ROSA E CAROLINA AGAZZI E O SEU JARDIM DE INFÂNCIA

Pequenos documentários



 

O meu depoimento da série de grandes vultos da humanidade desta vez está dedicado a duas grandes pedagogas italianas da escola infantil, as irmãs Rosa e Carolina Agazzi, que chegaram a criar na sua escola de Mompiano um método educativo para a pré-primária, que se fez famoso em Itália e depois na Europa e na América, com o nome de «Método Agazzi». Com elas completo, respetivamente, os números 35 e 36 da série que iniciei com Sócrates.

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Ambas tinham nascido na localidade de Volengo da província italiana de Verona. Rosa nasceu no ano 1866 e faleceu em 1951, com 85 anos. Pela sua parte, a sua irmã Carolina nasceu em 1870 e faleceu, com 75 anos, em 1945. Ambas estudaram para mestras na Escola Normal do Magistério de Bréscia, e ao finalizar os seus estudos desenvolveram a docência em educação básica e educação infantil, com crianças menores de 6 anos de idade. Em 1891 participaram num congresso para mestras de educação infantil ou maternal, dedicando-se a partir desse momento ambas a exercer a docência e a direção, desde 1892, em dous jardins de infância. A partir daí, por meio da sua observação e reflexão, começaram a desenvolver as caraterísticas e as bases do currículo e método agazziano. Desde 1895 dirigem o chamado «Asilo de Mompiano», uma espécie de infantário onde vão pôr em prática o seu método didático, orientado a crianças de qualquer classe social e económica.

Em 1898 Rosa Agazzi, apresentou no Congresso Pedagógico Nacional em Torino o seu trabalho intitulado «Ordinamiento Pedagógico del Giardini d´Infanza secondo el sistema di Froebel», onde reflete o método que ela vinha desenvolvendo na sua escola. E assim, ali, começou a divulgação do seu especial método de ensino para crianças da 1ª infância. Em 1927, Rosa e Carolina aposentam-se como docentes, embora já reformadas continuem o seu labor junto a um grupo de colaboradores, que se formaram na escola-asilo de Bréscia, que ainda funciona hoje, através do Centro de Pedagogia da Infância, instituição encarregada de difundir e publicar a obra destas duas educadoras.

Em 1 de fevereiro de 1985 foi criado o «kindergarten» Escola Privada Rosa Agazzi na cidade de Comayagüela, perto de Tegucigalpa em Honduras, na honra das irmãs Agazzi, que foram grandes pioneiras em Itália na pedagogia do nível de educação pré-escolar. O seu método é muito singelo, pois consiste em substituir o material tradicional na aula por atividades e ocupações próprias da vida diária. O material que utilizam é de «resíduos» ou reciclagem. Por meio do desenho educam os sentidos das crianças. O seu método influiu muito na prática educativa das escolas infantis italianas. Segundo o ministério de educação da Itália, em1948 calculava-se que era seguido por 75 % das escolas infantis do país. Noutros lugares, como o nosso país, a sua incidência foi menor – teve maior influência o método Montessori – , embora certos elementos do método fossem incorporados ao sistema educativo de pré-escolar, como é o caso do uso de contrassinais e o reconhecimento de uma certa função maternal das educadoras de infância.

Rosa e Carolina Agazzi na Escola normal

Rosa e Carolina Agazzi na Escola normal

O seu método apoia-se fundamentalmente na educação da linguagem, que se associa à educação sensorial, desenvolvido a partir do contexto com a matemática e com os objetos. Também é importante no método o cultivo do canto e do ritmo corporal através de diversas atividades que têm lugar ao longo da sua infância. O método Agazzi foi considerado positivamente por muitos educadores, especialmente pelo seu caráter prático, embora também fosse criticado pela sua falta de fundamentação ou precisão teórica de tipo psicopedagógico.

