Opiniom

  • O que ouvem os portugueses quando ouvem galego?

    A paisagem linguística da Península Ibérica é feita de proximidades e distâncias e uma variedade que poucos portugueses conhecem.

  • Como fai o judoca. Aprenda a fazer um nó suevo

    Animamos a aproveitar a proximidade temporal entre as festividades de Sam Patrício e Sam Martinho de Dume, 17 e 20 de março respetivamente.

  • 2015 Ano Zero: A hora de Portugal

    Mas o certo é que em 2014 o Ano Novo seria recebido na Galiza por duas vezes. Sim, duas. Uma, a de todos os anos, na hora espanhola que vai pelo fuso horário da Alemanha. E a outra, por primeira vez na TVG com a hora portuguesa que segue o fuso horário do meridiano de Greenwich.

  • Ou autodeterminação e socialização também linguísticas ou não há nada que fazer

    Periodicamente repete-se na Galiza a pergunta se a “normalización lingüística” foi um fracasso ou um sucesso. Desta vez o motivo parecem ser os novos dados do Instituto Galego de Estatística que podem ler-se como uma indicação de que por primeira vez o galego é minoritário entre setores sociais como a mocidade.

  • Olá, novo consenso!

    O novo consenso tem de chegar para transformar o galego numa língua completa e global. Umha estratégia envolvente e abrangente, um roteiro que dá sentido ao galego para qualquer pessoa da Galiza.

  • «Sim, sim»

    No francês existem duas maneira de dizer sim: oui, que é a forma usada na maioria de casos; e si, que é usada como resposta a frases negativas para evitar a ambiguidade. Algo semelhante acontece no sueco, que usa as palavras ja e jo, respetivamente. E aqui, ao sueco, era onde queria eu chegar.

  • Lembrando o grande educador Giner

    Hoje, dia 18 de fevereiro, é primeiro centenário do falecimento do grande educador Francisco Giner de los Ríos.

  • Por um galego na ciência e na tecnologia

    Escrevo sempre desde pequena. Desde que tinha oito anos ou assim. Na altura escrevia em espanhol –acho que devim ser alfabetizada assim, mas nom me lembro. Quando fum adolescente, polos 11 ou 12 anos, comecei a escrever em galego, ainda que sempre o falara.

  • Teresa Moure e os corpos críticos

    O coletivo Tiqqun ataca a teoria “entendida como única forma de escritura que não implica uma prática. Daí o notável dinamismo de uma teoria que pode dizê-lo tudo sem que disso possam extrair-se jamais, afinal, consequências; consequências para o corpo, é claro”. Com certeza este não é o caso de Politicamente incorreta. Ensaios para um tempo de pressas, onde Teresa Moure investiga uns outros espaços para a transformação social, privilegiando sempre o corpo: criança, alimentação, cuidados… De forma que não é um livro que se possa ler sem temer consequências práticas.

  • Ouro nas fontes

    “Fuente del Oro, 1898” ‑ ou talvez 1890 que a leitura é duvidosa ‑ é a inscriçom que se pode ler no frontispício da fonte semienterrada que jorra água sem parar desde os anos finais do XIX num canto do parque compostelano de Galeras, próximo da mansom do presidente da Junta.