50 pessoas que contribuíram para fazer a Galiza como é

Novidades Através: “Todas mortas e (quase) esquecidas.”



todas-mortas-e-quase-esquecidasNos últimos tempos, a coleção da Através que tem dado uma maior esticão é Através de Nós. Neste mesmo ano, três livros precederam o presente: HISTORIA DA DANÇA CONTEMPORÂNEA NA GALIZA, de Afonso Becerra, UM PAÍS A LA GALLEGA. GALIZA NO NO-DO FRANQUISTA, de Beatriz Busto e A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DOS LIMITES DA GALIZA, de José Manuel Barbosa, cujo segundo volume será o próximo habitante desta coleção, em finais de agosto.

No mês de julho, da autoria de vários historiadores, Carlos Velasco, Henrique Egea, Xosé Estévez e Uxio-Breogán, o livro Todas mortas e (quase) esquecidas, seleciona 50 personagens que contribuíram de alguma forma para fazer a Galiza como é.

Na história das nações, existe um acumular de figuras. O caso da Galiza não é excecional. Algumas ganharam destaque nos manuais escolares, nas estátuas e nas placas, bem como nos nomes das ruas. Mesmo assim, uma nação sem estado tem sempre uma grande dificuldade para divulgar as pessoas que protagonizam a sua história. Não é por acaso que no título deste livro, Todas mortas e (quase) esquecidas, a palavra quase surge, entre parênteses, para evidenciar que os saberes não são comuns, nem em quantidade nem em qualidade.

Este livro tenta, precisamente, dar luz a este âmbito do saber histórico e, dando a conhecer pessoas concretas, ilustrar melhor os tempos históricos que nos precederam, ou, nas palavras do historiador Marc Bloch, “A incompreensão do presente nasce fatalmente da ignorância do passado”.

Os autores

Henrique Egea Lapina (Las Palmas, 1963) é licenciado em Filologia Clássica pola USC e professor de língua, no ensino secundário, colabora na revista digital Terra e Tempo. Investiga história medieval, em especial os séculos XI e XII, tema sobre o qual publicará o livro “Remover Roma por Santiago”, editado polo Instituto Galego de História (Igalhis).

Carlos Fco. Velasco Souto (Tomeza, Ponte Vedra, 1958) é doutor em Geografia e História pola Universidade de Santiago de Compostela e, desde 1987, professor titular de História Contemporânea, na Universidade da Corunha. Investigador especialista nos movimentos sociais da Galiza contemporânea, é autor de uma dilatada obra, nesse campo, abrangendo livros e artigos, em revistas especializadas. É também ativista, em prol da recuperação da nossa memória e histórica democrática.

Xosé Estévez Rodríguez (Quiroga, 1943) é diplomado em Estudos Eclesiásticos, Seminário Maior Diocesano de Lugo, licenciado em Filosofia e Letras pola Universidade Complutense de Madrid, em 1973, e doutor em História pola Universidade de Deusto, em 1990, onde exerceu como professor, desde 1973 até à sua jubilação, em 2011. Impulsionador, juntamente com Uxio-Breogán Diéguez, do Galeusca História, em 2008, especialista neste assunto.

Uxío-Breogán Diéguez Cequiel (Madrid, 1978) é doutor em História pola Universitat de Barcelona. Professor da Universidade da Corunha, onde dirige a Cátedra de Memória Histórica. Cofundador e diretor, desde 2003, de Murguia, Revista Galega de História. Impulsionador, juntamente com Xosé Estévez, do Galeusca História, em 2008, e autor de diversos livros, entre os quais A Asemblea de Concellos de Galiza Pro-Estatuto (2002); Álvaro de las Casas. Biografía, Obra e Epistolario (2003); Alexandre Bóveda nos seus documentos (2011); ou Nacionalismo galego aquén e alén mar, 1936-1975 (2015).
Eis o índice:

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