O seu principal contributo para a pedagogia no nível de pré-escolar foi sem dúvida este seu método praticado em Mompiano. Com o qual se pretendia formar crianças capazes de agir por iniciativa própria, e que foi instaurado em Bréscia, no ano 1894, e levou o nome de «Asilo-Escola de Mompiano». Trata-se dum método muito económico, pois os materiais e recursos didáticos utilizados no mesmo eram alcançáveis a qualquer nível socioeconómico, principalmente utensílios de uso quotidiano e diário. O principal interesse do método é conseguir nas crianças a saúde, a higiene, a cultura física e o desenvolvimento da linguagem. «Preparar para a vida fazendo viver» é o seu lema principal. Por isso, na escola de Mompiano, iniciava-se o dia com a higiene pessoal. Os grupos eram heterogéneos, pelo que as crianças mais velhas, encarregavam-se de acarretar a água e de ajudar as mais novas a despir-se e de repartir-lhes os sabonetes e a roupa. Nos primeiros dias as crianças não se valiam por si sós, embora depois a mestra só tivesse que lhes lavar o cabelo e cortar as unhas, e isto só às mais novas. Graças a estas atividades diárias adquiria-se o hábito de asseio pessoal diário, que as crianças se cuidassem entre elas e principalmente a si mesmas. Dentro das atividades diárias estavam os labores domésticos em que as crianças deviam realizar atividades tais como: pôr a mesa, lavar a louça, manter o horto escolar, para adquirir hábitos de trabalho, saudáveis e de boa conduta.

PEQUENOS DOCUMENTÁRIOS:

1. As Irmãs Agazzi (Las hermanas Agazzi). Duração: 9 minutos.

2. Aprendizagem Irmãs Agazzi (Aprendizaje Hermanas Agazzi). Duração: 3 minutos.

3. M. Pezzoni ricorda le sorelle Agazzi (M. Pezzoni lembra as Irmãs Agazzi). Duração: 7 minutos.

4. Irmãs Agazzi (Hermanas Agazzi). Duração: 3 minutos.

PRINCÍPIOS EDUCATIVOS AGAZZIANOS:

A seguir sintetizamos os princípios pedagógicos do modelo educativo das irmãs Agazzi, levado à prática nas escolas que dirigiram, e em especial na Escola Infantil de Mompiano:

– A melhor forma de conhecer a criança é através da observação, pois está dotado de poderes capazes de ajudá-la no seu desenvolvimento.

– Defesa do ensino globalizado: Com as crianças a melhor metodologia a utilizar é a globalização.

– Importância da atividade das crianças, pela sua necessidade de «pensar fazendo e experimentando», para chegar posteriormente ao raciocínio.

– Grande importância da alegria no ensino: o jogo livre e ordenado num ambiente afetivo, que respeite os ritmos e necessidades infantis.

– Uso inteligente das cousas como estratégia didática, na educação da linguagem e dos sentidos a partir do contacto com a natureza e os objetos, através do que chamavam o «museu didático» e os «contrassinais».

– A criança aprende por meio da intuição, porém, sempre ligada à vida.

– Uso didático inteligente na aula dos objetos realistas que se podem obter no ambiente da escola.

– Valor das atividades quotidianas, próprias do lar e da vida diária, que se devem praticar na escola: lavar-se, vestir-se, cuidar de animais e plantas, ordenar cousas, limpar… resgatando assim o valor educativo de todas elas.

– É necessário proporcionar às crianças um ambiente escolar cálido e afetivo, similar ao do lar. A alegria, o jogo e o relacionamento com uma educadora maternal são elementos educativos fundamentais.

– Importância da educação da linguagem, cultivando o canto e o ritmo corporal.

– As áreas educativas mais importantes do ensino infantil são a educação sensorial ou dos sentidos, a qual se desenvolve ordenando as cores, as cousas e materiais e as formas dos objetos, e também desenhando; a segunda é a educação intelectual, baseada na exploração do mundo e a perceção natural dos conceitos; e a terceira é a educação dos sentimentos, contra a agressividade, que se desenvolve praticando a educação ética e moral, e mesmo a educação física.

