AS AULAS NO CINEMA

SENSIBILIZAR AS CRIANÇAS SOBRE O VALOR DO AMOR

Antologia filmográfica



Nunca está por demais que nos estabelecimentos de ensino se organizem atividades educativo-didáticas ao redor da data de 14 de fevereiro (Dia do Amor e dos Namorados), que no Brasil se celebra em 12 de junho. Com a nobre meta de sensibilizar crianças e jovens do grande valor que tem o amor. Tema que já há muitos séculos tinha uma grande importância nas culturas antigas orientais e greco-latinas. Em que cada uma tinha a sua própria deusa do amor: Afrodita (Grécia), Vénus (Roma), Astarte (Egipto), Istar (Assíria), Milita (Babilónia) e na Índia Krishna, deus do amor, acompanhado sempre da sua amada, noiva e depois esposa, Radha.

Para os escolares deve ficar claro que «Se quer alguém por sua beleza, não é amor, é desejo. Se quer alguém por sua inteligência, não é amor, é admiração. Se quer alguém porque é rico, não é amor, é interesse. Se quer alguém e não sabe porquê, isso é amor».

Desde o ensino e as aulas necessitamos ensinar a crianças e jovens o que é o verdadeiro amor. E também desde a «terceira escola» que são os meios de comunicação. Sobre a importância que no mundo tem e deve ter o amor: o amor entre os noivos, o amor entre o pai e a mãe, o amor pais-filhos e filhos-pais, o amor entre os membros da família (avós, primos, tios, irmãos, sobrinhos, netos…), o amor para o próximo, o amor para todos os seres humanos, à margem de cor, raça, ideias políticas, filosóficas e credos, o amor entre amigos ou amizade, o amor pela natureza e tudo o que ela comporta, o amor pela beleza, pelas artes e pela leitura, o amor em maiúsculas, esse que tanto faz falta no mundo atual, para parar as guerras, para alcançar o desarmamento total, para viver todos em harmonia numa única «Humanidade». Ainda que, como comentava Gandhi: «Pode passar muito tempo antes de que a lei do amor se reconheça nos assuntos internacionais, pois a maquinaria dos governos interpõe-se entre os corações dum povo e os do outro os oculta». E também dizia muito bem: «As crianças são inocentes, carinhosas e benévolas por natureza. O mal só chega quando se fazem mais velhas» e «A educação do coração não se pode lecionar por meio dos livros. Só se pode levar a cabo através do contacto vivo com o/a mestre/a».

Dentro da filmografia mundial existem infinidade de filmes que apresentam o tema do amor de mil e uma formas. Para o presente depoimento realizei uma pequena escolha de 7 filmes ao redor do tema do amor, não incluindo na mesma, como é natural, aqueles filmes que já tratei noutros artigos da série, como por exemplo os 9 que incluí no depoimento da comemoração do passado ano por estas datas, sob o título de «Ensinar as crianças o que é o amor».

FICHAS TÉCNICAS DE 7 FILMES COM TEMÁTICA DE AMOR:

  1. A costela de Adão (Adam´s Rib):amor-filme-a-costela-de-adao-cartaz

     Diretor: George Cukor (EUA, 1949, 101 min., preto e branco). Produtora: Metro-Goldwyn-Mayer.

Roteiro: Ruth Gordon e Garson Kanin. Fotografia: George Folsey. Música: Miklós Rózsa.

Atores: Katharine HepburnSpencer TracyJudy HollidayTom EwellDavid Wayne e Jean Hagen.

Argumento: Adam (Spencer Tracy) e Amanda Bonner (Katharine Hepburn) formam um casal de advogados que se vê em lados opostos em um polêmico caso: a ré tentou assassinar o marido ao encontrá-lo com a amante. No início, marido e mulher mantêm as discussões durante o julgamento, mas em virtude da ampla cobertura dada pela imprensa, o casal deixa de apresentar suas posições apenas no tribunal e isto gera algumas confusões e muitas brigas.

  1. Esplendor na relva (Splendor in the Grass):

     Diretor: Elia Kazan (EUA, 1961, 124 min., cor). Produtora: Warner Bros.amor-filme-esplendor-na-relva-capa-dvd

Roteiro: William Inge. Fotografia: Boris Kaufman. Música: David Amram.

