Todos os artigos de Ernesto V. Souza

  • Desta vez sim foi adeus, meu caro John

    Uma das cousas que mais bota em falta um emigrante é o contato, a proximidade e trato com gentes galegas. A saudade e o remorso de não estar são intensas e não soluciona muito a frenética agenda alcoólico-gastronómica de poucos dias nas férias. O que importa é o dia a dia, a confiança, o poder […]

  • ‘Mortos por amor à Terra’ – Resenha (X. R. Ermida, Sermos Galiza, 2016)

    Resenha de ‘Mortos por Amor à Terra’ (Sermos Galiza, 2016) de X. R. Ermida Meilán

  • O triunfo do Capitão Hook

                This talk with you arises out of a sort of challenge from the Provost. I was here this year on June 4, and in a speech at luncheon the Provost challenged me to disprove this terrible indictment, “James Hook, the pirate captain, was a great Etonian but not a good one.” Now in my […]

  • porta para o exterior – resenha

    Demorei em ver. Mas foi apenas por questões pessoais. Eu participara no filme e era uma das “personagens” entrevistadas. Mas o dia em que gravei, in extremis, era o dia, agitado, em que eu terminava de embrulhar todas as últimas cousas para nos ir de Rianjo, na Galiza. Era, de feito, o dia, a tarde tão crepuscular […]

  • paradoxo de andar por casa

    É, para andar por casa. A minha língua oral é uma ferramenta comunicativo-identificativa, de grupo, de clã, marcada socialmente, e matizada cultural e politicamente, pelas suas modulações, prosódia e itens léxicos definidores. Em qualquer parte do mundo, acontece o mesmo. As variantes diafásicas, diatópicas e diastráticas, os usos cultos, marcas regionais e registros são parte […]

  • debates por abrir

    Há um debate sem abrir, na Espanha e em países onde se rende culto à nação uma, indivisível, homógenea, uniforme. Em estados onde a cultura é fixa em nome da “Nação” e as línguas estão legisladas como obrigas para os cidadãos nos textos legais. No caso espanhol, destacadamente e numa clara hierarquia, no artigo 3 da […]

  • grand finale

    Podemos asseverar, sem muito risco a equívoco (que a experiência nos avisa e os dados confirmam) que a Democracia espanhola percorreu desde fins dos anos 70, o caminho que leva da diversidade ou pluripartidismo que conforma, em condições naturais, o seu Parlamento, até este bipartismo estável que Manuel Fraga sonhava a imitação de ingleses e que realmente […]

  • Quando a ordem altera o produto

    Poderia dizer-se que na Galiza a revolução da “nova política” está acontecendo, mas no campo da língua.

  • Assim a noite passa

    Que contraponto, imenso, com as opiniões dos jornais e os trabalhos “académicos”, o destes ‘Diários’.

  • Quem era Filgueira?

    Reportagem de Ernesto V. Souza sobre quem era Filgueira Valverde.