AS AULAS NO CINEMAFilmes: As bicicletas são para o verão, Ai Carmela! e Belle èpoque

LEMBRANDO A SEGUNDA REPÚBLICA



republica-as-bicicletas-sao-para-o-verao-capa-livroO dia 14 de abril celebra-se a proclamação da 2ª República no nosso país, que teve lugar tal dia de abril de 1931, vai fazer agora 86 anos. Depois de ter passado tanto tempo, ainda é hoje o dia que temos muitos problemas para lembrar a data e para recuperar nomes e pessoas que foram assassinadas na sequência do golpe fascista de 1936. Sendo também muito grave que subsistam muitas distorções sobre a época republicana, sobre a guerra civil e o após-guerra e sobre muitas personagens do momento. Pelo que estimamos que é urgente reestabelecer a história de forma o mais clara e objetiva que se possa. Especialmente entre os jovens e os estudantes, e dentro da área relacionada com as ciências sociais e a história, evitando todo o que for possível as manipulações de factos acontecidos naquela altura. Deixando ficar muito claro entre docentes e discentes, que não houve no nosso país no que se refere à educação, o ensino e a cultura, uma época tão brilhante como a republicana, ainda sem superar mesmo nos anos que levamos do atual século XXI.

O historiador Vicenç Navarro, de forma muito acertada, vem de comentar e clarificar algumas das distorções e manipulações que sobre a Segunda República e o golpe fascista de Franco e os seus sequaces, ainda desgraçadamente subsistem na atualidade, depois de terem passado mais de oito décadas. Segundo Navarro, a intervenção e/ou não intervenção do Reino Unido na guerra civil deve clarificar-se já. Quando Eduardo VIII abdica como rei dos britânicos, realmente o faz em grande parte por estar a favor dos nazis, simpatias que expressou abertamente, e que eram claramente conhecidas pelo Parlamento inglês e na própria Corte. Depois de abdicar, este monarca passou a sua lua de mel na Alemanha de Hitler, saudando o Führer com o braço em alto em repetidas ocasiões e encontros. Também se sabia que a sua camarilha no Reino Unido incluía ativistas fascistas britânicos. As simpatias do monarca não eram atípicas em muitos sectores da aristocracia europeia e em grandes sectores poderosos europeus, incluído o britânico. O medo enorme que existia para o movimento dos operários, tanto na sua versão social-democrata, como na comunista, fez que tais poderes olhassem para o nazismo e ao fascismo como o único dique possível frente ao grande avanço do socialismo e do comunismo. Foi realmente este medo o que explica o chamado «Pacto de Neutralidade e Não-intervenção» na guerra civil espanhola, por parte dos países aliados, incluindo o Reino Unido e a França, negando ajuda militar ao governo republicano espanhol democraticamente eleito, na sua tentativa de derrocar o golpe militar franquista apoiado de forma evidente por Hitler e Mussolini. Mesmo o primeiro-ministro do Reino Unido na altura, Neville Chamberlain, adaptou-se de forma vergonhenta aos desejos de Hitler, o que se refletiu tanto no infame Pacto de Munique de 1938, como no pacto de neutralidade e de não intervenção em Espanha, ao qual o Reino Unido e a França aderiram, demonstrando com evidência que eram parte destas simpatias do governo britânico cara Hitler como «freio do comunismo e do socialismo». O infame pacto de Munique, que cedeu parte de Europa a Hitler, era um indicador de todo o que comentamos. Mesmo Jorge VI, sucessor de Eduardo VIII, recebeu Chamberlain com todas as honras, causando um grande enfado no Partido Laborista, depois de ter assinado um dos pactos que piores repercussões teve na paz da Europa. Deve clarificar-se também que Winston Churchill, passou de defensor de Eduardo VIII a ser seu oponente. Churchill, certamente, era profundamente conservador, embora também fosse uma das personagens com maior perspetiva histórica na Europa e no seu país, e o seu profundo nacionalismo lhe fez ver que o maior perigo para o Reino Unido era Hitler. Foi ele quem viu que, a mal chamada Guerra Civil espanhola (em realidade era um golpe militar apoiado por Hitler e Mussolini, contra a maioria da população espanhola, ou, como tinha definido o embaixador dos EUA, «um Exército contra o seu povo») era o primeiro capítulo da 2ª Guerra Mundial. Por isto Churchill se opôs desde o primeiro momento ao «Pacto de Neutralidade e Não intervenção», defendendo que se ajudasse militarmente o governo republicano espanhol para parar Hitler e Mussolini, e isso apesar de que ele era consciente (igual que o governo britânico) de que as esquerdas dominavam o governo republicano que solicitava ajuda. Churchill corretamente interpretou que a Guerra Civil espanhola como o primeiro passo na luita contra o nazismo e o fascismo na Europa. A sua desaprovação do famoso «Pacto de Neutralidade» tantas vezes citado, ficou expressada na sua crítica ao governo britânico, acusando-o de ter anteposto os seus interesses de classe aos seus interesses nacionais. O governo britânico e o de muitos países europeus tinham medo de que as classes populares dos seus países se contaminassem com as reformas progressistas que o governo republicano espanhol estava a fazer, e que se podiam estender ao resto da Europa democrática. O nacionalismo de Churchill foi maior que a sua consciência de classe, atraiçoando a sua classe neste tema, para defender a sua nação britânica. Durante os bombardeios aéreos nazis da cidade de Londres, Churchill animou a população londrina a que resistisse tais bombardeios, citando como ponto de inspiração a resposta da população de Barcelona aos bombardeios aéreos fascistas e franquistas. E, embora fosse um anticomunista profundo (ele foi um dos fundadores da chamada «Guerra Fria»), teve a integridade de reconhecer que a União Soviética (que foi o único país, junto com o México, que ajudou militarmente a República), tinha sido a maior força, com os seus mais de 22 milhões de mortos, que tinha derrotado o nazismo na Europa.

