Fomentar desde a escola a solidariedade com África e o seu meio ambiente, com o filme ‘E a luz se fez’



Desde princípios dos anos setenta, nos dias 25 de maio e 5 de junho celebram-se, respetivamente, o dia da solidariedade com os povos africanos e o dia internacional do meio ambiente. No primeiro caso para sensibilizar os cidadãos de todo o mundo, e nomeadamente os do continente africano, sobre o importante que é ajudar ao progresso de um continente tantas vezes espoliado e maltratado, de forma injusta e infame, no qual ainda hoje existem infinidade de conflitos de todo o tipo. No segundo caso para, também, sensibilizar já desde o ensino e as escolas sobre as grandes ameaças que, diariamente e em infinidade de lugares, caem sobre o nosso meio natural. O melhor filme que encontrei para reivindicar o cumprimento de ambos os objetivos e comemorar nas aulas tão assinalados dias, foi realizado em 1989 pelo diretor georgiano Otar Iosseliani sob o título de E a luz se fez. Cinematograficamente é além disso uma fita modelar e muito linda, que não deixa de surpreender todos os que a veem. Com uma soberba e cuidada fotografia, de umas formosas imagens da natureza rural do Senegal.

Como já comentei em anteriores capítulos da minha série As Aulas no Cinema, considero, por muitos motivos, que o dever dos restantes povos do mundo de outros continentes é o de se solidarizarem com o vasto continente africano, que foi barbaramente espoliado, tendo necessidade de todo o tipo de ajuda. Por isso, acho que a melhor maneira é começar pelo ensino e pelos estabelecimentos educativos, para fomentar entre os nosso rapazes dos diferentes níveis a solidariedade com os povos africanos, com as suas gentes, as suas crianças, a sua cultura, as suas etnias, os seus idiomas, os seus costumes que não atentem contra a dignidade dos seres humanos, e as suas manifestações artísticas, por sinal, muito ricas. Tal solidariedade deve estender-se aos numerosos imigrantes africanos que temos entre nós, procedentes especialmente de Marrocos, Senegal e Cabo Verde.

O outro tema importante é o relacionado com o ambiente, tão ameaçado, tanto o mais próximo, como o de todo o nosso planeta. Falar sobre o ambiente, sem antes discutir a respeito do meio em que a criança vive, é provocar uma consciência vazia. Como pode uma criança entender a importância do Planeta Terra e a sua grandeza, se a mesma não consegue valorizar o seu ambiente-lar e seu relacionamento com as pessoas? A palavra ambiente vem a significar: “O meio em que vivemos ou em que estamos: Ambiente físico, social, familiar”, portanto, diante deste conceito, temos que pensar que a consciência do nosso ambiente se constrói primeiro em casa. Devemos aprender a respeitar o espaço em que vivemos, as pessoas com quem convivemos e aprender a cuidar do nosso espaço-lar. Como pode um pequenino respeitar uma árvore ou um animal, se dentro de casa ele não aprendeu a respeitar os seus próprios brinquedos, desvalorizando o esforço dos seus pais. Assim o ambiente de que falamos está relacionado a tudo à nossa volta. Levar a criança a admirar a beleza da natureza, feita com tantos detalhes e perfeição é levá-la a tornar-se um adulto consciente da sua influência sobre o meio em que vive. Hoje vemos tantos desastres naturais, catástrofes provocadas por fenómenos e desequilíbrios da natureza, que nos faz refletir sobre nossa ação ao ambiente. Será a ganância do homem, provocando tanto desequilíbrio? Será a luita do homem pela sua sobrevivência? Nos tempos atuais temos que falar de uma cidadania planetária que vai além da cidadania ambiental. Temos que defender a ecopedagogia como algo que promove a aprendizagem do “sentido das cousas a partir da vida quotidiana”, ou seja, não é educar a criança para que ela apenas tenha uma relação saudável com o ambiente, mas com um sentido mais profundo, qual é o papel da sua existência, a partir da vida quotidiana. Moacir Gadotti, educador e também escritor, autor do livro Pedagogia da Terra, propõem que as novas gerações devem ser educadas para se tornarem cidadãos universais, com conceitos que visem o bem comum, com ações futuras a favor do nosso ambiente e dos seres que o habitam. Enfim, a sobrevivência da nossa morada, o nosso Planeta Terra, depende da consciência socioambiental, e a formação desta consciência depende da educação, educação essa que se inicia dentro de cada lar. E depois continua na segunda escola, a primária e secundária, e deveria também ser cultivada desde a terceira escola, que são os meios de comunicação. No filme que utilizamos para apoiar os nossos comentários, não só aparece a vida comunitária de cidadãos africanos, também a sua riqueza natural imensa, que logo vai ser barbaramente espoliada por pessoas sem escrúpulos, obrigando as gentes da aldeia e do meio rural a tomar o caminho do desarraigo e da emigração.

