“Eu nada faço” deve pensar o devoto instruído na verdade quando vê, ouve, toca, come, anda, dorme, respira, fala, segura ou solta alguma coisa, abre ou fecha os olhos, considerando que “são os sentidos que se relacionam com os objetos sensíveis (…) O devoto que renuncia ao fruto de suas ações consegue a paz eterna. … Continue a ler Salvar a nossa Língua
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