ROSA SENSAT E A SUA ESCOLA NOVA NO BOSQUE

Pequenos documentários



Dentro da série dedicada aos grandes vultos da humanidade, que todos os escolares devem conhecer e apreciar, e que iniciei com Sócrates, hoje quero falar de uma grande pedagoga da Catalunha – território que também está nos últimos tempos de grande atualidade –, chamada Rosa Sensat i Vila (1873-1961). E por várias razões: pelas suas ideias pedagógicas imersas no movimento das Escolas Novas e muito tagoreanas, pela sua grande defesa da educação da mulher, assim como também da língua materna das crianças – no seu caso, evidentemente, o catalão –, e pelo seu modelo de escola ao ar livre, em pleno bosque, debaixo das árvores, como a Santiniketon de Robindronath Tagore.

Este depoimento faz o nº 34 da série acima mencionada, e pode servir também perfeitamente para celebrar com atividades educativas adequadas os dias internacionais da Língua Materna (21 de Fevereiro), e da Mulher Trabalhadora (8 de Março).

Rosa Sensat, que desde 1965 dá nome ao movimento de renovação pedagógica mais importante e mais antigo do Estado Espanhol, a «Associació de Mestres Rosa Sensat de Catalunya», tinha nascido a 17 de junho de 1873 no Masnou, e falecido em Barcelona em 1 de outubro de 1961. Era filha de Jaume Sensat, um capitão de corveta, que faleceu quando ela tinha nove anos, e da bordadeira Josepa Vila. Ela, sua mãe e sua avó, subsistiram elaborando bordados e rendas. Aos dez anos iniciou a sua preparação para o exame de ingresso na Escola Normal de Barcelona, para onde aos doze anos partiu para estudar Magistério. Antes se matriculara no Colégio Barcelonês onde se preparou para os exames na Normal. Como na Cidade Condal não tinha alojamento, Àngela Vallès, a diretora do estabelecimento, alojou-a na sua casa. Pelo que esta professora foi mestra e mentora de Rosa, e mais tarde sua sogra, ao casar-se com seu filho David Ferrer i Vallès.

Com quinze anos já era mestra superior e começa a trabalhar na escola municipal de Masnou. Continuou a estudar e aprovou dous concursos públicos, renunciando a um deles, optando pelo posto da escola infantil de pré-primária em Girona. Depois viajou com a sua mãe a Madrid para obter o título de professora de Escolas Normais na Escola Central Superior de Magistério da capital. Voltou à escola de Girona até o ano 1896, quando conseguiu um posto de auxiliar de infantário (pré-escola) em Madrid, onde voltou a residir durante quatro anos, e onde teve uma intensa vida cultural e entrou em contacto como o grupo da ILE (Instituição Livre do Ensino), e conheceu assim Francisco Giner de los Ríos e Manuel Bartolomé Cossío.

rosa-sensat-capa-dum-seu-livroCom 25 anos conseguiu um posto como professora de Labores na Escola Normal de Alicante, aonde se deslocou em 1901. Porém, em 1902 casou com David Ferrer, renunciou ao posto e o casal instalou-se em Barcelona. Trabalhou durante três cursos na escola «Sant Martí dels Provençals» e finalmente, em 1908, passou à Escola Pública Unitária da rua Diagonal. Em finais de 1912 conseguiu uma bolsa de estudos da Junta de Ampliação de Estudos (JAE) para poder visitar e conhecer as experiências escolares de vanguarda e as Escolas Novas da Bélgica, Suíça e Alemanha. Depois de estudar no Instituto J. J. Rousseau de Genebra, e de conhecer numerosas escolas novas europeias – entre elas a «Waldschule» de Charlottenburg-Berlím na Alemanha, que foi a que mais a inspirou para criar a sua «Escola do Bosque», desenvolveu na Catalunha um importante labor educativo, tanto a nível de divulgação das novas correntes e experiências, como, e muito especialmente, pela sua capacidade de organização de centros escolares. Pelo que se refere à sua atuação como mestra, destaca a sua direção da «Escola do Bosque» do concelho de Barcelona, entre 1914 e 1930, situada em Montjuic, e a do Grupo Escolar «Milà i Fontanals» do Patronato Escolar, de 1930 a 1939. Também devemos mencionar que dirigiu cursos e pronunciou palestras nos estudos normais da Mancomunidade e nas escolas d´estiu (escolas de verão) do Institut de Cultura i Biblioteca Popular de la Dona. Participou também em diversos congressos e, entre eles, no Iº Congrés Nacional d´Ensenyament Primari (1909) em Barcelona, no IIIº Congrès International d´Enseignement Menager, que teve lugar em Paris em 1922, e no Congrès des Écoles Nouvelles, celebrado em Niza em 1932.

