Opiniom

  • Sem consenso para a dispersom normativa do reintegracionismo e para o embotamento do seu padrom galego

    A Comissom Lingüística da Associaçom Galega da Língua, de que fago parte e à qual tenho a honra de presidir, nom aprovará, na presente altura e nas atuais condiçons sociolingüísticas da Galiza, umha proposta de «aglutinaçom normativa» a ela eventualmente endereçada polo Conselho da AGAL.

  • Tupi-guarani atrás da moita

    Portugueses, galegos, japoneses, alemães, holandeses e polacos foram algumas das nacionalidades que se juntaram a africanos e ameríndios e fizeram da mestiçagem uma das identidades do Brasil.

  • O que implica na prática a aglutinaçom normativa?

    Na seqüência da consulta sobre a necessidade ou nom de umha confluência normativa realizada pola nossa candidatura, algumhas pessoas receiam do procedimento ou de que esta aglutinaçom poda gerar mais confusom. É compreensível, mas pensamos que a formulaçom final da proposta nom deixa lugar para temor algum.

  • A língua para quem a trabalha

    Não lembro mui bem em quê pensava quando decidi passar-me a este lado “escuro” da língua. Não saberia localizar o momento dessa mudança.

  • Na Galiza, um padrom nacional, como em todo o mundo

    A AGAL tem sido desde os primeiros anos 80 o principal sustento científico de umha visom sempre ligada a umha proposta integral que podemos denominar nacionalitária.

  • Estranhos ritos funerários

    O jornal La Crónica de Badajoz de 13 de fevereiro de 1873 inseria a notícia de que no dia anterior às doze e meia chegaram à estaçom ferroviária da cidade ‑ quase de estreia na altura ‑ os reis da Espanha, dom Amadeu de Sabóia e dona Maria Victoria dal Pozzo della Cisterna. Amadeu, que […]

  • Umha norma inteiramente lusófona que abranja a nossa especificidade

    O velho debate entre entre a norma da AGAL e a padrão ficou quase reduzido à mínima expressom. Porém, esta divergência nom desapareceu e continua a provocar distorçons.

  • O que tem a ver o fígado com os figos?

    A palavra «fígado» vem de «figo», já que antigamente cevavam com figos os animais que eram criados com a intençom de lhes comer os fígados. Já está. Sim, de verdade, o que conta este artigo é simplesmente isso.

  • Patricinhas e mauricinhos

    A erosão e estagnação que sofreu o léxico galego fez com que, por vezes, não exista uma denominação vernácula para exprimir certas realidades. Um bom exemplo disto são os citados mauricinhos e patricinhas que certamente podiam suprir no galego moderno os castelhanismos ‘pijo’ e ‘pija’.

  • 38%

    Uma das diferenças, sintomática, entre uma língua com estado e uma língua sem estado é a ligação desta última com as percentagens.