– Importância de «preparar para a vida, fazendo viver», pelo que os campos fundamentais da ação escolar são a saúde, a cultura física, a higiene e a linguagem.

– A didática fundamental da escola infantil deve estar baseada na compreensão, o amor, a ternura e o jogo.

– Uso dum método muito singelo que surge da prática educativa com crianças de ambientes desfavorecidos. Para isso substitui-se o material tradicional na aula por atividades e ocupações próprias da vida diária. Os escolares realizam nas aulas práticas de higiene diária e tarefas domésticas seguindo os seus interesses e com os elementos materiais de uso ordinário.

– Uso, como recursos didáticos, de materiais de desperdício e refugalho, que podem levar à escola as próprias crianças.

– Enorme importância do canto e das canções como um poderoso meio educativo, pois com ele se manifesta a alegria, a saúde e o amor.

– Importância de desenvolver uma pedagogia alegre, centrada nas atividades lúdicas, que são as atividades naturais das crianças. Tudo na escola tem que converter-se em jogo que motiva, diverte e leva à aprendizagem espontânea. Os jogos educativos fornecem valores à formação da criança da escola infantil.

– A pedagogia a desenvolver tem que ser «puerocêntrica», na qual o mestre e mestra só é uma ajuda, um estímulo, pois a criança é ela própria a que cresce e se vai formando.

– Grande importância da ordem, a não só a material, da colocação das cousas. Também da ordem estética e do bom gosto e da disciplina interna.

– A ordem, que deve ser descoberta pela criança, é o elemento que equilibra a liberdade; a ordem intelectual, moral e social até chegar à ordem universal.

– Uso também como recursos didáticos de elementos da natureza: a terra, a água, o sol e o ar.

– Prática do desenho espontâneo, ideal para a formação da pequena criança, pois é um meio de expressão com o qual se manifesta e por meio do que imos conhecendo as facetas do seu psiquismo. No mesmo, a criança põe em atividade a atenção, a observação e é um poderoso auxiliar da disciplina escolar. Por isso, temos que dar à criança da escola infantil papel e pinturas, e depois vai isolar-se na sua obra, desfrutará com a criação e criatividade e mostrará à mestra de forma continuada os seus desenhos.

– O desenho é uma estupenda estratégia didática, pois educa os sentidos do tato e da vista, reafirma os aspetos intelectuais como são: as distâncias, as formas, os tamanhos, os espaços.

– É importante que a escola conte com um horto e jardim escolar, onde as crianças possam cuidar de plantas e flores, e cultivar produtos de horta (tomates, pimentos, alhos, cebolas, alface, repolos, etc.). A criança fica muito satisfeita e desfruta com estas atividades, ao cultivar a terra, olhando e observando crescer as plantas e florescer as mesmas, que antes semeou, em períodos breves. Assim observa cada manhã o fenómeno da fecundidade da Natureza, a que ajudou com o seu pequeno esforço, os seus cuidados, ao responsabilizar-se por regar as plantas, tirar as ervas más que estorvam e procurar que o sol acaricie as plantas colocadas em vasos.

– Na escola a criança deve sentir-se livre, atendida e segura como na família. A escola deve ser como um lar, prolongação do seu próprio, por um lado, e por outro um grande lar em que a criança se sinta membro e à sua vez responsável pelos seus atos. As crianças podem e devem estar protegidas pelos seus «tutores», que são os escolares da seção dos mais velhos que podem ensinar e ajudar a ordenar os seus materiais.

– O bom método de ensino é aquele que pode ser aplicado por qualquer educador, dado que não precisa de materiais de alto custo, nem técnicas complicadas. Trata-se de um método natural que propõe a formação integral e harmónica da pessoa. Parte sempre do conhecimento sensível das cousas e gradualmente leva ao conhecimento das qualidades e das formas.

