Todos os artigos de Manuel Lopes Zebral

(Ferrol, 1949) Engenheiro Técnico das Telecomunicações em 1973; trabalhei como operário-mecânico nos estaleiros navais ASTANO em Fene, na Ria de Ferrol (1974-1984); publiquei o livro «ASTANO, cronologia das lutas dum estaleiro encerrado» editado por mim próprio em 1987; solidário com a Revolução Sandinista viajei a Nicarágua em 1984; estudei jornalismo (1985-1987); em agosto de 1986 viajei ao Viet Nam e publiquei um livro «De Viet Nam à Galiza... Com Amor» editado por mim próprio em 1990; trabalhei como professor de Informática em Ferrol (1989-1995); publiquei o livro «Manual Galego-Português de História» editado por mim próprio em 1996; assisti, convidado, à criação da CPLP em 1996; em 1997 convidado especial com voz participei na reunião do Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros da CPLP; acompanhei em Oslo os atos de entrega do Prémio Nobel da Paz a Ramos Horta e Ximenes Bello; em 1998 criamos a Comissão para a Reunificação Nacional da Galiza e Portugal e participamos no Festival Mundial da Juventude e na Reunião Internacional de Ministros Responsáveis pela Juventude auspiciada pela ONU em que entreguei em mão ao secretário-geral, Kofi Annan, dois escritos em favor do reconhecimento do direito da Galiza à Autodeterminação, Independência e Soberania; viajei a Genebra (2003-2005) para, em diferentes organizações da ONU, colocar a questão da liberdade nacional da Galiza unida a Portugal para além da língua portuguesa ser oficial e de trabalho na ONU. Envolvido nas diferentes lutas para a Galiza se unir nacionalmente com Portugal ou fazer parte da CPLP, criei a Fundação Ernesto Guerra Da Cal para difundir o seu pensamento e obra, a sua Portugaliza, e durante mais de dois anos trabalhei para realizar o livro intitulado "O ferrolano Ernesto Guerra da CAl, estudo do seu pensamento político, biográfico e contexto".
  • A Conselharia de Cultura da Junta da Galiza proíbe o português

    A Conselharia de Cultura da Junta da Galiza proíbe a utilização do português embora a lei de aproveitamento da língua portuguesa e vínculos com a lusofonia que obriga à Junta a promover e fomentar o conhecimento da língua portuguesa entre os integrantes do poder público e os empregados públicos. Tudo a meio de uma Resolução […]

  • Alegações da Fundação Ernesto Guerra da Cal

    A liberdade das pessoas, entidades e instituições para utilizar a língua própria da Galiza, o galego em identidade com o português, achamos que fica definida no requerimento feito pelo Serviço Técnico-Jurídico da Área de Cultura da Conselharia de Cultura, Educação e Universidade à Fundação Ernesto Guerra Da Cal para redigir Certidão (escrito em português) em […]