FICHA TÉCNICA DO FILME:

  • Título original: Et la lumière fut (E a luz se fez).
  • Diretor: Otar Iosseliani (França-Alemanha-Itália-Senegal, 1989, 105 min., a cores).
  • Roteiro: Jacques Levy e O. Iosseliani, inspirado em mitos de tradição oral do Senegal.
  • Fotografia: Robert Alazraki. Música: Nicolás Zourabichvili, sobre folclore senegalês.
  • Cenografia: Yves Brover. Som: Alix Comte. Produtor: Alain Quefféléan.
  • Montagem: Marie-Agnès Blum, Ursula West e O. Iosseliani.
  • Produtoras: Films du Triangle, Sept Direkt Film e Rai Uno.
  • Atores: Sigalon Sagna (Badinia, a bruxa), Saly Badji (Okonoro), Binta Cissé (Mzézvé), Marie-Christine Dième (Lazra), Fatou Seydi (Kotoko), Alpha Sane (Yere), Abdou Sane (Bouloude), Souleimane Sagna (Soutoura), Marie-Solange Badiane (Djou), Moussa Sagna (Lade), Ousmane Sagna (Gagou), Salif Kambo Sagna (Noukoume), Oswalda Olivera (Sedou), Bouba Sagna (Chatoutou) e Fatou Mounko Sagna.
  • Prémio: Grande Prémio especial do Júri, no Festival de Veneza de 1989.
  • Argumento: Aldeia africana situada no Senegal em meio de uma floresta que segue o seu tranquilo dia-a-dia de alimentação, sono, procriação e cerimónias religiosas. Todos os conflitos são resolvidos pelas mulheres. Essa rotina será perturbada quando os camiões da extração de madeira predatória começam a aparecer. O filme relata, em pormenor, acontecimentos numa idílica aldeia africana, mesmo antes de ser invadida por um grupo de guardas florestais. A mulher mais bonita acaba sendo raptada e o marido parte à sua procura. Quase um documentário antropológico, interpretado por membros de uma tribo e com um mínimo desenvolvimento dramático, deste surpreendentemente filme não-sentimental, do realizador georgiano Otar Iosseliani.

O ESPÓLIO DE ÁFRICA, DA SUA CULTURA ANCESTRAL E DA SUA RIQUEZA NATURAL:

Estamos perante um filme que evidentemente não se trata de qualquer história ou leitura bíblica, ou de aspeto religioso como poderia ser interpretado pelos desavisados. Trata-se de uma história que acontece no coração da Floresta Africana, onde uma comunidade preserva valores, costumes e culto à ancestralidade. Nessa comunidade tudo era discutido em grupo, desde o ajuntamento até a expetativa do nascimento e as formas do trabalho coletivo. A forma de comunicação era eficaz e interessante. A mulher tinha um papel importante na liderança nessa comunidade. Tudo ia muito bem, até o momento em que chegam os exploradores de madeiras, o aliciamento e as mais variadas influências religiosas que um membro da comunidade tomou contato. O homem colonizador destrói o modo de vida natural daquele povo, rapta uma das mulheres, levando seu marido a percorrer várias partes do país na tentativa de reencontrá-la. Ao retornarem à comunidade, as árvores estavam destruídas, as moradias foram incendiadas e grande parte da comunidade foi cooptada, apesar da tentativa e do apego a mitos e crenças do casal que sem alternativa tenta estabelecer-se e sobreviver num pequeno vilarejo. Vale a pena ser assistido e analisado na mesma perspetiva opressora dos colonizadores, onde, no essencial, o que difere é o período dos acontecimentos. O realizador no seu momento, ao falar de seu filme, comentou: “Eu tinha folheado um livro de fotografias tiradas em África. Sem conhecer este continente, convencido apenas pelos olhos e rostos destas pessoas indefesas, perante o furacão que se aproxima deles em movimento, eu pensei que nós poderíamos destacar a queda de uma determinada cultura, considerada primitiva por outras civilizações mais industrializadas e mesmo elas privadas de cultura e, portanto, ainda mais primitivas”.

