Agenda

Nov
28
Qua
Os Primórdios da Nossa Língua Escrita: textos e contextos @ Museu do Povo Galego (S. Domingos de Bonaval - Compostela)
Nov [email protected]:00 pm_7:30 pm

A Associaçom Galega da Língua (AGAL) organiza, no âmbito do projeto de criaçom do documentário “Pacto de Irmãos“, o encontro “Os Primórdios da Nossa Língua Escrita: textos e contextos”, foro para contemplar com uma visom o mais transversal possível a sociedade, as estruturas e circunstáncias históricas em sentido amplo das manifestações escritas no quadro da Idade Média.

Santiago de Compostela, 28 de novembro de 2018. Museu do Povo Galego.

Programa: primordios_mpg_28_11-001
12h. “Os primórdios da lírica através de textos”.
Isabel Morán. Professora Titular de Literatura Portuguesa da USC.
Roteiro pola zona velha com final em Bonaval. Ponto de encontro: Praça de Cervantes. Duraçom aproximada: 2hs. Inscriçom prévia até 27 de novembro: [email protected]

16h30. Apresentaçom.
Eduardo S. Maragoto. Presidente da Associaçom Galega da Língua.

16h35. “A irrupçom dos romances na escrita. As línguas nacionais“.
José Luís Rodríguez. Catedrático reformado de Filologia Galega e Portuguesa.

18h. “O romance na documentaçom instrumental galego-portuguesa: primeiros testemunhos”.
José António Souto Cabo. Professor Titular de Língua Portuguesa da USC.

dep_corunha

Evento organizado em colaboraçom com a Rede de Estudos Medievais Interdisciplinares, o Museu do Povo Galego e a USC.

Subvencionado pola Deputaçom da Corunha.

 

 

Jun
25
Ter
Galego, porta aberta para o mundo 2: Língua, pensamento e cultura na Galiza e Portugal @ Auditório Municipal de Rianjo

Na edição de 2019 o curso da Universidade de Verão Galego, porta aberta para o mundo 2 continua com as questões linguísticas que o ocuparam em 2018, mas agora porá-se o foco em analisar (e vigorizar) os contatos culturais realmente existentes entre os povos galego e português. Os objetivos principais do curso serão:

  • Revisar a crítica situação da língua na sociedade galega, idealizando alternativas rigorosas que contornem o riso de esmorecimento
  • Debater sobre o modelo internacional da língua (ou comunidade de variantes linguísticas na lusofonia, entre elas a variante galega e a variante portuguesa) como hipótese idónea para o desenvolvimento económico e social de duas comunidades que já partilham forte laços
  • Desenvolver as possibilidades da Lei Paz Andrade, aprovada por unanimidade no Parlamento galego e destinada a introduzir o português no ensino e nos médios de comunicação
  • Conhecer diversas e atuais linhas de pensamento comum a ambos os lados da fronteira política
  • Aprimorar o relacionamento cultural galego-português, como uma riqueza histórica e um património partilhado para maior satisfação e bem-estar da comunidade

 

PROGRAMA 

Dia 25/06: O contacto cultural entre a Galiza e Portugal 
9:00. Receção do alunado e inscrição em grupos de trabalho. curso-verao-2
9:30. Inauguração a cargo de Valentín García, Secretário Geral de Política Linguística da Junta da Galiza, e Adolfo Muíños, Alcalde de Rianjo.
10:30-12:00. Indígenas que não hão de sobreviver, indígenas que querem sobreviver. Práticas ecolinguísticas. Teresa Moure.
12:30-14:00. Galiza-Portugal: Com a língua além da língua. Elias Torres.
16:00-17:30: Ofici
na de língua 1: Dicas para internacionalizarmos o galego. Sabela Fernández.

18:00-20:00. Fazermos cultura 1: Cultura escrita e práticas de resistência em Rianjo: o projeto Axóuxere. Roberto Abuín.

Dia 26/06: Pensamento atual ao norte e ao sul do Minho
10:00-11:30. A cultura da morte e o debate sobre a eutanásia. Gilberto do Couto e Brais Arribas.
12:00-14:00. A cultura do género e as novas masculinidades. Carme Adán, Jorge G. Marín e Marco Gonçalves.
16:00-17:30. Oficina de língua 2: O galego visto com olhos portugueses. Sérgio Condeço e Fausta Pereira.
18:00-20:00. Fazermos cultura 2: Se não posso dançar, não é a minha revolução. Obradoiro de dança galego-portuguesa por Carme Campo e Chus Caramés de Andar cos tempos.

Dia 27/06: Práticas culturais cá e lá 
10:00-11:30. Quando as palavras ferem: leis de estado e delitos de ódio. Xoán Antón Pérez Lema.
12:00-14:00. Artes plásticas e visuais em países periféricos: projeto impossível? Teresa Torres de Eça e Natalia Poncela.
16:00-17:30. Oficina de língua 3: Como detetarmos aquele castelhanismo oculto. Valentim R. Fagim.
18:00. Fazermos cultura 3: Todas à cena. Obradoiro de teatro pós-dramático. Afonso Becerra.

Dia 28/06: A título de conclusões 
10:00-11:30. O papel de falantes, diásporas e centros sociais na internacionalização da língua. Alex Dayán Fernández e Beatriz Bieites.
12:00-14:00. Onde as portas ficam abertas: o que julgam as pessoas inscritas neste curso. Debate aberto guiado por Sabela Fernández.
16:00-17:30. Palestra de clausura: A prática dos cuidados e o diálogo intercultural. Lina Coelho e Brais Arribas.
18-30-20:00. Fazermos cultura 4: Uma descida em paraquedas até à música que chamam de culta. Concerto didático. Xurxo Varela.
Entrega de diplomas e encerramento