– O mundo exterior deve estar na escola o menos adulterado possível, para o qual o edifício mesmo tem que ter por fora o aspeto de uma casa, rodeada dum jardim. Os seus móveis têm que ser verdadeiros, que possam mudar-se de lugar, com um emprego do tempo que exclua qualquer fantasia. Na mesma escola serão organizadas tarefas domésticas, recados e compras para a escola tal como se fariam para a família.

– O jogo livre e ordenado vai favorecer sempre a sociabilidade, a bondade e a fraternidade.

– Não se deve criar um universo à medida das crianças, pois há que limitar-se a fazê-las viver no seu ambiente próprio e familiar, e levá-las passo a passo a descobrir nesse meio aparentemente conhecido e vulgar, um mundo maravilhoso, não isento de fealdades e de penas, embora pródigo em belezas e em alegrias para quem souber olhar e escuitar as harmonias da criação.

– A infância é o reinado dos instintos e não da razão, substitui as verdades promulgadas infringidas a modo de castigo por hábitos que se adquirem por meio do exercício, e que paulatinamente substituem a mesma natureza.

– Sobre o cuidado do jardim e o horto escolar as Agazzi diziam que «vigiar ansiosamente a semente que germina e nasce, que brota, a flor que depois abre, são, certamente emoções pouco escolares».

– A obediência passiva, o silêncio, a imobilidade, considerados ainda com demasiada frequência como signos demonstrativos da ordem, não engendram a ordem verdadeira, senão que tendem a afogar a espontaneidade, a iniciativa, o querer interior que se expressa por meio de impulsos originais, a encolher a criança sobre si mesma, a engendrar dissimulo e apatia.

OS RECURSOS DIDÁTICOS DO MÉTODO AGAZZI:

A pedagogia das Agazzi teve uma grande influência do modelo proposto por Federico Froebel no seu «Kindergarten», embora elas lhe dessem à sua escola o seu selo particular e original. Entre os recursos didáticos que chegaram a utilizar de forma muito inovadora e peculiar na sua escola infantil de Mompiano encontramos os seguintes:

– O Museu Didático (também denominado «Museu do pobre»): em que se colocavam coleções variadas de pequenas cousas e objetos, que crianças e educadoras iam trazendo e fornecendo à escola. Estes objetos estavam dotados de caraterísticas como a singeleza e a claridade, que os fazem muito atrativos para as crianças e estimulam o jogo e a aprendizagem de conhecimentos importantes como as formas, o volume, as cores, os tamanhos, etc. Estes materiais eram espécie de «quinquilharias» fornecidas pelas crianças, recolhendo do ambiente materiais «vivos», e não os materiais froebelianos ou montessorianos mais rígidos e caros. Com eles se realizam as atividades da aprendizagem, trabalhando as suas qualidades, classificando, ordenando, agrupando, diferenciando, comparando, etc. Neste museu podiam encontrar-se os seguintes objetos, utilizados depois como recursos didáticos: caixas, botes, rótulos, frascos, botões, sementes variadas, tubos, arames, fitas, garrafas, cortiças, anacos de tecidos, adornos diversos, contas, bolsas, cartões, etc. Com eles as crianças podiam fazer seriações, classificações, exercícios sobre as cores, a textura, a forma, a procedência, etc. Normalmente eram materiais de desperdício e refugalho, e mesmo para a reciclagem.

– Os Contrassinais: Símbolos fáceis de entender pelas crianças, que ajudam a ordenar a sua atividade e conservar a ordem das cousas e do ambiente. São desenhos para identificar os objetos ou pessoas e poderem assim as crianças ordenar as suas cousas e o seu espaço. Também havia rótulos com os nomes das crianças para identificar os seus objetos, como a roupa, a bolsa da comida, os objetos e mesmo as caixas e lugares para colocar os objetos: umas para identificar objetos diversos, outras para identificar utensílios da vida quotidiana e outras para identificar formas geométricas. As mesmas serviam também para realizar atividades de linguagem e de pré-leitura.

