Opiniom

  • A língua para quem a trabalha

    Não lembro mui bem em quê pensava quando decidi passar-me a este lado “escuro” da língua. Não saberia localizar o momento dessa mudança.

  • Na Galiza, um padrom nacional, como em todo o mundo

    A AGAL tem sido desde os primeiros anos 80 o principal sustento científico de umha visom sempre ligada a umha proposta integral que podemos denominar nacionalitária.

  • Estranhos ritos funerários

    O jornal La Crónica de Badajoz de 13 de fevereiro de 1873 inseria a notícia de que no dia anterior às doze e meia chegaram à estaçom ferroviária da cidade ‑ quase de estreia na altura ‑ os reis da Espanha, dom Amadeu de Sabóia e dona Maria Victoria dal Pozzo della Cisterna. Amadeu, que […]

  • Umha norma inteiramente lusófona que abranja a nossa especificidade

    O velho debate entre entre a norma da AGAL e a padrão ficou quase reduzido à mínima expressom. Porém, esta divergência nom desapareceu e continua a provocar distorçons.

  • O que tem a ver o fígado com os figos?

    A palavra «fígado» vem de «figo», já que antigamente cevavam com figos os animais que eram criados com a intençom de lhes comer os fígados. Já está. Sim, de verdade, o que conta este artigo é simplesmente isso.

  • Patricinhas e mauricinhos

    A erosão e estagnação que sofreu o léxico galego fez com que, por vezes, não exista uma denominação vernácula para exprimir certas realidades. Um bom exemplo disto são os citados mauricinhos e patricinhas que certamente podiam suprir no galego moderno os castelhanismos ‘pijo’ e ‘pija’.

  • 38%

    Uma das diferenças, sintomática, entre uma língua com estado e uma língua sem estado é a ligação desta última com as percentagens.

  • As mentiras que nos contaram sobre o Reino de Galiza

    É hora, portanto, de reivindicar os nosso queridos psicopatas medievais, tão cruéis e assassinos como os castelhanos, mas que não merecem ficar na periferia mental do nosso inconsciente coletivo.

  • Português brasileiro: o galego tropical

    Seja pelo número de falantes seja pela influência que o Brasil teve nas últimas décadas no mundo, o português brasileiro adquiriu um protagonismo que a tornou a variedade mais importante da língua galego-portuguesa. Todavia, a língua falada no Brasil é ainda para muitos galegos uma grande desconhecida.

  • Quanta dor! Europa fecha-se e morre de velha!

    Não sei se é dor, vergonha ou nojo o que sinto perante as imagens da massa de seres humanos reclamando nas fronteiras de Europa uma oportunidade de vida.