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(Re)unidas pola Língua juntou pessoas de todos os âmbitos para procurar ideias para o galego

Mais de 50 pessoas de diferentes instituições, organizações, partidos políticos, do mundo da cultura e da sociedade civil reunírom-se em Santiago de Compostela na jornada “(Re)unidas pola Língua”, organizada pola AGAL.

No sábado 31 de janeiro, na Casa do Taberneiro de Santiago de Compostela, tivo lugar a primeira ediçom das jornadas (Re)unidas pola Língua, organizadas pola Associaçom Galega da Língua (AGAL).

Ato de abertura

O ato de abertura contou com as intervenções do presidente da AGAL, Jon Amil; do Secretário de Língua da Junta da Galiza, Valentín García; e da concelheira de Desportos, Rural, Festas e UMAD do Concelho de Santiago de Compostela, Pilar Lueiro.

A jornada começou às 10h da manhã com um ato em que intervinhérom Jon Amil (presidente da AGAL), Valentín García (Secretário de Língua da Junta) e Pilar Lueiro (concelheira de Santiago de Compostela). Estava previsto que, no lugar da concelheira, assistisse a alcaldessa de Santiago de Compostela, Goretti Samartín, mas finalmente nom pudo assistir por motivos de agenda. Nas suas intervenções, Jon Amil destacou a dupla finalidade desta jornada, “que a lusofonia seja um elemento central do debate” e que “a língua nom é de nenguma instituiçom” senom que “todo o mundo é igual de importante, todo o mundo tem algo que achegar, a língua é de quem a fala e nesta conversa nom sobra ninguém”. Valentín García mencionou que o novo Plano Geral de Normalizaçom Linguística que está a preparar a Junta tem “todo um sector dedicado à lusofonia” e que “a pertença da nossa língua própria, do galego, a esse tronco comum da lusofonia há que exercê-la em muitíssimos sítios e nom deixar de exercê-la nunca”. Pola sua parte, Pilar Lueiro dixo que “a língua galega está numa situaçom delicada, de emergência, e nom podemos mirar para outro lado”, que “cada pessoa que a fala e a escreve é parte da soluçom” e que “tanto tem o tipo de norma que usemos, o português pode salvar-nos”.

Transcurso do evento

O evento foi organizado seguindo a estrutura conhecida como “world café”, com 5 mesas de âmbitos diferentes ao redor da língua.

A seguir ao ato de abertura, todas as pessoas assistentes fôrom distribuídas em cinco grupos que fôrom rotando polas cinco mesas existentes. Cada mesa foi coordenada por uma pessoa com experiência no âmbito correspondente. Estas fôrom:

  • Ensino e futuro profissional, coordenada por Sara García (educadora em Ultreia, iniciativa de lezer e tempo livre das Escolas Semente)
  • Cultura, comunicações e redes, coordenada por MJ Pérez (cantora, comunicadora e produtora)
  • Economia e serviços, coordenada por Antia Balseiro (conselho de redaçom do jornal Novas da Galiza)
  • Direitos linguísticos, coordenada por Joseph Ghanime (professor de português)
  • Convergência linguística na lusofonia, coordenada por Manuel Arca (professor de galego e tradutor audiovisual)

Em cada mesa apresentou-se um caso hipotético do uso da língua no âmbito referido, e cada um dos grupos foi achegando vivências, ideias e possíveis soluções para casos como esse. Estas mesas de debate prolongárom-se durante toda a manhã.

Partilha dos resultados com orientaçom científico-académica

Às 16h30 da tarde começou a segunda parte da jornada no auditório do Museu do Povo Galego. Ali intervinhérom as cinco anteditas coordenadoras para explicar as conclusões de cada uma das mesas; e também cinco pessoas especialistas para dar a sua visom técnica sobre essas conslusões. Estas cinco especialistas fôrom: Elias Torres (decano de filologia da USC), Beatriz Bieites (professora de português, cofundadora da Gentalha do Pichel e promotora da primeira Escola Semente), Elsa Quintas (advogada, vice-presidenta d’A Mesa pola Normalizaçom Linguística e diretora do Observatório de Direitos Linguísticos), Diego Sande (professor do departamento de Economia Aplicada da USC e membro do IGADI) e Bernardo Penabade (professor, filólogo, sociolinguista, impulsor do Modelo Burela entre muitas outras cousas).

Todas as conclusões serám, proximamente, recolhidas e sintetizadas num dossiê. Este dossiê será levado pola AGAL aos organismos oficiais de que fai parte (a Comunidade de Países de Língua Portuguesa – CPLP e o Observatório da Lusofonia Valentín Paz Andrade da Junta de Galiza); será entregada à equipa que está a elaborar o novo Plano Geral de Normalizaçom Linguística; será apresentado aos diferentes grupos políticos em vindouras reuniões; será distribuído às associações e pessoas que trabalham pola língua; e será também publicado de maneira aberta para o conjunto da sociedade.

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