Opiniom

  • Casa tomada. Carta (de amor) às professoras portuguesas (e não só)

    O que motiva esta carta é começar a abrir brecha para conseguir, algum dia, exercer a minha profissão com dignidade e soberania real sobre as minhas escolhas.

  • A gélida resposta

    Parece que a gente se envolveu entre os lenços de silêncio, desdenhando uma primavera mais que deveria ter sido necessariamente alegre e esperançada, as circunstâncias exigiam.

  • Vaga-lumes e joaninhas

    Na linda Bengala indiana, em que nesta altura me encontro, e também na Oriental, com o nome de Bangladeche, a riqueza entomológica é impressionante. Para os que amamos a vida, a natureza, as flores, as árvores, as plantas, os pássaros e todo tipo de animais, Bengala é um verdadeiro paraíso.

  • Como a roupa hippie contamina o planeta

    E que tem que ver a roupa com a contaminaçom? Teredes que ter um bocadinho de paciência com o argumento e com a minha vocaçom pedagógica.

  • O que ouvem os portugueses quando ouvem galego?

    A paisagem linguística da Península Ibérica é feita de proximidades e distâncias e uma variedade que poucos portugueses conhecem.

  • Como fai o judoca. Aprenda a fazer um nó suevo

    Animamos a aproveitar a proximidade temporal entre as festividades de Sam Patrício e Sam Martinho de Dume, 17 e 20 de março respetivamente.

  • 2015 Ano Zero: A hora de Portugal

    Mas o certo é que em 2014 o Ano Novo seria recebido na Galiza por duas vezes. Sim, duas. Uma, a de todos os anos, na hora espanhola que vai pelo fuso horário da Alemanha. E a outra, por primeira vez na TVG com a hora portuguesa que segue o fuso horário do meridiano de Greenwich.

  • Ou autodeterminação e socialização também linguísticas ou não há nada que fazer

    Periodicamente repete-se na Galiza a pergunta se a “normalización lingüística” foi um fracasso ou um sucesso. Desta vez o motivo parecem ser os novos dados do Instituto Galego de Estatística que podem ler-se como uma indicação de que por primeira vez o galego é minoritário entre setores sociais como a mocidade.

  • Olá, novo consenso!

    O novo consenso tem de chegar para transformar o galego numa língua completa e global. Umha estratégia envolvente e abrangente, um roteiro que dá sentido ao galego para qualquer pessoa da Galiza.

  • «Sim, sim»

    No francês existem duas maneira de dizer sim: oui, que é a forma usada na maioria de casos; e si, que é usada como resposta a frases negativas para evitar a ambiguidade. Algo semelhante acontece no sueco, que usa as palavras ja e jo, respetivamente. E aqui, ao sueco, era onde queria eu chegar.