Todos os artigos de Antia Cortiças Leira

Antia Cortiças Leira (Santiago de Compostela, 1980), licenciada em Filologia Portuguesa (USC, 2004), obteve o Diploma de Estudos Avançados (mestrado) no Programa "Teoria da Literatura e Literatura Comparada” (USC, 2008). Atualmente trabalha como professora na Escola Oficial de Idiomas de Ferrol mas tem sido professora de língua portuguesa em diversas instituições como o Centro de Línguas Modernas da UVigo ou USC, na própria UVigo nos graus de tradução e de filologia galega, e noutras empresas privadas e associações várias. Tem trabalhado como tradutora e tem feito investigação integrando o Grupo Galabra, onde tem participado em vários projetos de investigação e onde tem em mente realizar a sua tese de doutoramento. Tem publicado algum material didático em diversas plataformas on-line; e compila algumas outras publicações ligadas às áreas da Ilustração e dos estudos da Cultura e do Turismo. Além das edições derivadas das traduções e correções de textos realizadas. A língua portuguesa, em todas as suas variantes e riqueza, e as culturas lusófonas fazem parte da sua atividade laboral principal mas também derivam na sua participação social e associativa em instituições como a DPG (Associação de Docentes de Português na Galiza) onde é atualmente a presidenta, a AGAL (Associação Galega da Língua), ou o antigo MDL (Movimento em Defesa da Língua), entre alguma outra.
  • Re-inte-gracionismo… Transitamos?

    Antia Cortiças defende o modelo reintegracionista e o processo de auto-apoderamento linguístico ligado ao mesmo.

  • Académica e Academia de Segunda Origem

    Fiquei contente pela recente nomeação de uma mulher, María Victoria Moreno, para o Dia das Letras Galegas 2018. É apenas a quarta ao longo destes 55 anos de celebração deste dia que começou muito bem, inaugurado com Rosalia, embora cedo brilhassem pela sua ausência novas pessoas de sexo feminino. A Real Academia Galega fez o […]

  • Ser ou não ser

    Não posso escrever nada sobre isto do ‘feminismo’ e menos dos feminicídios (que não são o mesmo que os formicídios por muito que alguns queiram), não tenho legitimidade nenhuma. Ao mesmo tempo não posso calar. Não quero nem penso calar. Não quereria que calássemos. Não quero espaços fechados, não quero compartimentos separados, não gosto dos […]

  • O binómio

    Leva-me, deixa-me, arroupa-me, despe-me!! Vive! Vivam-me! Tiremo-nos a dor de cima, a angústia, mas com armonia, elegantemente vivendo na plena consciência da inutilidade da vida mais além da pura realidade com sabor a amêndoa amarga do “já passou mais um outro dia”. Despoja-me, despeja-te, desliguem-se, desmascaremo-nos, vivamos. Sim, atreve-te, porque é que não? Toda as […]

  • Hoje foi já ontem

    É hoje, é o dia, decidi-me a começar! Foi ontem, já foi, não voltará ser mais. Mas resulta que hoje já foi ontem e talvez seja já amanhã. Como tem sido, (quase) sempre na vida, sempre(,) há um amanhã, e hoje vai começar o que amanhã, e alguma outro dia, começará. Sempre há uma primeira […]

  • A eterna viagem

    No passado dia 28 de outubro foi projetado, e eu assisti, o documentário de Sabela Fernández e José Ramón Pichel intitulado Porta para o Exterior. A projeção foi em Ferrol. Foi na sede do Ateneu Ferrolano onde teve lugar o evento. Um local perfeito, aberto à cidadania, sempre com total disponibilidade para com as atividades […]