Atores: Natalie WoodWarren BeattyPat HingleAudrey ChristieBarbara LodenZohra LampertSandy DennisPhyllis Dillier e Gary Lockwood.

Argumento: Bud Stamper e Deanie Loomis são um casal de estudantes apaixonados que vivem no estado do Kansas no final da década de 1920. De acordo com as convenções sociais vigentes, o amor só poderá ser consumado após o casamento. O pai de Bud não aprova o casamento, obrigando-o a ir estudar para a Universidade de Yale, e sugere-lhe que encontre outra rapariga, o que deixa Deanie louca. Esta é internada numa instituição psiquiátrica, e Bud obedece ao pai, ingressando na universidade. Quando se dá o crash da Bolsa de Nova Iorque, em 1929, a situação atinge ambas as famílias, e os dois são obrigados a seguir diferentes caminhos.

  1. O amor aos 20 anos (L´amour à 20 ans):amor-filme-o-amor-aos-20-anos-cartaz

     Diretores dos 5 episódios: François Truffaut, Renzo Rossellini, Shintaro Ishihara, Marcel Ophuls e Andrzej Wajda (França, 1962, 120 m., p&b ). Prod.: Co-produção França-Itália-Alemanha-Polónia-Japão.

Roteiro: Os diretores citados e Yvon Samuel e Jerzy Stefan Stawinski.

Fotografia: Raoul Coutard, Jerzy Lipman, Mario Montuori, Shigeo Murata e Wolf Wirth.

Música: Georges Delerue, Jerzy Matuszkiewicz e Tôru Takemitsu.

Atores: Jean-Pierre LéaudMarie-France PisierRosy VarteCristina GajoniFrançois DarbonEleonora Rossi-DragoNami TamuraKoji FuruhataBarbara Frey,Christian DoermerBarbara LassZbigniew CybulskiGeronimo MeynierJean-François AdamPatrick AuffayVera TschechowaWerner Finck e Wladyslaw Kowalski.

Argumento: O mundo dos casais apaixonados em uma produção que envolve realizadores de várias partes do mundo. Estórias em Paris, Roma, Tóquio, Munique e Varsóvia, envolvidas pelo entusiasmado clima do amor. Começando pelo curta de Truffaut, Antoine Doinel (Jean-Pierre Léaud) descobre o amor enquanto ainda é jovem e trabalha em uma fábrica de discos.

  1. A teoria do amor (I. Q.):amor-filme-a-teoria-do-amor-capa-dvd

     Diretor: Fred Schepisi (EUA, 1994, 96 min., cor). Produtora: Paramount Pictures.

Roteiro: Andy Breckman e Michael Leeson. Fotografia: Ian Baker. Música: Jerry Goldsmith.

Atores: Meg RyanTim RobbinsWalter MatthauLou JacobiGene SaksJoseph Maher,Stephen FryTony ShalhoubFrank WhaleyCharles DurningKeene CurtisAlice PlaytenDanny Zorn e Helen Hanft.

Argumento: O famoso físico Albert Einstein precisa resolver um problema particularmente desgastante: como induzir sua espirituosa sobrinha Catherine a se afastar de seu gorducho noivo inglês e cair nos braços de seu par perfeito, um carinhoso mecânico. É claro que o professor vai ter que gastar seus neurônios (e sua conversa) para transformar o rapaz simplório em um cavalheiro brilhante. Mas nunca subestime a inteligência de tio Albert… nem o poder do amor.

  1. O espelho tem duas faces (The Mirror has two Faces):

     Diretor: Barbra Streisand (EUA, 1996, 126 min., cor).amor-filme-o-espelho-tem-duas-faces-cartaz

Roteiro: Richard LaGravenese, baseado na obra de André Cayatte e Gérard Oury.

Produtoras: TriStar Pictures, Phoenix Pictures, Arnon Milchan e Barwood Films.

Fotografia: Dante Spinotti e Andrzej Bartkowiak. Música: Marvin Hamlisch.

Atores: Barbra StreisandJeff BridgesPierce BrosnanLauren BacallMimi Rogers,George SegalBrenda VaccaroLaura BaileyAustin Pendleton e Elle MacPherson.

