Todos os artigos marcados como "Joám Lopes Facal"

  • Portugal, Angola, Moçambique: o dolorido latejo da ferida pós-colonial

    Joám Lopes Facal propõe um repasso pola escrita do português Pedro Rosa Mendes e mais da Isabela Figueiredo, nascida em Moçambique, e retornada para Portugal em 1975.

  • Paixom lexicográfica, um terceto virtuoso

    Joám Lopes Facal propõe um repasso polo labor de três avezados exploradores: Issac Alonso Estraviz (1935), Álvaro Iriarte Sanromán (1962) e Carlos Garrido Rodrigues (1967).

  • A política linguística na democracia: texto e contexto de um documento precursor

    Joam Lopes Facal, analisa o contexto do primeiro parlamento galego e características da Proposiçom de Lei de 21/XII/1981 à Lei de Normalización Lingüística de 15/VI/1983.

  • O campo de forças do sistema cultural galego, umha leitura (e II)

    Constantino Garcia (Oviedo, 1927; 2008) acedia à cátedra de Filologia Románica da Universidade Compostelana em 1965; em 1971 promoveu o ILG, bastiom inexpugnável do poder glotopolítico docente e normativo, em posse indiscutida em adiante que nada irá turbar. O posterior conluio ILG/RAG, consagrado na formulaçom conjunta das NOMIG 1982, impulsionará Constantino Garcia à RAG. Este […]

  • O campo de forças do sistema cultural galego, umha leitura (I)

      Para qualquer um versado em física, campo de forças pode ser a melhor metáfora para designar um espaço de interacçom e confronto. Constelaçom poderia valer também mas, sistema merece ser a metáfora ganhadora caso despi-la da inerente atemporalidade que a tolhe. Afinal foi esta a eleita por Newton para denominar o seu modelo cosmológico: […]

  • Pequeno tratado de regions demarcadas.

    (Prontuário para amigos e iniciados de ambas margens do rio Minho) A Região Demarcada do Douro foi criaçom do Marquês de Pombal para delimitar o mais prezado território do país de vinho de qualidade. Boa denominaçom esta para aludir á distribuiçom territorial de identidades com sabor próprio. Infelizmente, as regions demarcadas comportam fronteiras e estas, […]

  • As múltiplas ortografias de Marco Neves

      As ortografias servem para separar e também para se reconhecer, como hábito do idioma que é — indumentária e costume — custa desprender-se dela. As mudanças de hábito costumam anunciar-se com tormenta. O Acordo Ortográfico, por exemplo, acabou atrapalhando o português transatlántico e dividindo os seus utentes em agentes ativos e passivos, concordantes, discordantes […]

  • Fronteira norte: óptica de Estado e distorçom perceptiva

    A Galiza não tem papel nenhum na auto-imagem dos portugueses, afirma Fernando Venâncio. E ainda avisa do erro fatal de o galego projectar sobre Portugal um interesse que é, fundamentalmente, unilateral. Também lembra um texto dos noventa de Pilar Vázquez Cuesta onde a professora afirmava que o diálogo Galiza — Portugal era inevitavelmente assimétrico. Tam […]

  • Fernando Venâncio e a fronteira linguística do norte

    A Fernando Venâncio, Ernesto Vázquez de Sousa e Maurício Castro, cúmplices involuntários deste artigo Apesar do meu deficiente conhecimento da trajectória intelectual de Fernando Venâncio, guardo grande apreço polo professor e pola lucidez e firmeza com que defende as suas posiçons sem fugir da polémica nem vulnerar a deferência devida ao opositor. Na sua presença […]

  • Bolxeviques e menxeviques

    [Nota a quem ler. O autor deste artigo, que porfia em conjugar a presidência da AEG com a adscriçom á AGAL, acolhe-se à benevolência do PGL e dos seus leitores para partilhar o seu particular relato de um desconfortável episódio que terminou em amarga fractura. O autor quer aproveitar a ocasiom para agradecer por antecipado […]