Na realidade a União Soviética teve muito pouco protagonismo no início da República, e a sua maior presença foi mais tarde, sendo com o México, a única potência que ajudou a República militarmente. Certo que num primeiro momento a União Soviética apoiou o tratado de neutralidade e não intervenção, pois o último que desejava era que houvesse uma revolução bolchevique, versão espanhola, na Espanha. O que teria antagonizado os governos europeus, que era o que menos desejava, pois a sua prioridade era estabelecer uma aliança com as democracias ocidentais contra Hitler. A União Soviética rompeu o tratado de neutralidade quando viu, com razão, que a maciça ajuda militar de Hitler e Mussolini a Franco estava danando enormemente a República, pondo em perigo a sua viabilidade como estado, ao não ter qualquer ajuda militar, consequência do famoso tratado de neutralidade. E Churchill, o que poucos sabem, agradeceu à União Soviética a sua ajuda à República espanhola e na derrota do nazismo. Infelizmente, ainda hoje continua de alguma maneira a nefasta «Guerra Fria», na interpretação que se faz da 2ª Guerra Mundial, da 2ª República e da Guerra Civil em Espanha. A República, termina dizendo Navarro (opinião que partilhamos), foi uma época que apesar das suas fraquezas teve um enorme efeito na melhoria do bem-estar e na qualidade de vida das classes populares espanholas. As reformas que fez atemorizaram as estruturas do poder em Espanha e na Europa. E que ao suceder o golpe militar fascista requereu a ajuda da União Soviética, a qual viu, igual que Churchill, a Guerra Civil como o primeiro capítulo da 2ª Guerra Mundial. Se as democracias europeias tivessem apoiado militarmente a República, a história de Espanha e da Europa houvessem sido muito distintas.

Os três filmes que escolhi desta vez apresentam três histórias que acontecem precisamente nos dias anteriores ou posteriores ao golpe fascista de julho de 36, contra o governo legítimo da 2ª República.

FICHAS TÉCNICAS DOS TRÊS FILMES:

1. As bicicletas são para o verão (Las bicicletas son para el verano). republica-as-bicicletas-sao-para-o-verao-capa-dvd

Diretor: Jaime Chávarri (Espanha, 1984, 103 min., cor).

Roteiro: Salvador Maldonado, segundo a peça teatral de Fernando Fernán Gómez.

Fotografia: Miguel Ángel Trujillo. Música: Francisco Guerrero.

Produtoras: Incine e Jet Films. Prémio: Agustín González levou o prémio ao melhor ator no Festival Internacional de Karlovy Vary do ano1984.

Atores: Amparo Soler LealAgustín GonzálezVictoria AbrilAlicia HermidaGabino Diego, Marisa ParedesPatricia AdrianiLaura del SolEmilio Gutiérrez Caba, Carlos TristanchoAurora RedondoGuillermo MarínMiguel RellánJorge de Juan e Marina Saura.

Argumento: A 18 de julho de 1936, dá-se o golpe de estado fascista e inicia-se a Guerra Civil. Em Madrid, uma família formada por um casal e dous filhos partilham as vicissitudes da Guerra com a criada e os vizinhos. O rapaz da casa, embora tenha sido reprovado na escola, quer que seu pai lhe compre uma bicicleta, embora a Guerra vá provocar que tal compra se demore indefinidamente.

