AS AULAS NO CINEMA

ELLEN KEY E O SÉCULO DAS CRIANÇAS

Diversos documentários



O dia 20 de novembro é o dia internacional da Declaração dos Direitos das Crianças, aprovada pela ONU no ano 1989 e ratificada pelo Parlamento espanhol em 26 de janeiro de 1990. Para comemorar esta efeméride tão importante nas aulas dos diferentes estabelecimentos de ensino, organizando atividades educativo-didáticas, artísticas e lúdicas, escolhi como protagonista uma grande pedagoga sueca, que muito amava as crianças, chamada Ellen Key (1849-1926), com a qual completo o número 21 da série que estou a dedicar a grandes vultos da humanidade, que os nossos escolares devem conhecer, e que iniciei com Sócrates.

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Boa parte da Pedagogia moderna reconhece, entre as suas fontes principais, a obra O século das crianças publicada pela educadora sueca Ellen Key em 1900. Ideias tais como procurar a personalidade da criança, reconhecer-lhe um âmbito de liberdade para aprender, despenalizar o erro, incorporar os pais no labor educativo, implicar o Estado no ensino, criar escolas mistas, suprimir o castigo e outras linhas semelhantes, parecem-nos hoje muito normais e estão incorporadas em numerosos sistemas educativos assim como nos programas da Unesco e de outras instituições vinculadas à infância. Muitos dos tratados doutrinais em que se baseiam costumam citar a obra de Key como ponto de início.

Ellen Key tinha nascido em 1849 em Sundsholm (Suécia), dentro de uma família abastada. O seu pai dedicava-se à política e a sua mãe foi quem se ocupou de atender a filha junto a várias precetoras; a falta de implicação do pai na sua educação deveu fazer refletir à pequena Ellen, cuja mente inqueda não deixava de questionar tudo. Ellen começa muito cedo uma atividade como escritora, publicando um ensaio em 1870 sobre a liberdade de expressão. O seu inconformismo leva-a ceda a integrar-se nas listagens do feminismo, o liberalismo, e, posteriormente, o socialismo. A sua vocação social vai levá-la a ocupar-se do mundo das crianças, fazendo-se mestra de escola em 1880, e promovendo um labor de seminários, cursos e publicações sobre os temas da educação das crianças e da mulher, e outros temas de tipo social a favor dos cidadãos

As crianças da sua época eram consideradas como adultos em pequeno, mesmo no vestir; as doutrinas anteriores despreocupavam-se dos menores, entendendo que existia um determinismo religioso, devido ao pecado original e o castigo pelas culpas dos pais, ou inclusive genético, pelos estudos sobre a evolução, a fisiognomia e outros. Ellen Key não quis seguir essas vias e procurou uma própria, porém, sem esquecer os referentes do século XVIII como Rousseau ou Goethe.

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Como bem sabemos, Rousseau, em obras como O Emílio, tinha proposto uma educação que reconhecesse a bondade do estado natural do ser humano, de forma que o necessário era extrair da criança aquelas bondades que de antemão portava, em lugar de soterrá-las sob uma montanha de preceitos perniciosos. Goethe refletiu, pela sua parte, as suas ideias sobre educação em obras como Os anos da aprendizagem de Wilhelm Meister, pondo o acento no humanismo que elevasse o espírito da criança até dotá-la de um saber próprio e uma sólida responsabilidade. Essenciais também as referências à beleza como elemento formativo, em consonância com outras teorias do século XIX pensadas para adultos (Ruskin, William Morris) que falavam da estética como fator de redenção social.