Este lindo filme de que estamos a falar, cheio de poesia, dá começo com a música dos “griot” ou cantores populares e rurais, e escutamos o vento que passeia pelas folhas da árvore mãe-ancestral. De repente vemos a cena de uma gigantesca árvore sendo cortada e transportada por uma empresa madeireira, numa aldeia do Senegal. O contexto idílico da aldeia que vive ao modo ancestral engana o espetador num primeiro momento. O matriarcado que transparece faz-nos rever os nossos preconceitos principais de raça, género, etnia e classe social. A aldeia é atropelada por camiões e carros da madeireira que passam por ali e deixam revistas, balas e guloseimas para os aldeões. Um motorista aperta a mão de um dos anciões que, sem entender do que se trata, lava as mãos e sua esposa estranha o cheiro que permaneceu. Os homens lavam roupa no rio enquanto as mulheres caçam e colhem frutas. Dançam e cantam à luz do sol ou à luz da lua. Belas, imponentes, com seus seios à mostra, sensualizam a natureza com sua força sedutora. Representam a Iansã, a “Senhora dos ventos ou dos temporais”, e a Oxum, o “Orixá ou deus das águas doces dos rios”, andando pela mata com seus arcos e fações. Enchem um cesto de frutas que colocam sobre uma pequena balsa de taquara que desliza pelo rio até chegar onde os homens trabalham lavando a roupa. Param um pouco e fazem sua refeição. Um outro constrói uma coroa de flores e, também numa pequena balsa de taquara, a deita no rio que a leva para sua amada. Os conflitos entre as mulheres são constantes, nos que aparecem as disputas sobre companheiros ou a posse de um pneu de caminhão usado como boia no rio, mas os anciãos ajudam a resolver os impasses. Numa belíssima cena, o poço da aldeia está vazio e eles vão derramando água. Mas, a água que cai no poço se esvai na terra seca. Imana, a anciã da aldeia, espécie de mãe-ancestral da lama que nos dá a vida, entra em sua cabana e faz uma oração ao ídolo de madeira que ela reverencia. Logo em seguida, começa a chover. Na chuva, os amantes se reconhecem e se tocam. Os homens se reúnem para decidir, assim como um outro círculo de mulheres também se reúne para decidir sobre os impasses. Toda a lógica da organização do grupo é comunitária. Também juntos vão para a encosta de um dos montes para assistirem, juntos e aglomerados, ao pôr-do-sol no horizonte africano, uma das fotografias mais belas do filme.

Um dos impasses resolvidos é a autorização para que Okonoro, uma das mulheres, se case de novo. Seu esposo, ao contrário dos demais, nada faz e dorme o tempo todo. Cansada disso resolve deixá-lo levando os filhos. Yere, rapaz apaixonado por Okonoro constrói uma nova cabana para eles. Comunica que a cabana está pronta ao batucar num tambor feito com um troço de árvore, pendurado horizontalmente. Assim que a aldeia autoriza, passam a viver juntos. No “casamento”, ambos vão para a nova cabana com uma jovem palmeira nas mãos para plantá-la junto à cabana. Okinoro vivendo com Yere engravida novamente. Imana, numa cena emblemática, vai construindo um homem na areia. Seu corpo aparece enterrado, de maneira sentada, com pés e braços à mostra. Imana recolhe de um pano a cabeça embrulhada e coloca sobre o pescoço do corpo sentado na areia. Seu velho marido assiste. Ela costura a cabeça sobre o pescoço com folhas e, logo em seguida, assopra sua alma… o homem abre os olhos e revive. A ressonância mítica desta cena é como a cabeça de Orfeu. Fazer a “cabeça”, na linguagem das regiões de matriz africana, que denominam “ori”, revela o seu “orixá”, que equivale a recuperar o seu canto, a sua memória ancestral e nascer de novo. Politicamente, podemos verificar este mesmo processo nos movimentos de independência dos países africanos do colonialismo europeu, nomeadamente Argélia, Angola, Moçambique, Guiné, Uganda, etc., em que através de processos revolucionários ou mais ou menos democráticos, assumem sua própria “cabeça”. Mas, não sem a alma soprada pelas divindades e o corpo moldado pela terra-mãe.

