A 25 DE ABRIL, COM UM ALARGADO PROGRAMA DE ATOS

Inaugura-se em Compostela a Casa da Língua Comum



Casa da Língua ComumA Casa da Língua Comum é um projeto ao serviço da promoção da língua e a cultura que abre as suas portas o dia 25 de abril. Fica situada na rua de Emílio e de Manuel, 3, r/c – 15901 Santiago de Compostela (Galiza).

Os promotores, pessoas e entidades da sociedade civil com longa experiência e provada implicação na criação cultural, a investigação e o desenvolvimento da comunidade linguística galega, entendemos o momento presente como uma oportunidade para consolidar um novo modelo baseado no entendimento entre diferentes sensibilidades, a colaboração mútua e o aproveitamento das sinergias, para melhor servir a sociedade em que nos inserimos.

Ao mesmo tempo percebemos a necessidade da criação de novos discursos, novas iniciativas, novos produtos linguísticos e culturais para o espaço lusófono, que combinem o sabor local com a utilidade internacional, que satisfaçam as novas demandas de um público mais aberto e dinâmico, mais informado e exigente no que respeita à qualidade das propostas, sendo destinatários os utentes de língua portuguesa como língua materna, nacional ou instrumental.

Numa altura histórica em que se abrem perspetivas de uma presença mais intensa da Galiza na Lusofonia, a Casa da Língua salienta a dimensão comum do nosso idioma, o que não exclui o particular e local. Desta forma quer favorecer a tomada de consciência do galego como instrumento de comunicação.

A Casa da Língua quer contribuir também para uma ação exterior galega. Esta posição galega, em diálogo com todas as partes implicadas, poderá ser definida e reconhecida muito mais em função das redes que se tecem, da eficácia na cooperação internacional, dos projetos e iniciativas que se partilham, do que na reivindicação de determinados valores étnicos, antecedentes filológicos ou factos históricos singulares.

A Casa da Língua acolhe os escritórios da Academia Galega da Língua Portuguesa e da Através Editora, e oferece o seu espaço a atos culturais, apresentações de livros, exposições e debate, como serviço à sociedade.

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  • Ernesto V. Souza

    Se já era engraçado que a AGLP se constituisse 100 anos depois da RAG, mais é que o núcleo da sua biblioteca venha constituir-se pela doação doutro Fontenla…no de termos local imos adiantados e no e-estraviz também… em paralelo com o construto do modelo de língua 😉 … mas não digais que não é tudo como uma segunda oportunidade… 😉