2. Ai, Carmela! (¡Ay, Carmela!).

Diretor: Carlos Saura (Espanha, 1990, 102 min., cor).republica-ai-carmela-capa-dvd-1

Roteiro: Rafael Azcona e Carlos Saura.

Fotografia: José Luis Alcaine. Música: Alejandro Massó.

Produtoras: Iberoamericana Films e Ellepi (Espanha-Itália).

Prémios: 13 prémios Goya ao melhor filme, diretor, ator e atriz, entre outros, no ano 1990. Melhor atriz para Carmen Maura nos Prémios do Cine Europeu, do mesmo ano. E melhor ator para Andrés Pajares no Festival de Montreal de 1990.

Atores: Carmen MauraAndrés PajaresGabino DiegoArmando de RazzaMiguel Rellán, Edward ZantaraJosé SanchoAntonio FuentesSilvia CasanovaManuel Millán, Rafael ChecaMario de CandiaMario MartínChema MazoAlfonso Guirao e Felipe Vélez.

Argumento: Guerra Civil espanhola (1936-1939). Um grupo de cómicos ameniza como pode a vida dos soldados republicanos; porém, cansados de passar penalidades na frente, dirigem-se a Valência. Por engano, vão parar à zona «nacional», onde caem prisioneiros. A única maneira de salvar as suas vidas é representar um espetáculo para um grupo de militares, que choca de cheio com a ideologia totalmente republicana dos cómicos. 

3. Sedução ou Bela Época (Belle Èpoque).

Diretor: Fernando Trueba (Espanha, 1992, 108 min., cor).republica-bela-epoca-capa-dvd1

Roteiro: Rafael Azcona. Produtoras: Fernando Trueba P.C. e Lolafilms.

Fotografia: José Luis Alcaine. Música: Antoine Duhamel.

Prémios: Óscar ao melhor filme de fala não inglesa em 1993. Melhor filme de fala não inglesa nos BAFTA de 1994 e 9 prémios Goya, incluindo melhor filme, diretor e Ariadna Gil como atriz, em 1992.

Atores: Fernando Fernán GómezJorge SanzPenélope CruzAriadna GilMaribel Verdú, Miriam Díaz ArocaMary Carmen RamírezGabino DiegoMichel Galabru, Agustín GonzálezChus LampreaveJesús BonillaMaría GalianaJoan Potau e Manuel Huete.

Argumento: Pouco antes de acontecer a Guerra Civil espanhola (1936-1939), Fernando decide desertar e refugia-se numa casa de campo, onde é bem acolhido por Manolo, um pintor excêntrico que vive retirado por causa das suas ideias políticas. O rapaz mantém sucessivamente relações com as quatro filhas do seu protetor (Rocio, Violeta, Clara e Luz), sem saber muito bem por qual delas está apaixonado. 

TRÊS FILMES SOBRE UM MESMO MOMENTO E ÉPOCA:

2a-republica-ay-carmela-foto«Não chegou a Paz, chegou a Vitória». Na frase final do filme As bicicletas são para o verão, num diálogo entre o pai com o seu filho, pode resumir-se o que foi a guerra civil espanhola (também outras), nas quais sempre, tanto vencedores como vencidos, são perdedores. É o começo de uma nova etapa, o franquismo. A guerra durou três anos e a «Vitória», quarenta. Sem contar os anos com governos do PP.

Este filme dá motivo para refletir o que supôs a guerra para os cidadãos que viviam nas grandes cidades espanholas ou nas suas proximidades: a esperança de que logo terminaria tudo, a dureza da vida nas ruas e nas famílias, a picaresca para conseguir alimentos e a habilidade para sobreviver, alguns à custa de outros, apresentado tudo como um mais dos desastres da guerra que, quando finalizou, abriu uma nova porta à desgraça de muitos. O filme impressiona pelo seu realismo, a interpretação, com muita sensibilidade e humanidade, de seus atores, alguns deles estereótipos de personagens que luitaram, ou sobreviveram no Madrid sitiado durante a guerra, e pela sutileza com que vai transmitindo o tremendo drama da guerra civil através da vida cotidiana de uma família madrilena, assim como pelo humor com o que se desenvolve, muito crível naqueles momentos, apesar da tragédia que se está a viver.

