Nasce ‘A nossa Galáxia’, um site com recursos linguísticos e dicas culturais para facilitar a passagem do galego local ao internacional
Conversamos com Teresa Moure, autora de Linguística eco-, o último fruto da Através Editora, um alimento incontornável para as pessoas que veem as línguas para além da utilidade e que gostam de arranhar no espelho.
Mais uma nova olhada sobre AGAL com Maria Outeiro Abalo, uma moça de Rianjo que trabalha numa loja de artesanato em Compostela e acredita numa língua livre e viva.
A escritora brasileira fala sobre o novo livro do seu coletivo, Não Me Khalo, editado por Através Editora, e as potencialidades do feminismo no seu país
Valentim Fagim entrevista Inês Gusman, bracarense que reside em Santiago de Compostela desde 2012. Ai é onde faz o doutoramento na faculdade de Geografia e História, onde investiga sobre as identidades territoriais do Norte de Portugal.
Valentim Fagim entrevista Xosé Manuel Sanchez Rei, professor titular na UdC, gaiteiro e novo sócio da AGAL. É favorável ao binormativismo e julga que a AGAL deve ser a casa comum do reintegracionismo.
Valentim Fagim entrevista Luís Cachafeiro, de Ourense, professor de Matemáticas que observa com aflição a legislação linguística ao respeito. Julga que o bipartido encetou medidas eficazes para alterar o statu quo da nossa língua. Espera do reintegracionismo e da AGAL que se dialogue com os não-reintegracionistas e que se coloquem debates profundos sobre a língua e o seu porvir.
Valentim Fagim entrevista Ismael Pardo Vicente, vigês, Engenheiro Agrónomo, acha divertido estudar português numa EOI da Galiza, é sócio da AGAL pela campanha do 25 de julho.
Valentim Fagim entrevista a nova sócia da AGAL, Tània Ribadulha, mogiá, citadina, galego-falante que quer um futuro sem preconceitos sobre a nossa língua. Estudou um ano de bacharelato nos EUA e quer formar-se em direito humanitário e trabalhar na ONU.
Valentim Fagim entrevista Lorena González, quem teve na língua dos seus professores um apoio para apostar no uso do galego. É perita em micro-poluentes de muitos teores. É fã da Escola de idiomas e julga que é no ensino formal, entre crianças e adolescentes, onde se deve focar a estratégia reintegracionista.