O século das crianças, depois da sua aparição no ano 1900, foi imediatamente traduzido para numerosos idiomas e amplamente difundido. A sua autora olhava o século XX como o da eclosão dos direitos das crianças. À vista da evolução do século e de alguns dos seus desastrosos episódios, o balanço não foi tão luminoso como Key esperava, contudo, não cabe dúvida de que, nos sistemas mais avançados, as suas ideias parecem já irrenunciáveis e, ademais, temos todo um século XXI para consolidá-las. Se nos deixam as muitas máfias que no mundo atual existem (a das fábricas de armas promotoras das guerras, a das drogas que tantas mortes provocam em numerosos lugares e terminam com a saúde dos nossos jovens, a das farmacêuticas, a das tabaqueiras ou a do tráfico infame das pessoas).

Infelizmente, de forma bastante incompreensível, não se entende como não existem filmes sobre a vida e obra de Ellen Key, uma figura educativa tão importante. O pouco que há, é só documentários e algum filme biográfico, procede da Suécia, o seu país, tudo falado em sueco e difícil, portanto, de seguir. O que explica também que uma personalidade tão destacada para o mundo da educação das crianças, seja tão pouco conhecida noutros lugares e países. Sendo como são tão interessantes as suas ideias educativas e sociais.

PEQUENA FILMOGRAFIA:

1. Ellen Key: Vida e pensamento (Ellen Key: Liv och tankar). Duração: 76 minutos.

O filme recolhe uma palestra pronunciada pela filósofa da literatura Elisabeth Auer, que resume a vida, pensamentos e escritos da pedagoga sueca, com imagens a preto e branco e a cores.

Nota: Pode ser visto falado em sueco entrando em:

https://www.youtube.com/watch?v=P_r1m8wURp8

2. Ellen Key e August Strindberg (Ellen Key och Strindeberg). Duração: 7 minutos.

Nota: Ver em sueco entrando em:

https://www.youtube.com/watch?v=Vpp_mjPYUZg

3. A Escola Nova e Ellen Key (Ellen Key). Duração: 9 minutos. A cores.

Uma palestra de Marsela Lourdes López Ortega.

Nota: Ver em castelhano entrando em:

https://www.youtube.com/watch?v=a7g6saecPp4

4. Entrevista com a diretora do Instituto Ellen Key (Entrevista con la directora del Instituto Ellen Key). Duração: 5 minutos. A cores e falado em castelhano.

O Colégio está situado na cidade mexicana de Tampico e há outro na cidade de Puebla.

Nota: Ver em castelhano entrando em:

https://www.youtube.com/watch?v=Ul1pb5QAC5M

AS IDEIAS EDUCATIVAS DE ELLEN KEY:

Ellen Key não se interessou unicamente pela educação. Como escritora abarcou uma ampla esfera: arte e literatura, religião e política, o direito do voto da mulher, o tema do casamento, a paz, etc. A sua considerável produção está composta por ensaios e resenhas, livros e pequenos artigos sobre os temas citados. Em 1870 iniciou a sua carreira de escritora com um par de depoimentos literários. Deu-se a conhecer a um amplo público em 1889 com a publicação de um folheto intitulado Sobre a liberdade de expressão e de imprensa. Entre as suas obras mais importantes de conteúdo geral encontramos as seguintes: Individualismo e socialismo (1896); Imagens de pensamento (1898); Seres humanos (1899); Linhas vitais, volumes I-III (1903-1906) e Neutralidade das almas (1916).

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No que respeita às suas obras sobre educação o seu primeiro depoimento foi o intitulado «Mestres para crianças no lar e na escola», publicado em 1876. O seu primeiro ensaio muito lido foi «Livros contra livros de texto», publicado no jornal Verdendi em 1884. Jornal em que também publicou outros artigos: «Declaração sobre educação» (1888) e «Assassinato da alma nas escolas» (1891). Mais adiante publicou «Educação» (1897) e «Beleza para todos» (1899). Em 1906 apareceu o intitulado «Educação popular com especial consideração do desenvolvimento do senso estético», no qual Key aposta por considerar que a estética, a beleza e a arte constituem um meio para conseguir a elevação moral e a educação da humanidade. Escritos todos em sueco, estes ensaios surpreendem enormemente pelo muito inovadores que são para aquela época e mesmo para hoje.

