Todos os artigos de Paulo Gamalho

Paulo Gamalho nasceu em Freixeiro (Vigo) em 1969. É licenciado em Filologia Hispânica pola USC e Doutor em Linguística pola Université Blaise Pascal, França. É docente-investigador especializado em linguística computacional.
  • Da Blockchain ao anarquismo de Ricardo Mella

    Paulo Gamalho explica o anarquismo escondido por trás das ‘bitcoin’ para ligá-lo com o ideário de Ricardo Mella e o ativismo social do nosso país.

  • A pataca galega e a pataca de Macau

    O meu amigo José Ramom Pichel perguntou-me há poucos dias donde vem o termo “pataca” para referir-se à moeda de Macau, antiga colónia portuguesa na atual China. Curiosamente, pouco depois, recebim um convite duma antiga colega que trabalha lá para participar num workshop sobre tecnologias da língua portuguesa em Macau. Tudo no mesmo dia. Linda […]

  • A Norma Internacional e a Norma Nacional

    Vou tentar não maçar demasiado o pessoal com este tema que já foi tratado por Eduardo Maragoto em um esclarecedor artigo no PGL. A minha intenção não é repetir os argumentos, com os que concordo, mas adicionar novas ideias que ajudem a ter uma visão mais ampla do fenómeno do binormativismo na Galiza. Na procura […]

  • Microlinguismos num país de psicopatas

      Não tenho muita ideia dos quadros teóricos que descrevem ou tentam explicar os fenómenos sociolinguísticos, mas como bom galego, tenho bastantes intuições que costumam acordar e emergir quando vejo ou ouço algumas cousas que acontecem ao meu redor. Há uns dias o cidadão Juan Carlos foi nomeado Embaixador de honra da Rota Jacobea em […]

  • A Europa das Regiões Soberanas

    É evidente que o tema catalão toca uma fibra muito sensível do género humano: o sentimento nacional. Quando este sentimento se ativa os argumentos deixam de ser ferramentas de construção do discurso razoado para tornarem-se em armas defensivas que protegem a nossa identidade, a nossa essência e o nosso cerne nacional, a todo custo. Levo […]

  • O Reino de Galiza nas escolas galegas

    Do mesmo jeito que falar em galego não é sinónimo de defendermos o galego, ministrar aulas de história em galego não é sinónimo de visibilizarmos a nossa historia. Estava a repassar com a minha filha os apontamentos de Ciências Sociais e História de 5º de Primária, quando me dei conta do longe que chegou o […]

  • Como medir o uso do infinitivo flexionado?

    Dentro das línguas românicas, o infinitivo flexionado ou pessoal é exclusivo do galego-português e talvez também do sardo-logudorês, falado na ilha de Sardenha. De facto, estes são os únicos casos de infinitivos com flexão em número e pessoa dentro da grande família indo-europeia. Fora desta família linguística, só o húngaro, da família urálica, possui flexão […]

  • Dous padrões para a mesma língua: Noruega e Galiza.

    Desde há mais de cem anos a Noruega tem duas normas escritas oficiais: a que se chamou língua do estado ou riksmål, e a que se conheceu como língua da nação ou landsmål. Dado que o país é uma nação-estado desde há mais de 200 anos, estes dous termos não eram demasiado jeitosos e decidiram, […]

  • O debate sobre a liberdade de expressão

    A liberdade de expressão é um direito protegido pola Declaração Universal dos Direitos Humanos e polas constituições de vários países. Em todas elas existem também restrições.

  • A Cruzada galeguista de ‘El Correo Gallego’

    Os 47 artigos em galego publicados por ‘El Correo Gallego’ entre 1 e 10 de janeiro deste ano contêm 153 erros no total (3,3 erros por notícia).