Em Barcelona relacionou-se com um ativo grupo de educadoras e educadores próximos à renovação cultural noventista, convencidos da necessidade de uma escola nova como motor moral da mudança social, material e espiritual da Catalunha.

PEQUENOS DOCUMENTÁRIOS:

1. Rosa Sensat. Duração: 5 minutos.

Ver em: https://www.youtube.com/watch?v=sT69d8jc7Yk

2. Rosa Sensat: Associació de Mestres «Rosa Sensat». Duração: 10 minutos.

Ver em: https://www.youtube.com/watch?v=OIA7toz9PYM

3. La mestra, Rosa Sensat. Vídeo.

Produtores: Ajuntament del Masnou, Generalitat de Catalunya, C.R.P. Maresme III e Associació de Mestres Rosa Sensat.

Nota: Sob o título de «Rosa Sensat, l´educació», existe um áudio em catalão com a sua voz, promovido pelo «Arxiu de la Paraula», do Ateneu Barcelonês, no ano 2014. Pode escuitar-se entrando em: http://arxiudigital.ateneubcn.org/items/show/772

A ESCOLA DO BOSQUE:

Em 8 de maio de 1914 a Câmara Municipal de Barcelona punha a andar no parque de Montjuic, sob a direção de Rosa Sensat durante 16 anos, até 1930, a chamada Escola del Bosc (Escola do Bosque). Era uma instituição higiénica e, ao mesmo tempo, um espaço de ensaio dos valores da vanguarda pedagógica, com a implementação dos princípios educativos do movimento europeu das Escolas Novas. Depois das suas viagens pela Europa para conhecer as escolas mais inovadoras, aderiu ao movimento da Pedagogia progressista. Fez-se amiga de Jean Piaget e Eduardo Claparède na Suíça, e também conheceu a Escola de l´Ermitage de Ovídio Decroly em Bruxelas. Os três chegaram a ter uma grande influência no modelo pedagógico de Rosa Sensat. Na sua escola defendia uma educação muito próxima da natureza e dando importância à experimentação. Apostou pela renovação pedagógica da escola, pelo ensino adequado das ciências e pela racionalização das disciplinas consideradas femininas, apoiando a transformação da educação das meninas, pois ademais esteve muito integrada no movimento feminista catalão.

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A Escola do Bosque estava localizada na antiga torre Laribal, no Parque de Montjuic. A maioria das aulas davam-se ao ar livre, quando o clima o permitia, e a expressão corporal e a música tinham um papel muito importante. O grande sucesso desta escola animou a câmara municipal barcelonesa para criar outros estabelecimentos de similares características e, entre eles a Escola do Mar na praia da Barceloneta e outra escola do bosque no segundo parque municipal chamado El Guinardó. Também se preocupou por criar escolas infantis para a 1ª infância, seguindo o método de Maria Montessori, uma a Casa das Criaças, na rua Aribau; a outra a Escola Montessori, na rua Ataulfo. E, ademais de Rosa Sensat, por sorte, houve mestres excecionais na capital da Catalunha como Artur Martorell, Josep Puig Elias e Pere Vergés i Farrés.

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As experiências pedagógicas de Rosa Sensat nesta escola foram muito bem contadas no seu livro Hacia una nueva escuela. O seu adágio, que mesmo parece de Robindronath Tagore, «A melhor escola é a sombra de uma árvore», resume perfeitamente o modelo pedagógico que implementou nesta escola. Qualquer espaço exterior converte-se numa aula de aprendizagem: o pinheiral perfumado do jardim da escola, onde se observam as mudanças do tempo, o crescimento das plantas ou a vida dos insetos, chegando a confecionar amplos ervários e insetários: ou a planta da antiga «Barcino romana, numa das saídas e roteiros para elaborar uma monografia sobre Barcelona, com a consulta de diversos planos, folhetos, guias, monografias e livros, consultados na biblioteca. Ademais, qualquer evento pode promover uma lição ocasional improvisada ou um centro de interesse: um nevão, uma notícia importante no jornal, a descoberta de uma estrela muito brilhante ou a chegada dum novo grupo de meninas à escola. E, sempre que for possível, inspirando-se no princípio de globalização de Decroly, procura-se que as matérias e conteúdos do ensino se liguem e relacionem ao máximo, tal como acontece com os problemas normais da vida real. Nesta escola o escolar marca, sem pressas e evitando a sobrecarga de conteúdos, o ritmo do trabalho e da ação.

Fora da sala de aula promove-se a observação e a recolha de dados, e dentro faz-se a recapitulação e a síntese, precedidas das oportunas experimentações. O que se pretende, especialmente, é que a escola, concebida como um lar ou como uma prolongação do lar familiar, conecte com a vida: que esta entre na escola e que esta se abrace continuamente com a vida. Única maneira para que a educação escolar e a extraescolar se vão retroalimentando continuamente. Por isso, a escola não é uma preparação para a vida, mas a vida mesma, onde as crianças começam a ser consideradas pessoas e cidadãos.

