Todos os artigos de Ângelo Cristóvão

José Ângelo Cristóvão Angueira (Santiago de Compostela, 1965), licenciado em Psicologia pela Universidade de Santiago, especializou-se em Psicologia Social. Empresário. Vice-Presidente da Academia Galega da Língua Portuguesa e membro da sua Comissão de Relações Internacionais. Sócio Correspondente da Academia das Ciências de Lisboa; Sócio da AGAL desde 1983 e Sócio fundador da Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia.
  • Política linguística na Galiza: Uma transição à espanhola?

    “Temos um problema com os filólogos”, disse-nos um alto dirigente do Partido Popular poucas semanas depois da aprovação da Lei 1/2014 de 17 de março Para o Aproveitamento da Língua Portuguesa e Vínculos com a Lusofonia, comummente conhecida como Lei Paz-Andrade. O/s filólogo/s em questão parecia/m sentir-se ameaçado/s por esta decisão unânime do Parlamento galego […]

  • Fontenla e a geração da Lusofonia

    Discurso na entrega do Prémio Meendinho a José Luís Fontenla Rodrigues. Chantada, 2 de setembro 2018

  • Galiza no cenário internacional (1)

    Em dezembro de 2017 a Universidade Sorbonne Nouvelle acolheu, na sua sede de Paris, um grande congresso internacional sob o patrocínio da Presidência da República Francesa, entre outras instâncias, subordinado ao rótulo «Lusofonia e Francofonia: Duas potências mundiais». No encontro, com presença de diversas personalidades académicas e políticas, anunciou-se a posta e andamento do Instituto […]

  • GALIZA NA CPLP?

    Reproduzimos na íntegra pelo seu interesse o texto de Ângelo Cristovão, Vice-Presidente da Academia Galega da Língua Portuguesa e Correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, publicado no ‘Novas da Galiza’, Setembro 2017, p. 16-17. GALIZA NA CPLP? A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), acaba de celebrar os 21 anos da sua criação […]

  • A gestão do acordo

    O texto a seguir é a comunicação apresentada no último Colóquio da Lusofonia, no Auditório Municipal de Belmonte, o 8 de abril de 2017, foi redigido para um contexto mais ou menos académico. Falar ou escrever de factos históricos longínquos sempre é mais fácil que falar dos mais próximos, mais recentes, especialmente quando quem intervém […]

  • O haver e o existir

    “Há livros que podem ser comprados, lidos com proveito, comentados, discutidos e, contudo, não existem. Poderá alguém julgar que há aqui uma incoerência. Mas não há tal, pois o haver faz referência a uma operação física, enquanto o existir remete para uma operação filosófica”. Aproximadamente com estas palavras pretendia o sociólogo Lluís V. Aracil, em […]

  • ‘Do Latim às Línguas Nacionais’, de Lluís V. Aracil

    Para a Galiza, chegar tarde à nacionalização do galego tem a vantagem de termos um leque de exemplos bem sucedidos dos quais obter toda a informação, e instrumentos necessários, começando por Portugal.

  • Lei Paz-Andrade: tudo por fazer

    Um ano após a aprovação da lei, cabe expor alguns interrogantes, advertir alguns pontos fracos que dificultam a sua aplicação, e indicar algumas linhas de atuação que julgamos necessárias.

  • Largura e comprimento

    Na altura histórica em que a crise económica chega a toda a parte, alguma experiência pessoal, mesmo alguma notícia, pode abrir-nos novas expectativas.

  • A posição galega no contexto da língua portuguesa

    A Lei Paz-Andrade representa uma mudança significativa na orientação da política linguística e na estratégia global da Comunidade Autónoma galega, que precisa de concretização.