é mostrar que uma só música pode ser composta por diferentes elementos. Cada criança será responsável por cantar em um timbre, você pode dividi-las em grave, médio e agudo. Escolha uma música e ensaiem separadamente cada timbre. Depois vocês podem juntar um timbre para cada criança e cantarem juntos a música, como em um coral.
  2. Sinfonia de palmas: Quanto mais participantes, mais divertida fica a brincadeira. Cada criança deverá bater palmas em um ritmo pré-determinado, um adulto ou uma criança mais velha será o maestro dessa sinfonia. A ideia é fazer uma melodia harmônica com diferentes palmas.
  3. Continue a música: Coloque uma música que vocês gostam para tocar. Prestem atenção a todos os instrumentos usados na música, tentem reproduzir o som de cada um deles. Depois desse aquecimento, é hora de fazer pra valer! Coloque a música e cada um escolhe um instrumento para reproduzir, depois pause a música e todos devem continuar tocando no ritmo. O legal da brincadeira não está em acertar de primeira, mas sim prestar atenção nos ritmos, arranjos e tentar reproduzir.
  4. O que é, o que é?: Para essa brincadeira você vai precisar de vários objetos para reproduzir diferentes sons, podem ser potinhos com grãos dentro, folhas de papel, potinhos vazios, lápis ou palitos de madeira… brinquem de explorar o som de cada objeto. Depois de brincar, a criança fecha os olhos, você faz um barulho e ela tem de adivinhar qual som é aquele. E aí será a sua vez de fechar os olhos e deixar que a criança escolha um som para você adivinhar de qual objeto vem.

TEMAS PARA REFLETIR E REALIZAR

Vemos os documentários citados antes, e depois desenvolvemos um Cinema-fórum, para analisar a forma (linguagem fílmica) e o fundo (conteúdos e mensagem) dos mesmos.

Organizamos nos nossos estabelecimentos de ensino uma amostra-exposição monográfica dedicada a W. Amadeus Mozart, a sua obra musical, e a sua influência dentro desta bela arte a nível mundial. Na mesma, ademais de trabalhos variados dos escolares, incluiremos desenhos, fotos, murais, frases, textos, lendas, livros e monografias.

Podemos realizar no nosso estabelecimento de ensino uma audição musical (com CDs de obras musicais de Mozart), convenientemente programada e organizada e, se tivermos a sorte de contar na localidade da nossa escola com algum grupo de música clássica, podemos convidá-lo para dar um concerto no nosso estabelecimento de ensino, cujo programa terá que ser de peças mozartianas.

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

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  • Ernesto V. Souza

    Li isto há algum tempo num livro de ensaios breves de Marilynne Robinson… agora cada vez que ouço Mozart, por riba de tudo e da arte… penso em librés…

    “I believe it was Brahms who, like Shakespeare, wore servants’ livery. And Mozart was expected to eat in the kitchen with the servants.”

  • Miro Moman

    Mozart, provavelmente o maior génio musical de todos os tempos, decidiu por esse génio ao serviço da maçonaria. E fascinante como todas as suas operas, muito em particular A Flauta Magica (tenho a metade libreto traduzido ao galego diretamente desde o original alemão), sao panfletos políticos maçónicos.