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Devemos assinalar que nesta Escola do Bosque a diretora da seção de meninas era Rosa Sensat, e o responsável pela sessão de rapazes o mestre Antolí Monroi i Paz. A pedido de Manuel Ainaud, chefe da assessoria cultural do câmara barcelonesa, em 1931, ao início da Segunda República, por estar a Escola do Bosque já consolidada, Rosa Sensat deixa a direção, para encarregar-se da do grupo escolar também municipal Milà i Fontanals, no centro do distrito urbano nº 5, um dos bairros mais pobres e mais povoados da cidade, com 1200 estudantes e quarenta docentes, rodeado de ruas onde não entrava o sol, sem parques e sem jardins. Tinha já sessenta anos e estava viúva, no entanto assumiu o desafio de construir ali uma escola pública, democrática, para todos e de qualidade. Infelizmente, por culpa da infame guerra de 1936, um bombardeio tocou de cheio a escola, por sorte sem provocar mortes de escolares. E no final da guerra em 1939, Rosa Sensat foi tachada de «roja e separatista», pelo que não aceitou voltar a dirigir este colégio, que continuou a funcionar, agora com uma diretora partidária do novo regime franquista.

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Uma Comissão Superior Avaliadora de Processos de Depuração do magistério, chegou a negar-lhe em diversas ocasiões a pensão de jubilação ou reforma. Viveu mais 18 anos em Barcelona, e faleceu nesta cidade em 1 de outubro de 1961.

AS SUAS IDEIAS PEDAGÓGICAS:

Analisamos de forma sintética os princípios educativos implementados por Rosa Sensat, ali onde exerceu a docência, resumo do seu magnífico ideário pedagógico, com grande influência das correntes renovadoras do ensino europeias, nomeadamente do movimento das Escolas Novas, e de vultos tão importantes como Decroly, Claparède ou Piaget.

– «A melhor escola é a sombra duma árvore», pelo que as melhores aulas são ao ar livre, quando o clima o permite.

– Respeito pelas crianças, meninas e rapazes, e pelos seus interesses.

– Vitalismo entendido como uma vida próxima da natureza.

– Importância da higiene e da saúde dos escolares.

– Valorização da educação física e do jogo.

– Desenvolvimento de atividades escolares ao ar livre e à luz do sol.

– Apreço dos trabalhos práticos dos escolares.

– Valorização da beleza e da reflexão pedagógica através do bom senso na vida diária, evitando tecnicismos e valorizando a pessoa na sua integridade.

– Educar de forma divertida e dinâmica.

– Respeito integral pela pessoa do estudante.

– Integração do jogo no currículo escolar.

– Desfrute das atividades estéticas: pintura, modelagem, trabalhos manuais, etc.

– Uso de temas quotidianos e de lições ocasionais para ensinar conteúdos escolares, longe de academicismos. O que hoje se conhece como aprendizagem significativa.

– A base da educação está nas etapas de infantil e primária, pelo que é muito importante a formação inicial e em exercício dos docentes destes dois níveis escolares. Para que saibam utilizar os recursos didáticos mais adequados, com o objetivo de que os escolares aprendam e continuem a aprender autonomamente.

– Importância da educação da mulher, para atingir a igualdade entre homem e mulher, evitar a exploração da mulher operária e promover socialmente as mulheres, com o ensino dos conhecimentos necessários para converter as meninas em «mulheres novas», numa nova sociedade mais igualitária e solidária.

– Realização de saídas escolares, passeios e roteiros ao meio natural e artístico próximo da escola.

– Limitar o tempo empregado para ensinar a coser às meninas, dedicando este ao estudo da natureza e a realizar práticas experimentais.

– Criação dum ambiente escolar amável, similar ao do lar, e favorecer o crescimento pessoal das meninas e avivar o seu sentimento de dignidade, para se converterem em mulheres «no mais elevado sentido da palavra».

– Defesa da renovação pedagógica no ensino das ciências e a racionalização das disciplinas consideradas femininas, mostrando-se a favor de uma educação doméstica com perspetiva científica.

– Fundamentação prática e científica das tarefas quotidianas do lar: o ar, a água, o vestido e a alimentação.

– Importância da formação dos docentes de primária em economia doméstica, em higiene e em saúde.

– Regeneração social a partir da educação, pelo que é de grande importância e transcendência o ofício de mestres bem formados e a incorporação das mulheres ao mundo educativo, durante séculos postergadas no lar.

– Preocupação pela saúde da infância, a sua formação física, social, moral e estética, com uma pedagogia centrada na vida, até então longe das aulas escolares.