A sua obra mais importante e conhecida sobre educação é O século das crianças, que já citámos antes, publicada em 1900. Na qual defende acertadamente a importância de uma educação livre no que se refere ao desenvolvimento pessoal. Da mesma tiramos as suas ideias educativas fundamentais, tendo sempre presente as influências que Key teve das suas leituras de figuras como Darwin, Huxley, Haeckel, Rousseau, Goethe, Comte, Mill, Nietzsche, Tólstoi e muito especialmente Herbert Spencer (que, a propósito, também influiu muito em Robindronath Tagore).

No seu livro são muito importantes os capítulos intitulados «Sem lar» e «Educação». Segundo ela, os lares não cumprem a finalidade que devem cumprir, especialmente nas grandes cidades, como é o caso de Estocolmo, pois as mulheres não dedicam ao lar tanto tempo como no passado. Key analisa também as relações entre pais e filhos, assinalando que houve bastantes progressos e as relações são mais íntimas. De todas as maneiras fala da singeleza e o luxo, indicando que este é prejudicial e aquela é útil para as crianças. Indica que quando as circunstâncias económicas permitem o luxo no lar, os pais deveriam evitá-lo para bem dos seus filhos. Para Key um lar ideal é aquele em que os pais se repartem o trabalho e mantêm relações de igualdade, o mesmo que deve passar com as relações entre irmãos e irmãs. Os pais ajudam os filhos a converter-se em verdadeiros seres humanos tratando-os sempre como tais. Os filhos não devem receber nada porque sim: segundo a sua capacidade, têm que participar nas tarefas do lar e aprender a respeitar os seus pais e a respeitar-se entre si, pois têm direitos e obrigações tão firmemente estabelecidos como os dos seus pais. Segundo ela é muito importante expor os filhos às realidades diárias, a que aprendam a ser úteis no lar, a criar os seus próprios prazeres e também a aceitar os seus próprios castigos. Os pais nunca devem evitar-lhes os sofrimentos que sejam consequência natural dos seus próprios atos. As crianças devem aprender a ser responsáveis desde os primeiros meses. Deve haver poucas restrições, embora estas devam ser firmes. Key destaca também no seu livro Psicologia feminina e lógica feminina (1896) a grande importância do papel da mãe, pois o relacionamento entre a mãe e o filho é um ponto de partida excelente para criar impulsos altruístas na sociedade. O aspeto materno é do maior interesse, pois o amor e cuidados maternos constituem um instrumento indispensável para realizar os objetivos futuros da criança. É necessário criar um novo conceito da vocação de mãe, que requer um enorme esforço e uma inspiração contínua. Durante o decénio de 1890 dá ainda mais importância aos problemas sociais. Exige que mude a sociedade e que a legislação proteja mães e crianças, frente a determinados tipos de trabalho, especialmente na indústria.

Seguindo Goethe partilha a sua opinião de que em cada criança há algo bom desde o momento de nascer. Também opina acertadamente que a sociedade não pode desbotar o princípio feminino, que é necessário para criar condições favoráveis ao desenvolvimento individual para alcançar a liberdade e a felicidade. Ao mesmo tempo apoia o voto feminino e insiste na igualdade essencial entre homens e mulheres.

ellen-key-fotoExpressadas de forma sintética as ideias educativas mais importantes de Key são as seguintes:

– Não permitir que a criança consiga algo chorando.

– Não falar de recompensas, subornos ou renúncias para fazer o que a criança deve fazer.

– Não mentir ou assustar a criança.

– Não bater na criança. Suprimir os castigos físicos e corporais.

– O exemplo é importante na educação: o educador tem que ser alguém a quem a criança pode imitar.

– Deixar que a criança se arranje sozinha.

– Importância da coeducação: igualdade no ensino entre meninos e meninas.