É também interessante a história seguinte dedicada a Lazra e o velho Omulu. Um madeireiro rapta depois a Okonoro, esposa de Yere, e os filhos de ambos. Seu marido parte, então, para encontrá-los e trazê-los de volta. Ao lado de seu burrico, Yere inicia a sua saga pelos caminhos da nova África. Encontra pelo caminho grupos islâmicos reunidos para a oração crepuscular. Pergunta por sua esposa e ninguém sabe responder. Segue novamente e encontra um grupo cristão celebrando uma missa em campo aberto. A mesma cousa ocorre e ninguém sabe responder. Continua e se depara com uma reunião de um partido político. Ninguém sabe dizer de sua Okonoro e seus filhos. Ele vai encontrá-los no quintal de uma pobre casa na periferia, no lugar chamado Hades, escondido e isolado, simbolizando como a autêntica cultura ancestral e popular é rechaçada pelos fundamentalismos religiosos e políticos. Na viagem de retorno e tomada de consciência a recomendação de não olhar para trás é radical. Ao chegar à aldeia esta já não existe, foi incendiada pela madeireira. Este é o motivo do título ambíguo do filme “E a luz se fez”. A aldeia agora só possui restos que testemunham a passagem do domínio ocidental: restos das cabanas, troncos cortados, vida ceifada sem plantio, etc., símbolo do espólio que durante tantos anos se fez de África. Tudo mudou e os protagonistas tomam o caminho e vão-se sem olhar para atrás. Mudam até os fatos com que vestem as pessoas, sem remédio todos se adaptam, perdendo grande parte da sua autêntica cultura ancestral e popular. Iosseliani, o diretor do filme, nascido em 1934 e exilado por conta própria em Paris desde 1982, teve uma grande influência do realismo-socialista e foi discípulo direto do cineasta Aleksander Dovjenko, o que explica seu fascínio pela paisagem africana. Com este seu lindíssimo filme, uma verdadeira obra de arte cinematográfica, apresenta-nos uma fábula ou parábola, contada ao estilo das velhas lendas africanas, sobre como se foi perdendo a cultura popular em muitos povos do continente, como foram barbaramente espoliadas todas as suas riquezas, especialmente as naturais, e qual foi o papel infame dos colonizadores depredadores. Que, infelizmente ainda continua hoje, e também assim se podem explicar as torrentes
de imigrantes que no dia-a-dia chegam à Europa. E muitos deixam as suas vidas pelo caminho.

TEMAS PARA REFLETIR E ELABORAR:

Depois de ver o filme, utilizando a técnica de dinâmica de grupos do “cinema-fórum”, debater sobre os aspetos fílmicos do mesmo, o roteiro e a linguagem cinematográfica utilizada pelo grande diretor georgiano Otar Iosseliani, os planos, os movimentos de câmara, os “travellings”, o uso do tempo e do espaço e outros recursos fílmicos que aparecem nesta obra-mestra cinematográfica. Também sobre as interpretações dos diferentes protagonistas, femininos e masculinos, as suas atitudes e a psicologia dos mesmos, as cenas mais conseguidas e o uso dos recursos fílmicos em cada momento.

Elaborar uma monografia, seguindo o modelo da Biblioteca do Trabalho de Freinet, por parte dos estudantes, com a ajuda de seus professores, sobre África, os seus povos, os seus países, as suas culturas, os seus idiomas, as suas riquezas artísticas e naturais, as suas luitas pela independência, a sua história, o espólio que durante décadas sofreu de mãos dos colonizadores europeus, os diferentes sistemas de governo, o escravismo que sofreu, a influência positiva e negativa dos missionários, as migrações, o respeito ou não pelos direitos humanos, a situação da mulher, os costumes atentatórios em algum caso contra a dignidade dos seres humanos, a situação da educação, etc. Na mesma devem incluir-se fotografias, desenhos, textos e frases significativas e um mapa detalhado de todo o continente, com as bandeiras dos diferentes países e as suas figuras culturais mais representativas. Podia organizar-se também nos estabelecimentos de ensino uma amostra com todo o material recolhido.

Organizar nas escolas atividades culturais artísticas e lúdicas centradas no tema África, a sua cultura, a sua natureza e a sua vida. Não deveriam faltar audições de canções e música popular dos diferentes países, sessões de cinema de temática africana, conta-contos da mesma temática, leitura de fábulas e lendas africanas, encontros de jogos populares africanos, exposições e amostras fotográficas, artesanato, gastronomia, etc. Seria muito importante contar com a colaboração de pessoas imigrantes das comunidades que temos na Nossa Terra, especialmente senegaleses, cabo-verdianos e marroquinos. Que também podiam ser convidados a dar conferências e palestras para que falem das realidades de seus países. Podiam organizar-se encontros multiculturais em que participassem famílias com as suas crianças, com famílias, escolas e crianças nossas.

 

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

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