– O Jogo: «A cesta dos tesouros»: consistia em sentar a criança, dentre 5 ou 6 meses, quando já fosse capaz de manter-se sentada, perto de uma cesta com vários objetos que se iriam alternando para facilitar que a criança pudesse aceder a eles com a maior facilidade para que o pudessem explorar. Esta atividade seria levada a cabo enquanto a criança não fosse capaz de caminhar. Os objetos utilizados para levar a cabo esta atividade poderiam ser objetos naturais (fornecidos pela natureza: pedras, folhas, frutos, flores…), materiais metálicos (chaves, instrumentos musicais, moedas, chapas…), materiais de madeira (maracas, colheres de pau, piões, pionetas, carretes de fio…), materiais de roupa, borracha, pele, papel, cartão, etc. Os principais objetivos da atividade eram: desenvolver a capacidade de coordenação, e, como é que a criança na altura de investigar, primeiro escolhia a sua peça, depois pegavam nela para mais tarde reconhecê-la através da boca, estimular o ouvido, a vista, o tato…, desenvolver a capacidade de reconhecer os objetos do seu ambiente, fomentar a curiosidade inata da criança para pesquisar e descobrir, entre outros.

– Uso do Canto: As crianças aprendiam pequenas canções, que recitavam cantando antes de cada atividade, que tinha a sua própria canção.

TEMAS PARA REFLETIR E REALIZAR:

Vemos os pequenos documentários citados antes e depois desenvolvemos um Cinema-fórum, para analisar os seus conteúdos e as propostas de Rosa e Carolina Agazzi para a educação infantil.

Organizamos nos nossos estabelecimentos de ensino uma amostra-exposição monográfica dedicada às Irmãs Rosa e Carolina Agazzi, o seu pensamento, as suas ideias educativas, a sua vida, a sua obra e o seu método didático especial e inovador. Na mesma, ademais de trabalhos variados dos escolares, incluiremos desenhos, fotos, murais, frases, textos, lendas, livros e monografias.

Depois de informar-nos bem por todo o tipo de meios bibliográficos e pela internet, podemos organizar uma oficina pedagógica para elaborar os recursos didáticos variados que utilizavam as Agazzi na sua escola de Mompiano. Mais tarde podemos utilizá-los, para comprovar a resposta das crianças, nas nossas aulas da escola infantil.

 

José Paz Rodrigues

É Professor de EGB em excedência, licenciado em Pedagogia e graduado pela Universidade Complutense de Madrid. Conseguiu o Doutoramento na UNED com a Tese Tagore, pioneiro da nova educação. Foi professor na Faculdade de Educação de Ourense (Universidade de Vigo); professor-tutor de Pedagogia e Didática no Centro Associado da UNED de Ponte Vedra desde o curso 1973-74 até à atualidade; subdiretor e mais tarde diretor da Escola Normal de Ourense. Levou adiante um amplíssimo leque de atividades educativas e de renovação pedagógica. Tem publicado inúmeros artigos sobre temas educativos e Tagore nas revistas O Ensino, Nós, Cadernos do Povo, Vida Escolar, Comunidad Educativa, Padres y Maestros, BILE, Agália, Temas de O ensino, The Visva Bharati Quarterly, Jignasa (em bengali)... Artigos sobre tema cultural, nomeadamente sobre a Índia, no Portal Galego da Língua, A Nosa Terra, La Región, El Correo Gallego, A Peneira, Semanário Minho, Faro de Vigo, Teima, Tempos Novos, Bisbarra, Ourense... Unidades didáticas sobre Os magustos, Os Direitos Humanos, A Paz, O Entroido, As árvores, Os Maios, A Mulher, O Meio ambiente; Rodrigues Lapa, Celso Emílio Ferreiro, Carvalho Calero, São Bernardo e o Cister em Ourense, em condição de coordenador do Seminário Permanente de Desenho Curricular dos MRPs ASPGP e APJEGP.

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