Todos os artigos marcados como "Maria Dovigo"

  • Língua literária do meu povo

    Uma reflexão de Maria Dovigo sobre a língua através da sua própria história pessoal como leitura e através da nossa própria história como povo.

  • A ordem do mundo

    Lembranças, política e historia, a história de todas. Através dum momento da vida diária, Dovigo surprende a vida num momento neste novo ‘Mar de fora’

  • Para outro diálogo galego-português

    Perante o atual estado de coisas, Maria Dovigo analisa a encruzilhada simbólica na estão galegas e galegos no seu diálogo com a Lusofonia.

  • Andrade

    Dovigo viaja à história dos Andrade e valoriza a sua achega na construção do significado político da Galiza.

  • Enxebres, neofalantes, colonizados

    Não sei qual é a minha língua materna. Sei o que fui aprendendo a falar, entre duas línguas, e tenho consciência do momento histórico e da sociedade em que fui educada, da atmosfera de medo, das feridas dos meus pais, ferida linguística, ferida do espaço que se ocupa no mundo, sei qual era a língua […]

  • Heterodoxos espanhóis

    Maria Dovigo passeia pela história do nacionalismo espanhol e propõe uma galeguidade baseada na heterodoxia para podermos segurar um futuro.

  • Todo o lugar é um centro da terra

    A citação que dá título a este artigo está tirada de um ensaio de Robert Louis Stevenson sobre a sua cidade natal, Edimburgo. A frase, que já isolada é tão sugestiva ao pensamento como aquela de Vicente Risco “a Galiza é um mundo”, ganha consistência e sentidos quando lida no contexto do parágrafo, da mesma […]

  • Concerto para a mão esquerda

    Conta Gregório de Tours que o filho do rei suevo Carriarico se curou miraculosamente da lepra quando recebeu em Braga as relíquias de Martinho de Tours. Pois quem quer ser pai dum filho morto? Quem quer ser órfão? Começo estas notas no dia de São Martinho, dia de “lume, castanhas e vinho”, segundo o provérbio. […]

  • Cruz na ponte

    “Cruz na fonte, cruz no monte, cruz na ponte” Começo estas notas na estação de Porto-Campanhã, à espera dum trem para Lisboa que só apanharei daqui a uma hora. É final de julho e a sala de espera está cheia de gente. Gosto destes espaços de gente em trânsito que por um momento se encontra. […]

  • História dos peixes

      O Atlântico da minha infância era o espaço dos peixes. A minha cartografia chegava aonde os pescadores chegavam, mais além da Marola, ao Grand Sole, à Terra Nova. Havia ainda histórias como ficções, as dos nomes escritos na fachada da escola de Náutica da Crunha, Magalhães, Elcano, que na altura me pareciam de alguma […]