V Congresso da Cidadania Lusófona

13, 14 novembro Sintra e Lisboa



V Congresso da Cidadania Lusófona, acontece em Sintra e em Lisboa, segunda e terça-feira, com destacada participação galega.

O Congresso debate a respeito da circulação, laços e liberdades no espaço dos países e regiões do espaço lusófono. E trata de responder às complexidades da pergunta: Que tipo de Liberdade de Circulação (LC) considera ser mais importante para os membros da comunidade lusófona?

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No primeiro dia, antes da apresentação do número 20 da revista Nova Águia, haverá um painel com de “Personalidades lusófonas” com intervenções de Adriano Moreira, Duarte de Bragança, Lauro Moreira e  Ângelo Cristóvão.

No dia seguinte, já no Liceu Pedro Nunes de Lisboa, discutir-se-á o tema proposto, com representantes de instituições dos vários países do espaço lusófono. Onde participarão Maria Dovigo (Pró-AGLP) e Alexandre Banhos e Margarida Martins (Fundação Meendinho).

As conclusões serão apresentadas numa sessão às 16h pelos vários moderadores: Abel de Lacerda Botelho, Alarcão Troni, Alexandre da Fonseca, Annabela Rita, António Gentil Martins, Eugénio Anacoreta Correia, Garcia Leandro e Guilherme d’Oliveira Martins.

Também organizado pelo MIL e pela revista Nova Águia, a ele associado, haverá nos dias seguintes, de 15 a 18 de Novembro, um festival literário em Fátima, o II Festival Tabula Rasa, onde será distinguida a obra de Pinharanda Gomes. Nele participam também Adriano Moreira e Guilherme d’Oliveira Martins, entre várias outras personalidades. Caberá ao escritor Miguel Real apresentar, no último dia, a justificação da entrega do Grande Prémio Tabula Rasa Vida e Obra a Jesué Pinharanda Gomes, que fará depois uma intervenção.

 

O conceito de Cidadania Lusófona nasceu num encontro público na Sociedade de Geografia de Lisboa, em 24 de Fevereiro de 2012, subordinado ao tema “A Importância da Lusofonia”. Um ano depois, realizou-se então o I Congresso Cidadania Lusófona, sob o lema “A Afirmação da Sociedade Civil”.

Em 2014, o II discutiu “Que prioridades na cooperação lusófona?”; em 2015, no III, “A importância das diásporas”; e em 2016, no IV, já dividido entre o espaço da Sociedade de Geografia e a Universidade Lusófona, o tema foi “O Balanço da CPLP”.

A inciativa destes Congressos é devida ao Movimento Internacional Lusófono (MIL), cujo presidente, Renato Epifânio, tem refletido no decurso destes anos a respeito da condição de cidadania portuguesa e de “cidadãos lusófonos.”

É realmente significativa a crescente presença de representantes e instituições da Galiza neste tipo de debates.


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  • http://bagoasnachoiva.blogspot.co.uk/ Roi BêNaChoiva

    quando moço (antes de me mandarem pràs colónias mineiras do além-Terra) eu nom vos tinha pexo nengum pra circular polas discotecas flavienses das quintas à noite … mais seica ia mais ca chispo … Aqueles eram abofé congressos lusófonos, e havia-os mesmo de achego!

  • abanhos

    Bem interessante