Argumento: Rose Morgan, que ainda vive com sua mãe, é uma professora de Literatura Romântica esperando desesperadamente por uma paixão na vida. Gregory Larkin, é um professor de matemática que está ressentido com relacionamentos apaixonados e busca união sem sexo, baseado na amizade e respeito. Eles são duas pessoas com quase nada em comum, mas o destino – através de uma irmã intrometida que põe um anúncio no jornal – acaba unindo-os.

  1. Manual do amor (Manuale d´amore):amor-filme-manual-do-amor-capa-dvd

     Diretor: Giovanni Veronessi (Itália, 2005, 116 min., cor). Produtora: Filmauro.

Roteiro: Giovanni Veronessi e Ugo Chiti, segundo uma ideia de Vincenzo Cerami.

Fotografia: Tani Canevari. Música: Paolo Buonvino.

Atores: Carlo VerdoneSilvio MuccinoLuciana LittizzettoSergio RubiniMargherita Buy,Jasmine TrincaRodolfo CorsatoDino AbbresciaDario BandieraLuis Molteni,Sabrina ImpacciatoreAnita CaprioliFrancesco Mandelli e Eugenia Costantini.

Argumento: Tommaso (Silvio Muccino) e Giulia (Jasmine Trinca) estão se apaixonando e vivendo como se estivessem em um conto de fadas. Eles vivem todas as etapas da relação: primeiro encontro, primeiro beijo, sexo, moram juntos e se casam. Já Barbara (Margherita Buy) e Marco (Sergio Rubini) estão passando por uma crise no relacionamento, o que os faz pensar se ter uma criança irá resolver seus problemas. Ornella (Luciana Littizzetto) foi traída recentemente, mas está disposta a superá-la voltando suas forças à luta contra os homens. Goffredo (Carlo Verdone) foi abandonado recentemente e, desesperado, busca ajuda em um livro de autoajuda chamado “Manual do Amor”, que oferece dicas às pessoas com o coração partido.

  1. Lição de amor (Scusa ma ti chiamo amore):

     Diretor: Federico Moccia (Itália, 2008, 105 min., cor).amor-filme-licao-de-amor-capa-dvd

Roteiro: Fedreico Moccia, Chiara Barzini e Luca Infascelli, segundo o romance de Federico Moccia.

Produtoras: Cecchi Gori Group Tiger Cinematografica, New Fair Film e Medusa Film.

Fotografia: Marcello Montarsi. Música: Claudio Guidetti.

Atores: Raoul BovaMichela QuattrocioccheVeronika LoganMichelle CarpenteIgnazio OlivaLuca AngelettiDavide RossiFrancesca AntonelliBeatrice ValenteCecilia DazziIlaria SpadaFrancesca FerrazzoGisella MarengoPaola LaviniRiccardo RossiFrancesco ApolloniPino Quartullo e Stefano Antonucci.

Argumento: Niki tem quase dezoito anos, está no último ano do ensino médio e gasta o seu tempo de lazer com grupo de amigos confiáveis entre os clubes, festas e eventos diversos. Alex tem cerca de trinta e sete anos e é um publicitário de carreira. Há pouco foi deixado pelo seu “eterno amor” e agora sua vida social se restringe aos seus velhos amigos. Em uma movimentada manhã romana Niki bate com sua moto no carro de Alessandro. Este incidente marca o início de uma virada na vida dos dous…

O AMOR ATRAVÉS DA POESIA:

    É possível que a melhor maneira de sensibilizar crianças, adolescentes e jovens sobre a importância do amor seja por meio da poesia. O livro mais famoso no mundo de poemas de amor, o mais traduzido a quase todos os idiomas, e o mais editado, é o de Pablo Neruda Vinte poemas de amor e uma canção desesperada. Também é muito famoso O Jardineiro de Robindronath Tagore, que tanta influência teve no próprio Neruda, nos poetas da geração de 1927 e no galego Avilês de Taramancos. Mas, grandes poetas do amor também foram Gustavo Adolfo Bécquer, Camões e Fernando Pessoa. Para um possível recital poético a organizar com os alunos nos nossos estabelecimentos de ensino, apresento a seguir uma antologia de poemas de amor.