– Dar poucas ordens, no entanto exigir obediência incondicional.

– Ameaçar pouco para poder cumprir as ameaças.

– Respeitar a liberdade e individualidade das crianças.

– O castigo como meio de educação só reforça a natureza animal e inobre que é preciso erradicar.

– Atingir um equilíbrio harmonioso entre egoísmo e altruísmo, por meio da educação natural no lar.

A ESCOLA DO FUTURO, SEGUNDO KEY:

Key critica a escola sueca da época na qual, entre outras cousas, comenta que não se desenvolvem nela as qualidades como a imaginação e a reflexão. Por isto, declara-se partidária dum sistema de escolarização que alterne o ensino pessoal com pausas e o estudo por conta própria. A escola só deveria ter uma finalidade: proporcionar a cada pessoa tanto autodesenvolvimento e felicidade como seja possível. E destaca também a importância da cooperação entre escola e lar.ellen-key-na-sua-casa

Segundo ela, a escola infantil tinha que desaparecer e ser substituída por «cursos no lar». E a escola elementar ou primária tinha que iniciar-se à idade de nove ou dez anos e ser comum para todas as crianças. Ao mesmo tempo defende a individualidade de ambos os sexos. A escola deve ensinar a cooperar meninos e meninas. A escola mista não é só útil para ambos os sexos, como também para as relações entre as diferentes classes sociais e económicas da sociedade. Desta forma podem derrubar-se as barreiras entre homens e mulheres e entre classes altas e baixas da sociedade.

Destaca Key ademais a importância de concentrar o ensino, e critica a divisão nas disciplinas escolares. Quer que se integrem os diferentes temas (seria o que mais tarde se entendeu como globalização por meio de unidades didáticas). A divisão, assinala, pode evitar-se agrupando os temas em unidades suficientemente grandes: por exemplo, a história deve incluir também história da literatura, da arte e da religião. Comenta também que nenhuma turma deveria ter mais de 12 alunos e haveria um curso comum fundamental, deixando tempo para a «autoinstrução» seletiva. Mesmo fala também dos deveres escolares para casa, indicando que devem substituir-se pelo trabalho na escola. Centrando o ensino, no possível, nos alunos, na sua procura de conhecimentos e na configuração das suas próprias opiniões.

Para Key a «creche» é inferior ao lar como escola, pelo que diz que as crianças devem começar a ir à escola quando tenham mais idade, pois o lar é a sociedade e escola natural. Até os 15 anos deve existir uma escola mista comum com ensino teórico e prático. Mais tarde os estudantes devem assistir a «escolas de aplicação», uma espécie de escola secundária com programas diferentes. Critica a divisão em diferentes turmas, e quer que cada aluno se adapte às disciplinas teóricas e práticas. Ela suprimiria as aulas como tais, substituindo-as por diferentes salas dedicadas aos diferentes temas escolares. Deseja que existam salas de estudos especiais nas quais os alunos ocupem os seus próprios lugares para proceder à sua autoinstrução. Recomenda estabelecer um curso obrigatório limitado em que, por exemplo, se leia em voz alta, se soletre corretamente, se aprendam as quatro regras aritméticas, etc., assinalando ademais que no ensino do idioma é preciso limitar a utilização da gramática, pois é melhor antes conhecer a literatura, fazendo finca-pé no método de «falar o idioma». Junto com temas teóricos, poderiam ensinar-se temas práticos. E todos os dias deveria praticar-se o canto.