– Importância de que a escola tenha instalações higiénicas, gabinete antropométrico, cantina, enfermaria, horto e jardim escolar, campo de jogos e pistas desportivas.

– A escola deve ter ademais, para a educação estética, sala de música, aula de teatro e sala de trabalhos manuais. E pátios cobertos para o seu uso em tempo frio ou de chuvas.

– Promoção da educação alimentar equilibrada dos escolares.

– Importância de que os docentes anotem as suas vivências e experiências em registos e diários de classes, com anotações também dos roteiros, passeios e excursões escolares e o seu aproveitamento didático.

– Promoção da educação da sensibilidade nos escolares, num ambiente favorável ao desenvolvimento do sentido artístico.

– Preparação prática e consciente para as tarefas domésticas a realizar no lar. E formação completa da mulher para a vida da família. Preparando bem as meninas como futuras donas de casa.

– A mulher deve saber física e química e fisiologia, para garantir uma economia doméstica que melhore as condições de vida familiares.

– Do mesmo modo que a ciência afeta a vida, também a escola tem que ser vida. Por isso, há que levar a vida à escola, garantindo um regime de responsabilidade. Temos que aproximar a pedagogia à biologia, fazendo que o naturalismo e o vitalismo reinem nas aulas. Há que seguir as leis da natureza sempre.

– A vida gera a vontade de transformar a escola num verdadeiro lar onde deve florescer a vida livre e natural, sem rigidezes.

– As crianças devem ir sós à escola, para que possam viver experiências positivas e negativas quotidianas, pois assim familiarizam-se com as incompreensões e as injustiças.

– Os escolares devem assumir pequenas responsabilidades e a escola converter-se em imagem do lar e prolongação da família, preparando para a vida social. O que Rosa Sensat entendia como «Escola Viva», como representação e expressão da sociedade.

– Implementação dos 30 princípios pedagógicos das Escolas Novas e, especialmente, dos seguintes:

-A criança deve ser considerada como o centro do sistema educativo.

-O conhecimento da criança e o respeito da sua personalidade e dos seus direitos devem ser os eixos sobre os que deve girar a educação.

-Há que pôr a criança em contacto direto com as formas de vida, a natureza e o trabalho humano, para que adquira noções imediatas dos seres e das coisas.

-Educação integral das crianças que cultive e faça crescer todos os aspetos da sua personalidade: sensoriais, cognitivos, emocionais, sociais, físicos, artísticos, manuais, morais e espirituais, em plena natureza, onde a criança, segundo Rousseau, está no meio genuíno que estimula o seu desenvolvimento e, para Rosa Sensat é o meio de que o ser humano não se deveria ter afastado nunca. Porém, esta mitificação da natureza fica equilibrada pela educação social e pelo estudo e a imersão dentro do meio urbano.

Temos finalmente que assinalar que as obras educativas mais importantes escritas pela pedagoga foram: Les ciències en la vida de la llar (1923), da que a editora Altafulla de Barcelona fez uma edição fac-similar em 1998; Como se enseña la economía doméstica (1927), edição das Publicações da Revista de Pedagogia de Madrid, e Hacia la nueva escuela (1934), publicada em Madrid na época da República, em que se recolhem, como num diário, as suas experiências pedagógicas e escolares mais interessantes. Este é o seu livro pedagógico mais importante. Do qual, em 1996, se fez uma edição em catalão, pela Eumo editorial de Vic, sob o título de Vers l´escola nova.

No arquivo digital da Biblioteca Rosa Sensat (http//mdc.cbuc.cat) podem consultar-se algumas das suas obras e os diários e impressões sobre as viagens que realizou a nossa pedagoga.

TEMAS PARA REFLETIR E REALIZAR:

Vemos os pequenos documentários citados antes e depois desenvolvemos um Cinema-fórum, para analisar os seus conteúdos e as propostas de Rosa Sensat para a educação.

Organizamos nos nossos estabelecimentos de ensino uma amostra-exposição monográfica dedicada a Rosa Sensat, o seu pensamento, as suas ideias educativas, a sua vida e a sua obra. Na mesma, ademais de trabalhos variados dos escolares, incluiremos desenhos, fotos, murais, frases, textos, lendas, livros e monografias.

Podemos levar a cabo um Debate-papo entre todos, estudantes e docentes, para desenvolver na nossa instituição escolar um projeto educativo, no qual se acolham muitas das propostas e ideias educativas de Rosa Sensat. Projeto que depois tentaríamos durante um tempo implementar nas nossas aulas. Seria interessante tirar depois, entre todos, conclusões para o ensino e a educação atual. Podemos apoiar-nos na sua obra pedagógica mais importante, que é Hacia la nueva escuela, editada em 1934 pela primeira vez, e em catalão sob o título de Vers l´escola nova, em 1996.

 

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

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