De Fernando Pessoa escolhi os seguintes: «Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?», «Eu amo tudo o que foi. Tudo o que já não é. A dor que já não me dói. A antiga e errônea fé. O ontem que a dor deixou. O que deixou alegria. Só porque foi, e voou. E hoje é já outro dia» e «Amor não se conjuga no passado, ou se ama para sempre, ou nunca se amou verdadeiramente». De Luís Vaz de Camões «Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que se ganha em se perder. É querer estar preso por vontade É servir a quem vence o vencedor, É ter com quem nos mata lealdade. Mas como causar pode seu favor Nos corações humanos amizade; Se tão contrário a si é o mesmo amor?».

Cecília Meireles escreveu: «Tenho fases, como a lua; fases de ser sozinha, fases de ser só sua». E Carlos Drummond de Andrade: «Fácil, é sair com várias pessoas ao longo da vida. Difícil, é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro. Difícil, é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado» e «Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão».

Pablo Neruda escreveu aquele lindo poema que diz:

«Saberás que não te amo e que te amo
posto que de dous modos é a vida,
a palavra é uma asa do silêncio,
o fogo tem uma metade de frio.
Eu te amo para começar a amar-te,
para recomeçar o infinito
e para não deixar de amar-te nunca:
por isso não te amo ainda.
Te amo e não te amo como se tivesse
em minhas mãos as chaves da fortuna
e um incerto destino desafortunado.
Meu amor tem duas vidas para amar-te.
Por isso te amo quando não te amo
e por isso te amo quando te amo».

Outro lindo poema de Neruda é aquele que diz:

«Amo-te como a planta que não floriu e tem
dentro de si, escondida, a luz das flores,
e, graças ao teu amor, vive obscuro em meu corpo
o denso aroma que subiu da terra.
Amo-te sem saber como, nem quando, nem onde,
amo-te diretamente sem problemas nem orgulho:
amo-te assim porque não sei amar de outra maneira,
a não ser deste modo em que nem eu sou nem tu és,
tão perto que a tua mão no meu peito é minha,
tão perto que os teus olhos se fecham com meu sono».

Pela sua parte, Vinícius de Moraes, no seu Soneto de Amor Total, escreveu:

«Amo-te tanto, meu amor… não cante
O humano coração com mais verdade…
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude».

O grande Chico Buarque, sob o título de Eu te amo, compus este belo poema:

«Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós, nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios inda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás só fazendo de conta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir».

Termino com um formoso poema de Florbela Espanca, no que diz:

«Li um dia, não sei onde
Li um dia, não sei onde,
Que em todos os namorados
Uns amam muito, e os outros
Contentam-se em ser amados.
Fico a cismar pensativa
Neste mistério encantado…
Diga prá mim: de nós dois
Quem ama e quem é amado?…».

 

TEMAS PARA REFLETIR E REALIZAR:

    Servindo-se da técnica do Cinema-fórum, analisar e debater sobre a forma (linguagem cinematográfica: planos, contraplanos, panorâmicas, movimentos de câmara, jogo com o tempo e o espaço, truques cinematográficos, etc.) e o fundo dos filmes antes resenhados.

    Podemos organizar nos nossos estabelecimentos de ensino dos diferentes níveis dous recitais tomando o amor como tema central: um de poesia, à base de poemas amorosos de grandes poetas, recitados pelos alunos, ou mesmo de poemas criados pelos próprios estudantes, e outro de música e canto, incluídas algumas audições musicais, de canções sobre o amor de grandes cantores e compositores, e mesmo canções populares galegas e portuguesas, interpretadas pelos mesmos escolares.

Organizamos, com a ajuda dos estudantes, uma ampla amostra sobre o amor, com desenhos, fotos, frases, aforismos, poemas… e com textos livres dos alunos.

   

   

 

 

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

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  • Ernesto V. Souza

    Não che sei eu caro José, se este assim é tema para apresentar aos cativos deste jeito… há quem diga que essa ideia de amor romántico dos filmes é causante de mais desgraças e alienações que umas quantas das piores guerras por junto.

    Acho que a contrário hoje por hoje há muitos mais esquemas que se devem apresentar aos alunos antes que este.

    Apertas,