Nas escolas profissionais (FP) opina que o primeiro princípio é a autoatividade, devendo desenvolver-se determinadas qualidades positivas: valor, capacidade para descobrir novas cousas e seguimento de novas sendas. Key examina também a questão social. É preciso estabelecer «escolas comuns para a educação cultural», nas quais todos recebam uma formação comum. Estas escolas fomentarão a circulação natural entre as classes sociais. Deseja além disso que se proteja o direito à possibilidade de que as crianças do rural sejam instruídas no campo. Fala da ansiedade dos seus contemporâneos por «converter-se em alguém», o que deveria desaparecer da escola do futuro. O importante não é o que faz uma pessoa mas que todos possam desenvolver a sua própria personalidade. Todos devem reconhecer as próprias aptidões, tanto os que têm aptidão para os estudos como os que possuem faculdades de tipo prático. Ela confiava numa revolução da educação que quebrasse com o sistema escolar existente, sonhando num «dilúvio» de pedagogia que ofereça a influência que merecem Montaigne, Rousseau, Pestalozzi, Spencer e a então nova psicologia infantil.

O pensamento de Key sobre as escolas comuns constitui a parte fundamental das suas deliberações educacionais. Os sexos devem influir entre si de maneira positiva, sendo muito possível a autorrealização e ao mesmo tempo ter consideração para os demais em todos os casos. As suas ideias radicais, produto em grande parte das suas leituras e, especialmente, da sua vida e do que teve que sofrer no seu âmbito familiar e a relação com seus pais, encontraram amiúde forte resistência, e mesmo de vez em quando foi perseguida. Porém, as suas ideias sobre educação passaram bastante inadvertidas na sociedade do seu tempo e originaram poucos debates. Só muito tempo depois, as suas ideias começaram a aplicar-se nas escolas suecas. Olhadas agora as suas ideias em matéria educativa, chegamos à conclusão que a evolução registada em alguns aspetos seguiu um caminho totalmente oposto ao que ela defendia em alguns temas. Por exemplo: no que se refere à escola infantil, esta hoje tem muita importância, entrando as crianças nela já nos seus primeiros anos de vida, perdendo desgraçadamente muito a importância do lar, pois as mães trabalham com muito mais frequência fora de casa. Por isto, ao contrário do que Key opinava, agora as crianças entram muito mais cedo nos estabelecimentos de ensino.

As suas ideias sobre educação tiveram repercussões muito maiores fora do seu país natal, Suécia, especialmente na Alemanha, durante os primeiros 20 anos do século XX. Em 1926 já se tinham publicado 36 edições da versão alemã de O século das crianças. Antes e depois da segunda grande guerra as obras de Key mereceram grande atenção nos países de fala germânica. Nos EUA provocaram as suas ideias o nascimento do «Movimento de estudo da criança». Mesmo na Rússia se tiveram em conta as suas ideias, junto com as de Dewey e Montessori. No México existem duas escolas secundárias privadas que levam seu nome. Um caso curioso é o do Japão, onde o interesse pelas ideias de Key sobre educação é muito grande nos últimos tempos. Desde as edições do livro básico tantas vezes citado em 1916, 1960 e 1970, e as edições de seus artigos educativos em 1974 e, especialmente, as teses realizadas sobre a sua obra em 1920 por Louise Hamilton, a de Wittrock (1953) e a de Ambjörnsson (1974), traduzidas as três para o japonês, indicam que é no Japão onde Ellen Key, mesmo hoje, está considerada como uma educadora muito importante.

TEMAS PARA REFLETIR E REALIZAR:

Servindo-se da técnica do Cinema-fórum, analisar e debater sobre a forma e o fundo dos vídeo-documentários resenhados antes.

Organizamos nos nossos estabelecimentos de ensino uma amostra-exposição monográfica dedicada a Ellen Key, o seu pensamento, a sua vida e a sua obra. Na mesma, ademais de trabalhos variados dos escolares, incluiremos desenhos, fotos, murais, frases, textos, lendas, livros e monografias.

Infelizmente, que se saiba, não existe edição do livro de Key O século da criança na nossa língua. Embora sim exista em castelhano sob o título de El siglo de los niños. Podemos lê-lo entre todos, estudantes e docentes, e depois organizamos um Livro-fórum sobre o mesmo, tirando as correspondentes conclusões.

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

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