Expo A Voz Presente em Compostela

Biblioteca Ánxel Casal acolheu a exposiçom sobre Carvalho Calero “A Voz Presente”



img-20201016-wa0003Antes da sua viagem a Pontevedra, estivo na Biblioteca Ánxel Casal de Santiago de Compostela o projeto expositivo sobre a vida, obra e ideário de Carvalho Calero realizado pola AGAL e a Xunta de Galicia. Trata-se da versom reduzida de umha exposiçom cuja versom completa estará no Auditório de Galicia a partir de novembro.

Eduardo Maragoto, na inauguraçom da expo.

Eduardo Maragoto, na inauguraçom da expo A Voz Presente.

Na apresentaçom da mesma intervinhérom Jesús Torres, diretor da biblioteca; Marta Abal Rodríguez, concelheira de Fazenda do Concelho de Santiago; Valentín García, secretário xeral de Política Linguística; Eduardo Maragoto, presidente da AGAL; Víctor Freixanes, presidente da Real Academia Galega, e um dos comissários da mesma, Carlos Quiroga, professor de literatura portuguesa na USC. Também contou com a presença do deputado Borja Verea.

Em relaçom à exposiçom, o presidente da AGAL celebrou que Carvalho Calero volte “à casa de Ánxel Casal, que fora o seu grande amigo e o seu primeiro editor em galego. Por outro lado, destacou que o título da exposiçom “A voz presente” faz referência a que a sua vida e obra som contadas na mesma polas suas próprias palavras e ao facto de que fica claro que o seu ideário continua a ser dos mais reivindicados de toda a geraçom galeguista na sociedade atual.
A seguir, Víctor Freixanes, Marta Abal e Valentín García reparárom no forte vínculo de Carvalho Calero com a cidade de Santiago de Compostela, nomeadamente à Universidade de Santiago de Compostela, primeiro como aluno e membro do Seminário de Estudos Galegos e finalmente como catedrático de Linguística e Literatura Galegas.

Carlos Quiroga, que fijo umha visita guiada polos painéis, denunciou que a obra de Carvalho continua sem poder ser divulgada com normalidade, como prova o facto de que a exposiçom tivesse que ser elaborada em atençom a muitos equilíbrios para nom contradizer o espírito e as normas defendidas por Carvalho Calero, que continuam vetadas na Administraçom pública.

Carlos Quiroga, que fijo umha visita guiada polos painéis, denunciou que a obra de Carvalho continua sem poder ser divulgada com normalidade, como prova o facto de que a exposiçom tivesse que ser elaborada em atençom a muitos equilíbrios para nom contradizer o espírito e as normas defendidas por Carvalho Calero, que continuam vetadas na Administraçom pública.


PUBLICIDADE