Ai Carmela! Espanha, 1938. Em meio à Guerra Civil Espanhola, os trovadores republicanos Paulino e Carmela decidem regressar para Valência, em busca de uma vida melhor. Eles são acompanhados por Gustavete, um rapaz mudo, que encontraram perdido no campo. Porém, numa noite fria de inverno, tomam o caminho errado e vão parar num território rebelde por engano. Presos e prestes a serem fuzilados, o trio recebe uma proposta do comandante italiano fascista, que ama o teatro: encenar uma paródia da República em troca da liberdade. O filme amostra-nos dous mundos contrapostos, por um lado a jovialidade e solidariedade dentro das penalidades das tropas republicanas onde reina o humor, poderíamos chamar basto, natural, de povo…  pelo outro da seriedade das tropas franquistas, com espetáculos manietados, grotescos até o ridículo, um exemplo a transformação da  canção “Mi jaca” numa caricatura sem senso algum.

Crítica das brasileiras Carla Marinho e Magda Miranda: O filme Sedução ou Bela Época trata-se de uma história light, bem à moda espanhola. Uma espécie de comédia de costumes (gênero mais apropriado para o teatro que para o cinema). Se o filme fosse brasileiro da década de 50, provavelmente teria seu título como “O queridinho das meninas”. O jovem soldado desertor (Jorge Sanz) vê sua sorte mudar quando conhece D. Manolo (Fernando Fernán Gómez), este senhor se afeiçoa ao jovem, vendo-o como um filho que nunca teve. O senhor tenta em vão ocultar suas filhas: Luz (Penélope Cruz), Clara (Miriam Díaz-Aroca), Violeta (Ariadna Gil) e Rocío (Maribel Verdú). Isto acontece quando Fernando decide partir para Madrid no primeiro vapor e chegando na estação se depara com as beldades do velhinho bonachão. Ele não pensa duas vezes e volta para casa de D. Manolo alegando que perdeu o trem, tudo só para conhecer as meninas… intimamente. Há cenas engraçadas: a que o pai vibra quando Fernando diz que passou a noite com Violeta (pois a moça é lésbica), as situações o conduzem aos braços das fogosas mocinhas. Afinal ele tinha que escolher uma, terminou se casando com a caçulinha Luz (Penélope Cruz)… Aliás é algo um pouco duvidoso, se foi mesmo com ela que ele bateu olho desde o início, pois parece que sim logo na primeira cena da estação; Ou, se foi a única normalzinha que lhe restou, as demais são complicadinhas. A mãe das moçoilas, Amalia (Mari Carmen Ramírez) é uma fracassada cantora de zarzuela que volta a casa com seu amante, Danglard (Michel Galabru). Amalia vive uma vida livre para a época, tem um amante (que é também seu empresário) com o consentimento do marido, D. Manolo. A cena mais engraçada é quando o amante sabe que Amalia vai para a cama com o marido após uma longa ausência e fica se torturando com a duração do coito que não foi rápido e D. Manolo o consola depois: “Não fique assim Danglard, você sabe que o corno da história sou eu”. Cômico. Este é o primeiro filme da Penélope Cruz, se vê sua carinha bem jovenzinha e verdinha; o ator Gabino Diego (Juanito) fez participação em um videoclipe do cantor espanhol, Alejandro Sanz (“El alma al aire”); Vovó Chus Lampreave faz uma participação para lá de engraçada, fazendo o papel daquela mãe bem mala, a mãe de Juanito; Ah e este filme levou Óscar acreditem, melhor filme estrangeiro em 1992.

TEMAS PARA REFLETIR E REALIZAR:

Servindo-se da técnica do Cinema-fórum, analisar e debater sobre a forma (linguagem cinematográfica: planos, contraplanos, panorâmicas, movimentos de câmara, jogo com o tempo e o espaço, truques cinematográficos, etc.) e o fundo dos três filmes antes resenhados.

Organizamos no nosso estabelecimento de ensino, com a colaboração dos escolares e dos professores, uma ampla amostra monográfica dedicada à Segunda República. Na mesma destacaremos especialmente os aspetos culturais e educativos do período republicano. Há ter que incluir, ademais de textos e trabalhos dos estudantes, fotos, desenhos, murais, frases e livros e revistas.

Convidamos para dar uma palestra na nossa escola algum historiador local ou galego, que tenha pesquisado sobre a época da República. Ao final organizamos com ele ou com ela um debate-papo sobre as luzes e sombras da etapa republicana. Tratando de clarificar o melhor possível este período, sobre o qual, lamentavelmente, existem muitas distorções.

 

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

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  • Galego da área mindoniense

    Excelente artigo. Agardo por mais deste tipo. Gostaria de saber como era a educaçom na Segunda República. Disque foi a melhor que houve na Espanha.

    Tamém um pouco de política. Partidos políticos, cais eram os maioritários, cais recebiam mais votos, cais tinham mais poder… dende um ponto de vista histórico, o mais objetivo possível.